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3 de junho de 2011

"Meu Amor" distinguida por Cavaco Silva


Foi a primeira telenovela portuguesa a conquistar o Emmy Internacional para a ficção nacional e, alguns meses do reconhecimento internacional, a trama de António Barreira prepara-se para ser distinguida pelo Presidente da República Portuguesa.


Será no próximo dia 9 de Junho, num almoço na véspera do dia de Portugal em Castelo Branco que Aníbal Cavaco Silva receberá Margarida Marinho, Alexandra Lencastre e António Barreira e enaltecerá o trabalho feito por toda a equipa.


Em entrevista à Notícias TV desta semana, a protagonista de Remédio Santo afirmou: “É o reconhecimento de um momento que marca o nosso trabalho. Ficámos muito contentes porque é o reconhecimento público de um trabalho que normalmente não é bafejado como pertencente à cultura. O teatro e o cinema é, mas a televisão não costuma ser. E aqui é o Presidente da República que está a fazer este reconhecimento. Fiquei muito contente”, explicou Margarida Marinho.


Já o autor da história admite que “é uma honra receber este convite”: “É um sentimento muito bom. Nós projectamos Portugal além-fronteiras. É bom ver o nosso trabalho reconhecido pelo Chefe de Estado. Posso dizer que já fiz alguma coisa pelo meu país”, afirmou, orgulhoso.


Quiosque: Notícias TV

22 de abril de 2011

"Meu Amor" esteve para ficar na "gaveta" da TVI


Foi em Novembro do ano passado que conquistou o primeiro Emmy para um formato feito no nosso país, no entanto, tal podia não ter acontecido. E a explicação é simples: a história escrita por António Barreira esteve para não ser feita.


A notícia é avançada pela edição de hoje do Diário de Notícias que dá conta de que quando a TVI pensou em ter apenas duas telenovelas no seu horário nobre, no ano passado, Meu Amor era a eleita para não ser transmitida.


É uma fonte bem colocada no processo que o garante ao referido jornal: “Em 2009, o canal já falava em não querer fazer uma terceira novela e foram os guionistas que pressionaram para fazer uma obra de ficção. Nasceu Meu Amor”.


Apesar de tudo, a medida acabou por não ser implementada e a história protagonizada por Alexandra Lencastre, Margarida Marinho e Rita Pereira conquistou não só os portugueses como o público internacional, uma vez que ganhou o Emmy para melhor telenovela.


Quiosque: Diário de Notícias

4 de abril de 2011

Revista de Imprensa 04/04/2011


Segunda-feira, 4 de Abril. A primeira Revista de Imprensa da semana!


César Mourão continua feliz na SIC


Foi o rei do humor nas manhãs da SIC ao ‘contracenar’ todas as suas populares personagens com Fátima Lopes. Com o final de Companhia das Manhãs, em Março deste ano, César Mourão ficou afastado das luzes da ribalta.

Mas, segundo o actor, esse afastamento deveu-se apenas a sua escolha pessoal e não a uma imposição por parte da SIC: “Por ter acabado o Companhia das Manhãs não quer dizer que eu saia do ecrã. Por enquanto, não estou a fazer nada em televisão por opção minha. Já tinha dito, antes de me ter conhecimento da chegada do programa da Júlia, que não passava pelos meus objectivos continuar na manhã. Queria uma paragem do programa da manhã e do day time. A SIC, obviamente, compreendeu”, explica o actor reforçando que esta saída aconteceu dentro da “continuidade de um actor televisivo”

Para o futuro, César Mourão promete que continuará a aparecer em novos projectos no canal de Carnaxide: “Desde que trabalho na SIC, há seis ou sete anos, ainda não trabalhei para outro canal… Estamos a construir, desde que estou no canal, novas propostas. É uma constante. É na SIC que estou”, remata.



Lídia Franco faz pausa na TV


Depois de ter interpretado a maquiavélica Estela na novela da TVI Meu Amor, Lidia Franco está de novo afastada dos ecrãs. A actriz pretende descansar a sua imagem perante o grande público.

“Vou aproveitar os próximos tempos para descansar a minha imagem. A Estela foi uma personagem muito forte, muito marcante e que me obrigou a lidar com energias muito negativas”, justifica a actriz que, sem qualquer tipo de contrato de exclusividade com a estação de Queluz de Baixo, pretende estar mais ligada ao teatro nos próximos tempos: “Nunca tive nenhum contrato de exclusividade, embora gostasse, pois dá-nos outra estabilidade. Por enquanto, vou estar mais dedicada ao teatro, depois logo se vê”

CITAÇÃO DO DIA
"Cada vez percebo menos de audiências"
Rodrigo Guedes de Carvalho



DESTAQUE DO DIA

No semana em que a nova direcção de informação da TVI toma posse oficialmente, Judite Sousa começa, também ela, a trabalhar na sua nova casa. A partir de hoje e até quinta-feira, Judite irá entrevistar no Jornal Nacional da TVI os principais banqueiros nacionais em pequenas entrevistas de 10 minutos. No domingo chegou a vez à jornalista de entrevistar o primeiro-ministro demissionário, José Sócrates, em exclusivo no TVI24.


Quiosque: Notícias TV, Correio TV

19 de janeiro de 2011

Revista de Imprensa 19/01/2011


Bom dia! Seja bem-vindo à Revista de Imprensa desta quarta-feira!


