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6 de maio de 2011

"Depois da Vida" com Artur Agostinho esta noite na TVI


É já hoje à noite que a televisão de Queluz de Baixo estreia a quarta temporada do programa que promete falar com quem já não está entre nós. E, à semelhança do que aconteceu no passado, o convidado especial é alguém que já não está entre nós.


Assim, na noite desta sexta-feira Iva Domingues conversará com Artur Agostinho, que nos deixou recentemente.

A não perder, logo após a telenovela Sedução, pelas 00h33.

9 de abril de 2011

"Depois da Vida" com Artur Agostinho

À semelhança do que aconteceu com Carlos Castro, na terceira temporada do programa de Iva Domingues, também a quarta contará com a presença de um convidado que já não se encontra entre nós.


“Foi uma infeliz coincidência. São coisas que não prevemos, está fora do nosso controlo”, explicou a apresentadora à edição desta semana da Notícias TV.


Assim, quando estrear a quarta temporada de Depois da Vida, que deverá ser ainda antes do início do Verão, Iva Domingues conversará com Artur Agostinho, que faleceu recentemente.


Quiosque: Notícias TV

23 de março de 2011

Fala-se! 16/03/2011

Boa Tarde, são 15h e está em linha o Fala-se! de hoje.

Artur Agostinho

É quase impossível não falar-se de Artur Agostinho, ou não tenha o dia de ontem sido uma triste realidade em que todos tivemos conhecimento da partida do brilhante jornalista, locutor de rádio, actor, apresentador e escritor. É com alguma tristeza que todos vemos partir este magnífico Homem (desculpem-me, mas é inevitável usar maiúscula!), mas é importante salientar que o mesmo se sentia o suficientemente reconhecido, honrado e homenageado, e ainda bem que tivemos oportunidade de glorificá-lo em vida, porque agora, na morte, mesmo que reconhecido e valorizado, de nada servem homenagens. A vida continua, e os noventa anos em que nos fez companhia nunca serão esquecidos, até sempre Artur Agostinho!




Rita Pereira

Não se falar de Rita Pereira é que seria surpresa! Não há revista em que não haja uma indicação sobre a jurada de Uma Canção Para Ti. Mas desta feita, a actriz falou sobre o seu novo papel na novela Eclipse e confidenciou que todos os anos viaja por altura do seu aniversário, o que não aconteceu este ano, já que a sua presença no programa das noites de domingo da TVI requisitava a sua presença. Ainda assim, não se terá privado de quatro dias na ilha de São Miguel, nos Açores. Rita Pereira adiantou ainda que o seu desejo de ser mãe continua de pé e que não quer saber quando o terá, desde que venha cheio de saúde. Quanto à nova personagem, afirma que é uma rapariga manipuladora, que não a meios para atingir os seus fins, ou seja, espera-nos algo de muito diferente de Mel de Meu Amor.

Quiosque: TV 7 Dias

22 de março de 2011

Falar Televisão



Até já!

Recordo-o com saudade. Artur Agostinho foi e será sempre um dos maiores portugueses de Portugal. Independentemente das profissões a que deu vida, dos meios de comunicação que representou, há algo que ninguém pode desmentir: este homem é a nossa pátria.
Em novelas, séries, crónicas nos jornais, locuções ou em livros, Artur Agostinho foi, é e será um exemplo para todos nós. Deixou-nos sem avisar, porém ninguém o deixará partir sem reflectir na vida. Ninguém sabe o dia de amanhã, ninguém sabe o que nos reserva o futuro, o destino, a vida... Apenas temos noção do passado, e do presente imediato. Nada mais. É com este pensamento que temos de enfrentar o dia-a-dia, por mais cansativo que seja. Esta pode ser uma tarefa difícil para alguns, mais fácil para outros, no entanto não tenho duvidas de que Artur Agostinho tenha vivido ao máximo o presente para trazer ao público o seu melhor.


Sempre com uma postura digna de um senhor, e com uma simpatia extrema, lembro-me de o ver numa palestra no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. Sentado em frente a vários estudantes, falava com alma nas conhecidas Jornadas da Comunicação. Foi há menos de um ano, comprovando-se desta forma o que Artur Agostinho confessou em "Alta Definição": "As semanas passam a voar".

