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23 de maio de 2011

Comunicado



No lugar do "Falar Televisão", é lançado nesta segunda-feira mais um comunicado aos leitores do Televisão-Opinião sobre a área dos comentários. Depois de uma afluência de opiniões registada nas últimas semanas, decidimos, por respeito ao nosso trabalho, e à sua preferência por este espaço sobre os ecrãs nacionais e internacionais, iniciar a moderação de comentários. 
Assim, desde o último fim-de-semana todas as participações dos leitores nos diferentes post's serão sujeitas a uma avaliação, que deverá respeitar as seguintes regras:

- Não ofender os outros leitores do Televisão-Opinião;
- Não recorrer a palavras menos próprias nos comentários;
- Não entrar em discórdia com outras opiniões por estas serem diferentes da pessoa que comenta;

Estas são três normas básicas que, a partir de hoje, terão de ser respeitadas. Não adianta opinar sobre esta medida, sobre o facto de finalmente a termos adoptado. Se o fizemos não foi por nossa culpa, contudo adiantamos que não cortaremos a "liberdade de expressão" que alguns referem. Todos os comentários que respeitarem estas pequenas e simples exigências, serão aprovados. Os restantes? Lixo.

Se há coisa que a equipa do Televisão-Opinião não tolera é precisamente a falta de respeito e, nesse sentido, alguns leitores estão a tê-la connosco. Mais? Não adianta criticar-nos e dizer que não vai voltar a visitar este blog. É uma decisão sua e, como tal, só temos de a respeitar.
Somos uma fonte de informação, e não de debate. Para entrar em discórdias, existem os fóruns, ferramenta que o Televisão-Opinião ainda não dispõe.


Obrigado,


A equipa do Televisão-Opinião

26 de abril de 2011

Comentar ou não comentar?

É com alguma tristeza que vejo as discussões que têm existido durante as últimas semanas no Televisão-Opinião entre os leitores. Independentemente de quem as inicia, tenho de confessar que todos nós, penso eu, temos os nosso próprios valores, juízos, opiniões. Assim, depreendo a partir daí que existe um mínimo de educação para se debaterem diferentes assuntos neste meu, nosso, vosso, seu, canto.
Resta por isso dizer o seguinte: eu, Diogo Santos, não tenho disponibilidade para simplesmente ler, pensar, apagar, explicar, desculpar, oprimir, entre vários outros verbos, as opiniões das pessoas. Não tenho. Não se trata de má fé, mas não teremos nós idade suficiente para perceber os limites da decência? 
Quando uma pessoa não concorda com o que escrevo, eu simplesmente leio o que a pessoa escreveu e respondo: "não concordo consigo, contudo respeito o que pensa". Não é por esse leitor questionar a minha visão que eu a vou alterar, certo?

Cair no erro de neste post falar de uma "pessoa", de um "sujeito", de um "culpado", seria mais fácil. Não condeno ninguém. Quem sou eu para o fazer? Contudo, questiono: não teremos já todos nós alimentado discussões, polémicas e "desrespeito" noutras páginas da Internet? Este exemplo não é único, logo não admito que coloquem em causa a postura dos membros do Televisão-Opinião em relação ao facto de "serem permitidos determinados comentários". De facto, insultos em opiniões resultam num "delete" imediato, contudo tem de ser você a perceber isso. Afinal o que é mais importante: trabalhar na produção de notícias ou trabalhar para vigiar os comentários?

Este blog é feito de opinião, logo seria demasiado drástico acabar com os comentários directos. No entanto, se é esse o objectivo, então é isso que irá acontecer.

Já agora, aproveito para referir que este blog não é nenhum outdoor de publicidade. Neste sentido, para quê postar-se comentários de outros administradores de blogs a anunciar as estreias de rubricas que, a meu ver, não dizem respeito à pessoa que escreveu um determinado artigo?

Por fim, refiro que não pretendo mais comentários com insultos, provocações, ou outro tipo de dilemas neste e noutros posts. Se não concorda com a opinião de alguém, então "ignore-a" e dê a sua. Se a outra pessoa não concordar com ela, paciência. Isso vai fazer com que você a altere? Não? Então pronto!
A vida são dois dias e, como tal, não vale a pena perder tempo a discutir "violentamente" por algo que todos nós gostamos: televisão!