Lídia Franco vive “ponto alto” da sua carreira



Depois de ter conquistado a crítica com a brilhante interpretação da grande vilã de Meu Amor, a actriz vive agora um “ponto alto” da sua carreira, tal como a própria confessa à edição desta semana da revista VIP.


“Espero que o ponto alto seja aquele que ainda está por acontecer. Neste momento, estou num ponto alto, do qual ainda não desci, que é a conquista do Emmy. Costumo dizer que sou uma sortuda porque nunca recebi nenhum daqueles prémios que se dão aos amigos a fingir que são prémios verdadeiros. Até mesmo as condecorações que os senhores Presidentes têm dado, tenho a sorte de nunca ter recebido nenhum desses prémios. Agora tive a sorte de receber um que está acima de todas as dúvidas. Como actriz tento melhorar sempre, evoluir e descobrir-me. Costumo fazer cursos porque o actor tem como instrumento de trabalho o seu próprio corpo e tem de exercitá-lo, tal como a voz. Espero conseguir ir sempre melhorando”, começa por dizer Lídia Franco à referida publicação, acrescentando, de seguida: “Neste momento, sinto que Hollywod reconheceu o trabalho extraordinário dos actores portugueses que fazem milagres nas condições em que trabalham. Gostaria que, em Portugal, se fosse acreditanto em nós próprios e que se acreditasse que só se consegue algo com trabalho. Acredito que há muitas pessoas que gostam do meu trabalho e felizmente que há muitas que não gostam. Agradar a gregos e troianos se calhar não é bom sinal”, frisou.


A terminar, a actriz elogiou os colegas com que trabalhou em Meu Amor: “Todos os actores trabalham para que gostem deles. A base de tudo é o texto e o trabalho dos técnicos é fundamental, mas tudo passa pelo trabalho dos actores. Nesta novela, os actores estiveram todos muito bem”, explicou, dizendo ainda o quanto lhe foi agradável dar vida à má da fita: “Gostei (de fazer de vilã). Tinha de mexer em energias muito negativas, algo que nunca tinha feito. Foi mais uma aprendizagem esgotante nesse aspecto”, frisou.

Sem projectos em televisão para os próximos tempos, Lídia Franco está agora dedicada ao teatro, outra das suas grandes paixões.


Luciana Abreu quer regressar à televisão



Foi no passado sábado que a eterna Floribella deu à luz a sua primeira filha. Na hora da despedida da maternidade, a actriz revelou as “muitas saudades” que tem dos ecrãs.


É em declarações à TV 7 Dias desta semana que Luciana Abreu confessou: “Espero voltar o mais rápido possível. Tenho muitas saudades, mas quero estar com a bebé nos primeiros tempos, pois é muito importante. Um programa, uma novela ou um filme… não consigo escolher a área que gosto mais, sou polivalente e adapto-me a tudo”, frisou.


Recorde-se de que a actriz viu a sua ligação de exclusividade com a SIC chegar ao fim no ano passado e que está agora “livre” para trabalhar com qualquer estação de televisão.


CITAÇÃO DO DIA:


“Sinto-me bastante realizada, e não o escondo, mas a verdade é que também faço por isso”


Maria João Luís




Número do dia:


7.2%

Foi o resultado, de share, do regresso do 5 Para a Meia Noite à RTP 2.



Quiosque: TV 7 Dias, VIP

10 de janeiro de 2011

Marco D’Almeida protagonista da nova trama de António Barreira

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É já certo que Margarida Marinho e Rita Pereira serão as duas grandes protagonistas da próxima história do autor de Meu Amor. Faltava apenas saber quem seria o homem pelo qual as duas lutarão.

É a edição desta semana da revista Mariana quem revela que esse papel está destinado a um outro actor que participou na primeira telenovela portuguesa a ganhar um Emmy: Marco D’Almeida.


Segundo esta publicação, o actor dará vida a um jovem rapaz que namora com a personagem de Rita Pereira no inicio da trama. No entanto, a mãe da rapariga, Margarida Marinho, separa-se do marido e começa a viver uma bonita história de amor com o companheiro da filha. Obcecada pelo namorado, a personagem de Rita Pereira será capaz de tudo para o ter de volta…

Começam, assim, a surgir mais pormenores da telenovela que promete cativar os portugueses, assim como o fez Meu Amor há bem pouco tempo. E a tarefa de substituir Espírito Indomável também não será fácil…


Quiosque: Mariana

29 de dezembro de 2010

O Protagonista do Ano - Novembro


Num mês em que ocorreu a polémica expulsão de Vítor da Casa dos Segredos, o contrato entre a SIC e Manuel Cavaco foi assinado, os rumores da transferência de Manuela Moura Guedes para Carnaxide comentados, Meu Amor acabou por se sobressair a todos os acontecimentos televisivos de Novembro. A novela da estação de Queluz de Baixo trouxe para Portugal, pela primeira vez, um Emmy!