Um exemplo de vida para qualquer um de nós. Sem manias ou tiques, este homem dos sete ofícios tinha sempre um sorriso para oferecer a quem o olhasse nos olhos. De facto, ao ouvir novamente as suas declarações nas diferentes entrevistas, fico sem palavras. A experiência de vida destes 90 anos, valem muito, mas muito, pela minha idade toda, que sou um novato.

Para mim, e acredito que para muitos de vós, Artur Agostinho ficará imortal na minha memória. Obrigado por tudo. Até já!



Morreu Artur Agostinho


Um dos mais célebres actores da nossa praça faleceu. Artur Agostinho, com 90 anos, foi condecorado no dia 28 de Dezembro pelo Presidente da Républica com a Comenda da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada.
Ainda são poucas as informações disponibilizadas pela comunicação social, nomeadamente sobre a causa do óbito deste grande comunicador nacional.

Actor, escritor, jornalista e locutor, Artur Agostinho foi o homem dos sete ofícios, sendo para todos um grande exemplo a seguir.

O Televisão-Opinião deixa aqui as condolências à sua família, assim como a todos os seus admiradores.

8 de março de 2011

Fala-se! 08/03/2011


Boa Tarde! Seja bem-vindo a mais um Fala-se!



Sofia Ribeiro


Numa altura em que atravessa uma excelente fase da sua vida profissional, com a participação enquanto jurada em Uma Canção para Ti e que prepara o casamento com o namorado, Rúben Rua, a actriz vê a sua vida pessoal exposta na capa da TV 7 Dias.


Segundo esta revista, a família de Sofia Ribeiro vive “em pé de guerra”, motivado em grande parte pelo facto de a mãe ter dado dois filhos para adopção, que a actriz apenas conheceu no último Verão.

Apesar de tudo, a Rita de Sedução preferiu não tecer qualquer tipo de comentários sobre este assunto.



Artur Agostinho


Afastado dos ecrãs desde que participou em Perfeito Coração, para a SIC, o actor atravessa um momento menos bom de saúde.

Segundo a TV 7 Dias desta semana, o estado de saúde de Artur Agostinho oferece alguns cuidados e deverá, inclusivamente, mantê-lo afastado de vários compromissos nas próximas semanas.

Contudo, os motivos de tal situação não são conhecidos.


Quiosque: TV 7 Dias

9 de junho de 2010

“Fernanda” de “Mar de Paixão” inspirada em filha de Artur Agostinho


Foi há 23 anos que Emília Agostinho viu a sua vida desmoronar. Um acidente grave levou-lhe o marido e o filho, então com sete anos.


Tudo aconteceu em Janeiro, como relatou à TV 7 Dias: “O Rodrigo faleceu em Janeiro. Ele andava no colégio Avé Maria, em Alcântara. Nessa manhã, estava chocho. Eu naquele dia tinha uma coisa qualquer dentro de mim… e pensei que, se calhar, era melhor não o deixar na escola, mas ele disse-me que estava bem. Voltei atrás para lhe dar mais um beijinho e fui para o trabalho. Como estava preocupada, liguei para a escola e disseram-me que ele estava bem, mas eu liguei ao pai dele e disse-lhe para o ir buscar. Quando iam a caminho da casa da minha mãe, veio um camião TIR do lado da ponte e o carro deles foi abalroado. O meu filho ficou com um ar muito sereno, tiraram-no facilmente, acho que ainda mexia os olhos; o pai ainda ficou encarcerado e morreram os dois”, contou.


Toda a dor que a filha de Artur Agostinho foi também ela partilhada com o pai, que a ajudou a superar tamanha tragédia. Hoje, Emília, com 57 anos é presidente da Instituição “A Nossa Ancora”, onde se fala da dor e do sentimento de perda de um filho.


Toda esta história da “vida real” serviu de inspiração a Patrícia Müller para escrever a trama central de Mar de Paixão. Na mesma entrevista, a filha de Artur Agostinho elogiou a autora: “Vejo os episódios e estava cheia de curiosidade. Dei-lhe os parabéns porque está muito bem retratado e a Fernanda fez muito bem o papel. O sentimento de culpa existe, o pai a acusar a mãe por ter dado os órgãos, o sentimento de posse por um filho é importante.” Sem querer tirar partido por nenhuma das personagens, Emília deu o seu parecer: “Percebo a parte do pai, mas também a da mãe e a família divide-se”, disse. No final da conversa com a equipa da TV 7 Dias, a senhora referiu ainda que tem a certeza de que quando partir, terá o seu filho a recebê-la de braços abertos.