Foi a 23 de Novembro de 2010 que a TVI viu a sua constante aposta na ficção nacional recompensada. A vitória de um Emmy Internacional significou muita mais que a recepção de um troféu quando somos os melhores numa determinada prova. Simbolizou o povo português e, de certa forma, a cultura portuguesa. A novela da estação de Queluz de Baixo, protagonizada por Alexandra Lencastre, Margarida Marinho e Rita Pereira atingiu valores de audiência fantásticos, tendo despedido-se dos telespectadores com uns excelentes 18,8% de audiência média e 55,1% de share. Esta produção foi elogiada na altura por diferentes motivos, sendo um deles o elenco. Para além das três actrizes já referenciadas, Sofia Ribeiro foi outra das que se conseguiu sobressair numa equipa de luxo. Descoberta em Morangos com Açúcar, num papel que passaria despercebido, a nova estrela do canal da Media Capital deu um passo enorme na representação.


Meu Amor tinha de ser a novela vencedora. Desde que fiquei a par da sua nomeação, o que já é um enorme prestígio, não tive dúvidas que Portugal fosse o grande vencedor de tal prémio. Apesar de não ser telespectador das novelas da TVI, fiquei contente pelo facto da produção de António Barreira ter sido a vencedora no meio de uma concorrência forte. Depois de milhões e milhões de euros investidos na ficção, de vários contratos assinados com actores de renome, de filmagens nos quatro cantos do mundo, a estação de Queluz de Baixo não precisava de ganhar nada. Afinal o que interessa são as audiências certo? No entanto, depois de tantas críticas, com e sem razão, ao facto de a TVI não diversificar a sua grelha de programas, de produzir más novelas, de o elenco ser sempre o mesmo, a verdade é que o canal passou a ter na sua posse um troféu que prova precisamente o oposto, que em Portugal também se produzem boas novelas.

Sabendo que os telespectadores nacionais ficaram rendidos a tal vitória, os responsáveis de Queluz de Baixo quiseram partilhar o prémio com os seguidores de ficção portuguesa. Assim, foi emitido um especial conduzido por Cristina Ferreira sobre o Emmy Internacional. Resultados? Cristina Ferreira ascendeu ao horário nobre, da mesma forma que o especial atingiu o primeiro lugar nas audiências.

Portugal é um país de novelas. Críticas à parte, é esta a realidade. Se somos o Brasil a produzir este tipo de conteúdos? Não. No entanto, nada é impossível. Nesse sentido, mais vale investir em produtos com qualidade, e tentar melhora-los, do que lançar sempre as mesmas histórias, os mesmos pares românticos, as mesmas tentativas de representação do quotidiano dos telespectadores nacionais. E, nesse sentido, a TVI esteve de parabéns com Meu Amor.


28 de dezembro de 2010

Margarida Marinho será “mãe” de Rita Pereira

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Depois do sucesso alcançado em Meu Amor, as duas actrizes preparam-se para voltar a trabalhar juntas e, novamente, numa trama de António Barreira, tal como a imprensa vem garantindo nos últimos dias.


Ainda assim, desta vez, o desafio será diferente. É que, segundo a edição desta semana da TV 7 Dias, na substituta de Espírito Indomável, a vilã interpretada por Rita Pereira será filha da personagem de Margarida Marinho, depois de as duas actrizes terem dado vida a duas aliadas na primeira telenovela portuguesa a conquistar um Emmy Internacional.


Uma história que promete captar a atenção dos portugueses do primeiro ao último episódio. As gravações arrancam já em meados de Março e a tarefa de substituir a actual líder de horário nobre será bastante complicada!


Quiosque: TV 7 Dias

15 de dezembro de 2010

Fecho


Boa noite. O Fecho de hoje incluí uma crónica da autoria de Joel Neto, retirada do Diário de Notícias.

Repicam os sinos

1 Olha-se para as diferentes grelhas de Natal e, bem vistas as coisas, trata-se em quase todos os casos do mesmo de sempre. Gala das Galas, com a qual a RTP pretende, na noite de Réveillon, satirizar a programação da concorrência poderá, no entanto, ter alguma graça. Num cenário de autêntica guerra fria entre a SIC e a TVI, a estação pública prepara-se para aligeirar um pouco a atmosfera. Esperemos que os textos sejam bons. Os actores (Bruno Nogueira, Herman José, Maria Rueff, Ana Bola, Joaquim Monchique, Eduardo Madeira, Manuel Marques e Maria Vieira) são os ideais.


2 Continua em vigor uma euforia desconcertante em torno de Meu Amor, a telenovela que ganhou o primeiro Emmy International para a TV portuguesa. No outro dia, alguém escreveu mesmo que se tratava da "melhor telenovela do mundo". E, porém, é preciso concordar com António Barreira, o guionista, quando este diz que, num cenário de crise generalizada, "é bom ver a televisão investir na ficção nacional". É, de facto. Até porque a ficção nacional precisa de mais investimento ainda, de forma a que possa continuar a trilhar o seu caminho em direcção a um padrão mínimo de qualidade. Para já, está longe.


3 Interessante, a entrevista dada ontem por Henrique Sá Pessoa ao DN. Diz o próprio, sem uma pergunta que o justifique: "Apesar de não me considerar um grande comunicador..." E logo a seguir: "Se tenho pessoas que assistem ao meu programa, por alguma razão é." Os americanos chamam-lhe to fish for compliments (ou "pescar elogios"). Entretanto, Ingrediente Secreto está novamente no ar (RTP2). É de mim, ou já chega de programas de culinária?


10 de dezembro de 2010

Fecho

Boa noite. O Fecho de hoje incluí uma crónica da autoria de Nuno Azinheira, retirada do Diário de Notícias.

Isto está a mudar

1. A SIC começa a dar um interessante sinal ao mercado: depois de dois anos de apertos e estrangulamentos, com uma limpeza de balneário que afectou o mais importante do negócio (a programação televisiva e o laço com os portugueses), parece finalmente haver dinheiro para investir. Ele são reality shows e programas de grande entretenimento. Ele são actores que vão chegando a Carnaxide vindos da TVI. Ele são mais novelas a caminho. E, last but not the least, é a chegada de Júlia Pinheiro no início do próximo ano. As coisas vão mudar?

2. Mais de 15 dias depois de a novela da TVI Meu Amor ter conquistado um Emmy Internacional, ainda há quem escreva, nos jornais e na Internet, que o prémio é irrelevante e que os festejos e projecção mediática que a conquista teve por cá é uma saloice. É a visão de uma certa intelligentzia, que olha para a televisão com um mal disfarçado desdém. O prémio, evidentemente, não faz da ficção portuguesa o paraíso na terra, mas é muitíssimo relevante. Ah, e tal, mas não foi em competição com outros formatos norte-americanos, dizem. Pois não. Comparar uma novela, com a sua programação horizontal e lógica narrativa própria, a uma série norte-americana é o mesmo que comparar linguado com sangacho de atum...

3. A segunda edição do Hoje (22.00 na RTP2) tem conseguido esta semana excelentes resultados, acima dos 210 mil espectadores. Ainda terça-feira contou em estúdio com a presença da ministra da Educação, Isabel Alçada. É justo realçar: não só o novo projecto informativo da 2 é melhor do que o anterior, como consegue melhores audiências, como, ainda por cima, marcando a diferença, torna-se uma referência e um palco mediático interessante para qualquer político.

9 de dezembro de 2010

Revista de Imprensa - 09/12/2010

Bom dia! Depois do feriado, seja bem-vindo à Revista de Imprensa desta quinta-feira.

Neemias Silva: "Dei sempre o meu melhor"



O concorrente de 16 anos de Oliveira do Hospital foi o menos votado do último domingo do "Ídolos". Amado por uns e odiado por outros, Neemias acabou por abandonar o concurso da SIC uma semana antes completar 17 anos. "Faço anos na noite de domingo para segunda. Por isso é que gostava tanto de chegar à próxima gala", confessou à TV Mais desta semana.
Apesar disso, na sua opinião, a participação no "Ídolos" é positiva: "Dei sempre o meu melhor nas músicas que cantei. Gostava de ter interpretado uma balada. O Laurent Filipe disse que a minha voz se adequava mais a temas calmos".

Em relação às constantes críticas do júri ("A tua interpretação foi horrível"; "Só passaste porque chorar muito"), o jovem afirmou que tem noção das suas capacidades e, como tal, não considerou correctos alguns dos comentários do quarteto de jurados da SIC. "Tenho capacidade para fazer a minha própria avaliação. As críticas servem para aprender", explicou à referida publicação.

Sobre o seu futuro na música, Neemias Silva revelou que o sonho de actuar frente a milhares de pessoas não termina com a expulsão do "Ídolos": "Estou contente por ter chegado longe e triste por ter saído agora. O meu sonho não acaba aqui. A minha carreira vai ser feita da música".

SIC desmente indemnização a Rita Silva


Foi na terça-feira que o Correio da Manhã lançou para as bancas uma matéria que dava como certa uma indemnização da estação de Carnaxide a uma ex-concorrente do "Ídolos", na ordem dos vinte e cinco mil euros.
No entanto, e para estranheza da direcção do terceiro canal e da própria produtora do talent-show, essa notícia foi inventada. "É mentira. Não recebemos qualquer notificação. E não recebemos porque a informação é falsa", revelou Luís Marques ao Diário de Notícias.

Uma vez que a informação disponibilizada pelo jornal da Cofina não só coloca em causa o bom nome da estação de Carnaxide e da Fremantle como do próprio concurso, que muito sucesso faz junto dos portugueses, uma acção em tribunal contra o Correio da Manhã já esta a ser pensada: "Numa altura em que estamos na fase final do concurso, esta notícia falsa põe em causa o nosso bom-nome. Isto não é grave, é gravíssimo", confessou o director-geral da produtora do "Ídolos".

Ao que parece, a condenada do processo com Rita Silva terá sido a editora discográfica do disco que a cantora havia lançado depois do término do talent-show da SIC. Segundo o Diário de Notícias, devido ao facto de Essência não ter obtido o sucesso prometido e desejado, a ex-concorrente acabou por "frequentar consultas de psicologia e chegou a abandonar a faculdade durante um ano".

Resta agora saber se o Correio da Manhã irá ou não rectificar a informação difundida na edição de anteontem.

Citação do dia

"Quando ouvi 'My Love' corriam-me as lágrimas"

Alexandra Lencastre


Curiosidade do dia

A mãe de Andreia Leal revelou à TV Mais desta semana que o seu Natal e o dos seus netos já começou a ser preparado. Confrontada com a possibilidade de a filha continuar no reality-show da TVI depois na semana natalícia, Ana Bela Leal afirmou o seguinte: "Vamos ver como é que as coisas correm".


Quiosque: Diário de Notícias, TV Mais

1 de dezembro de 2010

Revista de Imprensa 01/12/2010


Bom dia! Seja bem-vindo a mais uma Revista de Imprensa!