Histórias da “vida real” que, embora estejam relacionadas com uma figura muito acarinhada pelo público, Artur Agostinho, não deixam de servir de inspiração à ficção nacional.



25 de maio de 2010

Para lá das 24


Boa Noite! Seja bem-vindo ao primeiro Para lá das 24 desta semana!

Realizou-se no passado domingo a XV edição dos Globos de Ouro. O certame, por muitos apelidado de “A Gala do Ano”, encheu a capital de glamour e o habitual desfile de gente bem conhecida, quer da televisão, quer das revistas, do teatro, ou até mesmo do desporto foi uma constante. Quase três horas de emissão com dezassete prémios entregues. Sendo eu um apaixonado por este tipo de eventos, é claro que teria que compartilhar consigo a minha opinião.


Gostei de Bárbara Guimarães. Esteve à vontade, não sei se por estar em estado de graça, mas o facto é que mostrou à vontade e entrou nas brincadeiras. Destaque para a criação de Luís Buchinho que usou na última parte da cerimónia e com a qual parecia uma verdadeira princesa. Há que dar aquele grande aplauso a Ana Bola e Maria Rueff, que foram fantásticas. Não se esperava outra coisa, claro! Também César Mourão voltou a provar que tem imenso talento.


A meu ver os dois momentos mais altos da noite foram quase no fim da cerimónia. O primeiro foi aquele em que os holofotes se centraram em Daniela Ruah. A actriz venceu, merecidamente, o prémio de revelação do ano e, na hora de ir receber o globo, pela


mão do grande Manuel de Oliveira, a emoção era o que mais se via no seu rosto. Sempre gostei desta jovem, e ontem, mais do que nunca foi o seu grande momento. Pena ter chegado um pouco atrasado, mas como se diz na gíria, “mais vale tarde que nunca”.


O outro grande acontecimento foi, claro está, a entrega do prémio Mérito e Excelência. Uma magnífica reportagem com um excelente texto sobre um dos senhores da comunicação, o tão acarinhado pelo público português, Artur Agostinho. O seu discurso então, foi lindo! Desde a humildade em dizer que merecia o globo, às confissões que fez. Mereceu e muito, o aplauso de pé, de toda a plateia do Coliseu dos Recreios.


Todavia, e tal como em tudo o que é cerimónias deste género, há sempre momentos menos positivos. Destaco, como não poderia deixar de ser, o facto de Bárbara Guimarães não ter usado a criação de Filipe Oliveira Batista. Inicialmente, cheguei a pensar que era uma brincadeira, mas, convenhamos que foi um momento um pouco desagradável, sobretudo para o estilista. Ter o trabalho, a dedicação em desenhar o fato para a apresentadora e ela não o conseguir vestir é, de facto, mau. Não sei de quem é a culpa, nem sequer se há culpados, mas era uma situação dispensável. Apesar de tudo, a uma grávida tudo se desculpa, e com certeza que o próprio designer não terá levado a mal. Este foi, definitivamente o momento menos bom da cerimónia, a meu ver, mas é claro que houve outros. Principalmente no pré e pós gala. Mas desculpa-se, ou não se tratasse de uma emissão em directo, em que tudo acontece ao minuto.

É sempre um prazer poder acompanhar os Globos de Ouro. Desde pequeno que me recordo de a minha família se reunir para acompanhar o certame. Se há uns anos este programa era rei de audiências, desde há algum tempo que perdia constantemente para as tramas da TVI. Este ano, contudo, os Globos de Ouro conseguiram ajudar a estação de Carnaxide ao primeiro lugar. As tramas de Queluz de Baixo desceram um pouco, em relação ao que fazem ao longo da semana. Esta é, sem dúvida uma vitória da SIC que voltou a provar que os Globos ainda são interessantes para o público. Numa gala sem grande alarido, mas que teve o essencial: elegância e boa disposição. Venha a próxima!