Sofia Alves feliz com participação em “Sedução”





Depois de José Cid a conhecida actriz já gravou a sua participação especial na telenovela de Rui Vilhena, onde vai fazer “dela própria”.


“Faço uma das convidadas do José Carlos Faria, que vai ao estúdio para uma entrevista em directo, ou seja, vou como Sofia Alves. Foi inovador para mim, pois foi a primeira vez que tive metade do guião escrito e a outra metade improvisado”, começa por dizer a actriz, acrescentando em seguida: “Na história vai ser um momento forte, pois as coisas complicam-se para o apresentador do talk-show, com um momento dramático e consequências graves. E mais não digo”.


A terminar, Sofia Alvez fez questão de elogiar os colegas com quem trabalhou: “Foi óptimo matar saudades de colegas e amigos com quem trabalhei tantas vezes em miúda e com quem já não me cruzava há muito tempo, como é o caso da Sofia Grillo e do João Perry, com quem me estreei tanto no cinema como nas novelas. É meu ‘padrinho’ de carreira nas duas áreas. Foi muito divertido e recordámos momentos geniais que passámos juntos, já lá vão 20 anos”.


Núria Madruga não sai da TVI




Pertencente à família dos casados desde inícios do mês de Setembro, a actriz encontra-se agora a desfrutar de uns tempos de férias. Mas o seu regresso ao trabalho já está marcado.


Tal como já havíamos revelado recentemente, Núria Madruga está já escalada para o elenco de A Terceira Vez. E é em entrevista à TV 7 Dias desta semana que a própria o garante: “Aceitei o papel, até porque sou exclusiva da TVI por mais três anos”.


Na referida conversa, a actriz veio confessou ainda o seu gosto por ser estrela da televisão de Queluz de Baixo, ao dizer: “O meu contrato já tinha sido renovado, antes da Gabriela Sobral ter saído da TVI… Gosto muito de estar na TVI. Sinto-me bem e em casa, portanto, neste momento, nada me faria mudar de estação. O futuro a Deus pertence”, finalizou.


CITAÇÃO DO DIA:


“Peguei na minha câmara para filmar o momento (revelação do vencedor). Quando disseram My Love… deixei-a cair”


Rita Pereira



Curiosidade do dia:


Depois de os concorrentes da Casa dos Segredos terem recebido uns pares dos históricos e míticos ténis Sanjo, é a vez de os actores de Morangos com Açúcar os usarem, no espectáculo de Natal que será emitido na série, brevemente.




Quiosque: TV 7 Dias

27 de novembro de 2010

Fecho


Boa noite. O Fecho de hoje incluí uma crónica da autoria de Nuno Azinheira, retirada do Diário de Notícias.

No país do "achómetro"

Os fóruns de discussão na Internet davam um tratado sociológico. Desde terça-feira de ma- nhã, quando se soube que a novela Meu Amor ganhou um Emmy Internacional, os portugueses ensaiam o crítico de televisão que têm dentro deles. Em Portugal, toda a gente tem opinião. É, aliás, neste país que ouvimos qualquer vox populi começar com a expressão "eu não percebo nada de política, mas acho que..."
Estamos, pois, no país do achómetro. Toda a gente acha. Acha que sim, acha que não. Acha que talvez. No caso em apreço, acha-se de tudo. Acha-se que a novela é boa, acha-se que a novela é má, acha-se que o prémio, o primeiro na história da televisão portuguesa, é uma honra, acha-se que o galardão vale tanto como uma folha de jornal onde se embrulham as castanhas assadas.
Todas as opiniões são legítimas, desde que fundamentadas. Mas, depois, neste rei- no da democracia que é a In- ternet, onde se escreve de tu- do sem o mínimo respeito, decoro ou vergonha, lêem-se pérolas como estas: "eu nun- ca vi a novela, mas deve ser o esterco habitual que abunda na TVI" ou "num país onde há tanta gente a morrer de fome, vão aquelas p... gastar dinheiro para Nova Iorque".
Eu sei que em casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão. Eu sei que a falta de dinheiro e a cri- se potenciam o lado mais animal que há em nós, embora a ignorância e a maldicência não tenham estatuto socio-económico e sejam transversais à sociedade.
Eu não fui um seguidor de Meu Amor, não consigo dizer se era ou não uma boa novela. Sei que tinha grandes actores, sei que foi premiada com um Emmy, que não é propriamente o Troféu Recreativo da Amareleja de Cima. E mesmo que fosse. Mania, esta, de invejar os feitos dos outros...

26 de novembro de 2010

Fecho


Boa Noite! O fecho de hoje inclui uma crónica da autoria de José Eduardo Moniz, retirada da Vidas on-line.


O atrevimento de sonhar


O Emmy obtido pela novela "Meu Amor" é a demonstração de que a ousadia compensa. Tenho repetidamente afirmado que ninguém nasce condenado a ser pequeno. Durante muitos anos, vigorou na Televisão, em Portugal, a ideia de que não havia capacidade para se ombrear com o que, no estrangeiro, se fazia em matéria de ficção. O primado avassalador das novelas da TV Globo contribuiu para que essa convicção adquirisse raízes, com a ajuda militante do imobilismo nacional e do deslumbramento causado por tudo que vinha do exterior. Sempre acreditei que, no nosso País, havia talento e capacidade técnica para se fazer mais e melhor do que aquilo que era produzido por estas paragens. A única forma de crescer e ganhar mercado seria tentar competir exactamente nos mesmos termos com quem nos dominava, inclusivé, com sobranceria.

"Todo o Tempo do Mundo" e "Jardins Proibidos" foram os primeiros passos de um percurso feito de aventura, entusiasmo e crença. Muitas boas vontades se congregaram para que um sonho se pudesse converter na realidade que agora internacionalmente se viu consagrada. Portugal dispõe hoje de uma indústria de produção ficcional para Televisão, com autores, actores, realizadores, cenógrafos e técnicos que, convenientemente orientados e dirigidos, podem materializar qualquer projecto, mesmo os mais ambiciosos. Independentemente das novelas, recordo aqui "A Jóia de África" e "Equador" como duas apostas que arrasaram com as velhas e tradicionais teorias, segundo as quais Portugal estaria vocacionado para pensar apenas em ponto pequeno. Como tudo na vida, é preciso acreditar, medindo cada opção, sopesando cada custo, ponderando cada alvo a alcançar.

Sempre encarei um projecto de ficção como um bébé que precisa de amparo sistemático e militante. O mínimo descuido, num país onde a má língua impera e a inveja faz ninho, pode revelar-se fatal para quem ganhou asas para voar. As sementes lançadas necessitam de rega permanente, para que os frutos nasçam e cresçam saudáveis, capazes mesmo de resistir à fúria de muito gestor insensível, limitado pela lógica dos números e sempre de tesoura ao alcance da mão, tacanhamente indisponível para entender a verdade do negócio e da sua reprodução.

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O Emmy de "Meu Amor" é apenas uma etapa. Se houver coragem, determinação e o sonho que derruba barreiras muitas outras serão alcançadas, tal o volume de oportunidades que se abrem, mesmo no exterior. Com humildade e bom senso, neste período de crise e descrença, o audiovisual pode fornecer exemplos sobre formas de agir. Descansar à sombra das glórias alcançadas é o caminho certo para o insucesso. Os que fizeram "Meu Amor" estão de parabéns. Mas a globalidade dos autores, actores, técnicos e músicos que contribuiram para que uma indústria se conseguisse impor, com valores próprios e diferenciadores, também. Sem essa máquina instalada, no panorama, provavelmente, ainda predominaria a marca brasileira. Até para os mais novos. Nesse aspecto "Morangos com Açúcar", por exemplo, representa muito mais do que uma série que se mastiga como pastilha elástica. É um laboratório de talentos apontado ao futuro. Mesmo quando é tratado com menos cuidado do que merece.


25 de novembro de 2010

TVI com emissão especial dedicada ao Emmy de “Meu Amor”

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Foi na passada segunda-feira, em Nova Iorque, que um grande passo foi dado na ficção nacional. A trama de António Barreira venceu a categoria de Melhor Telenovela Internacional e a festa foi de arromba.


Assim, a estação de Queluz de Baixo decidiu homenagear Meu Amor e, durante o próximo fim-de-semana emitirá um programa especial, cujas reportagens são da autoria de Cristina Ferreira, sobre os bastidores da cerimónia.


A novidade foi avançada pela apresentadora, precisamente pela apresentadora durante esta manhã, no Você na TV. Ainda assim, a colega de Manuel Luís Goucha não confirmou ainda se será sábado ao domingo, mas, ao que tudo indica, deverá ir para o ar domingo, ainda antes da gala de Secret Story.

Fecho

Boa noite. O Fecho de hoje incluí uma crónica da autoria de Joel Neto, retirada do Diário de Notícias.

Vitórias pequeninas

1. Dedicar uma gala de Operação Triunfo (RTP1) ao velho rock português pode vir a verificar-se uma boa ideia do ponto de vista das audiências, mas não do ponto de vista da qualidade do programa. Ainda há uns dias estive a ouvir um disco inteiro de velhos êxitos do rock nacional. E como eram maus, quase todos eles...

2. Só para deixar claro um contraponto ao triunfalismo reinante, após a vitória de Meu Amor (TVI) no Emmy Internacio-nal para que fora nomeada. Meu Amor bateu concorrentes da Argentina e das Filipinas. Alguém tem ideia de como são as telenovelas na Argentina e nas Filipinas?

3. Há semanas que a SIC vem anunciando com veemência o especial sobre José Mourinho programado para amanhã à noite - e, tendo em conta o que já se conhece do projecto, a coisa promete. Para já, registam-se ao mesmo tempo o engenho de Carnaxide e a boa vontade do treinador. Depois de mais um ano atrás da RTP1, a SIC precisa de boa vontade.

4Não surpreende, o fim de Allô Allô (SIC). Não era um programa, mas um negócio, onde contavam muito mais as chamadas de valor acrescentado do que a publicidade. Com a crise como poderia sobreviver?

5Estamos muitas vezes em desacordo, eu e Nuno Azinheira, com quem alterno nesta rubrica. Ontem, não estávamos. Que um jornalista (no caso, Pedro Mourinho, convidado para rosto da candidatura ao Mundial de 2018) não possa participar numa iniciativa de marketing, devido aos riscos de compadrio que isso supostamente acarreta, é um absurdo. Há instituições que cristalizaram. Uma delas é a Comissão da Carteira Profissional de Jornalista.


23 de novembro de 2010

Falar Televisão


Uma vitória, com amor!

Hoje é um marco na ficção nacional. Depois da nomeação, a consagração. Meu Amor ganhou um Emmy internacional! Mais do que uma vitória, esta é uma prova de que os portugueses conseguem fazer produtos muito, muito bons.


Sempre gostei desta trama. Embora na recta final não tenha podido acompanhar com tanto afinco, sempre achei que era uma história muito forte, com um elenco soberbo e que, por si só, seria um marco no modo de escrever este tipo de produções.

Ainda assim, esta é também uma vitória para o próprio argumentista e actores, que embora com “maus tratos” da TVI face ao horário em que era exibido, conseguiu conquistar o mundo. Por esta altura, acredito que os responsáveis de Queluz de Baixo se sintam um pouco chateados pela forma como trataram tão boa produção. Afinal de contas, o génio de Meu Amor, o forte desta história tinha tudo para conquistar sempre o público (e conquistou), mas podia( e devia) ter recebido mais!

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E porque “mais um dia hade chegar”, espero que por Queluz de Baixo se tenham apercebido de que, muitas vezes, há melhores formas de tratarem os seus programas, que não sejam alterar constantemente os seus horários. Mais do que os actores e profissionais que fazem este tipo de produções, os portugueses merecem todo o respeito!

Ainda assim, e porque o que importa, neste momento é o dia de hoje, Meu Amor irá, com certeza, brilhar ainda mais lá fora! A exportação é quase que uma certeza!


Parabéns, Meu Amor!

"Meu Amor" conquista um Emmy!

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A noite que se passou marcou um passo na ficção nacional! A telenovela escrita por António Barreira ganhou aquela que é talvez uma das maiores internacionais: um Emmy!

Numa noite em que muitas estrelas desfilaram pela passerele da conceituada cerimónia, em Nova Iorque, Meu Amor levou a melhor sobre Ciegas e Citas, da Argentina, e Dahil May Isang Ikaw, das Filipinas.


Portugal está de parabéns, António Barreira e o restante elenco desta história merece, definitivamente, uma homenagem! Nunca antes uma produção havia ganho tal distinção e, assim, está mais uma vez provada a enorme qualidade das tramas nacionais!

Parabéns, Meu Amor!

17 de novembro de 2010

Cristina Ferreira vai aos Emmys 2010!

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É já no próximo dia 22 de Novembro, segunda-feira que decorrerá, em Nova Iorque a cerimónia dos Emmy's. Todavia, este ano, uma telenovela portuguesa está nomeada e tem 33% de hipóteses de ganhar.


Como tal, a TVI decidiu enviar uma comitiva de peso até à "cidade que não dorme". Para além de Rita Pereira, que já tá em terras de Tio Sam, também Alexandra Lencastre, Margarida Marinho, Paulo Pires e António Barreiras marcarão presença no certame. Mas há mais! A estação de Queluz de Baixo chamou também a apresentadora de Você na TV! para acompanhar este momento tão importante para a ficção portuguesa.


A notícia foi avançada pela própria apresentadora, durante a emissão de hoje do programa matinal, que garantiu que estará ausente do Você na TV! de segunda a quarta-feira!

28 de outubro de 2010

Fecho


Boa noite. O Fecho de hoje incluí mais uma crónica da autoria de Nuno Azinheira, retirada do Diário de Notícias.

Amor arrasado

A novela Meu Amor conseguiu no sábado à noite o seu melhor resultado do ano. Não admira. A novela que reuniu no mesmo elenco Nicolau Breyner, Alexandra Lencastre, Margarida Marinho e Rita Pereira despediu-se dos espectadores portugueses. E logo com a melhor marca do ano: quase 1,8 milhões de portugueses e mais de 55% de quota de mercado. Nos minutos que antecederam a palavra "fim", seis em cada dez espectadores que viam televisão estavam sintonizados na TVI. Um resultado arrasador e que dizimou tudo à volta.

Na RTP1, o segundo episódio de Operação Triunfo (OT), a grande aposta de entretenimento da televisão pública para o Outono/Inverno, não ultrapassou uns impensáveis 11% de share. Já o escrevi aqui na semana passada: fazer da OT uma espécie de Ídolos bonzinho foi um disparate. Perdeu a OT, que marcava a diferença, e ganhou o Ídolos pela inevitável comparação.

Já o programa de Herman José, que juntou um elenco de luxo (Maria João Avillez, Ana Bola e Maria Rueff), nem sequer chegou aos 10 pontos percentuais.

Na SIC, enquanto Lua Vermelha ainda aguentou bem (20%), o especial Pequenos Instantes, Grandes Momentos reduziu a gloriosa história da SIC a uns míseros 13%. Por mais que tente, não consigo entender: eu sei que é difícil programar contra o último episódio de uma novela de sucesso, mas para quê voltar a comemorar o 18.º aniversário da estação com um programa de autoflagelação: a SIC de hoje já não é aquela SIC; a maior parte dos profissionais que por ali passaram em imagens de arquivo já estão noutras paragens. A coisa acaba por ser um bocadinho deprimente: a SIC parece aquelas senhoras das Avenidas Novas de Lisboa, de boas famílias, impecavelmente vestidas e de cabelo armado cheio de laca, mas sem um tostão para viver.


24 de outubro de 2010

O Melhor & Pior da Semana

Olá Boa Noite! Seja bem-vindo à edição da noite do "Melhor & Pior da Semana". Fique com as três escolhas finais entre as 21h e as 23h.

Melhor da Semana TVI

"Nem sempre é fácil dizer Meu Amor". Terminou ontem, após 1 ano em exibição, aquela que foi a novela que juntou algumas das maiores estrelas da TVI. "Meu Amor" da autoria de António Barreira foi uma novela que conquistou os portugueses e ultimamente também os estrangeiros com a nomeação para o Emmy de Melhor Novela do Mundo. Foram muitas as cenas que vão ficar na memória de todos nós e as interpretações dos nossos actores:

Lídia Franco - A sua Estela foi um presente bem embrulhado do autor para a actriz. Lídia Franco esteve irrepreensível numa mulher sem qualquer pingo de culpa e desprovida de sentimentos.

Alexandra Lencastre - A diva da TVI, a partilhar o protagonismo com Margarida Marinho perdeu algum do seu brilho, mas sem comprometer a sua interpretação e o trabalho na novela. Foram muitos os problemas que Alexandra passou ao longo da novela.

Ana Catarina - Demonstrou nesta novela que pode voar mais alto na representão em Portugal. A aposta do autor e da estação na sua Judite teve claramente nota positiva.

António Pedro Cerdeira - Uma personagem que encaixou quem nem uma luva ao actor. Cerdeira esteve irrepreensível na sua interpretação de um homem que só pensa no seu próprio bem.

Cristina Homem de Mello - Com um papel secundário depois de algum destaque em algumas produções anteriores a actriz não comprometeu com a sua personagem e o drama de perder um filho.

Dina Félix da Costa - Uma personagem, que a meu ver, não ficará na memória dos portugueses. Penso que ao longo da novela poderia ter emprestado mais sentimento à personagem.

Elisa Lisboa - Surpreendeu e fez rir toda a gente que seguia esta novela. A velha gaiteira que interpretou foi deliciosas e um dos pontos de humor e de destaque desta novela.

Francisco Côrte Real - A escolha de um menino bonito para interpretar um manequim na novela. Das interpretações mais fracas da novela.

Joana Duarte - Podia com a sua personagem, ter surpreendido mais e talvez dar o salto que necessitava. Mas isso não aconteceu. Se Queluz voltar a apostar na actriz, espera-se o "salto" de Joana.

José Wallenstein - Num papel mais secundário, depois das magistrais interpretações em "Tempo de Viver" e "Olhos nos Olhos", o actor esteve óptimo com o seu Alberto.

Manuel Cavaco - Demonstrou mais uma vez ser um dos melhores actores de Portugal. Horácio a par de Bicas em "Olhos de Água", foi uma lição de representação para todos. O seu amor e cuidado para as sobrinhas, a simpatia com Cláudio e a "luta" que travava com Lurdes e Inácia foram simplesmente magistrais.

Marco D'Almeida - Apesar de achar que a sua personagem andou sempre um pouco perdida ao longo da novela, o actor conseguiu imprimir em Bernardo uma inocência que este precisava.

Margarida Marinho - Foi a âncora e a estrela desta novela. A sua interpretação de Helena foi simplesmente divinal, e do trio de protagonistas (Margarida, Alexandra e Paulo Pires) foi aquela que brilhou mais.

Maria Emília Correia - Uma interpretação divertida e sempre bem conseguida.

Márcia Breia - A governante Adelaide, sempre atenta a tudo, foi um dos personagens que puxava pela novela. As suas "discussões" com Patrícia eram maravilhosas.

Nicolau Breyner - Interpretação magistral de Nicolau. Demonstrou porque é considerado o melhor actor de Portugal. Duro, mau, seco, mas também, meigo e doce, foi o actor desta novela.

Núria Madruga - O drama de uma modelo que sofre um acidente e fica desfigurada, poderia para mim, ter sido melhor aproveitado. Penso que a personagem de Núria se perdeu no meio do triângulo amoroso.

Patrícia Tavares - A maior surpresa da novela, para mim. O "patroazinha" irá ficar na memória dos portugueses e a actriz imprimiu um humor e sentimento a esta personagem fora do comum. Merece por parte dos responsáveis um papel de destaque numa nova novela.

Paulo Pires - Desiludiu-me um pouco nesta novela. Por vezes parecia que Paulo Pires estava apenas a debitar texto. O seu Quim não foi das interpretações mais conseguidas.

Rita Pereira - Para mim a actriz não desiludiu mas também não surpreendeu. Ficou sem dúvida atrás do protagonismo de Margarida Marinho e Alexandra Lencastre e principalmente de Sofia Ribeiro.

Rodrigo Menezes - Se sempre achei que Rodrigo não era um bom actor, a sua interpretação em "Meu Amor" veio provar que afinal ele até consegue uma boa interpretação. O seu timido Cláudio foi a sua melhor interpretação.

Sofia Ribeiro - É neste momento, uma aposta futura na ficção em Portugal. Depois de ter surpreendido tudo e todos em "Fascínios" voltou a acontecer em "Meu Amor". Sofia apagou Rita Pereira.

Pedro Barroso - Demonstrou que também pode ser mau, sendo bom. Prova disso é que já está na próxima novela.