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Olá Bom Dia! Um Feliz Ano de 2011 para os nossos leitores. Em jeito de análise do ano de 2010, a rubrica hoje designa-se por "Melhor & Pior do Ano". Consigo entre as 10h e as 12h.
Melhor do Ano RTP1
Para o melhor do ano na RTP1, a escolha foi sem dúvida fácil. É certo e sabido que os três blocos informativos da RTP1 foram líderes de audiência ao longo de 2010, contando também com a informação regional "Portugal em Directo" que lidera ultimamente o horário das 18h. E temos depois os espaços de reportagem ao longo da semana, do qual destaco "Vidas Contadas" gizado por Judite de Sousa. Não esquecer também, o único debate social e político na televisao portuguesa que é "Prós e Contras". Mas na minha opinião, mais que as audiências é a qualidade que a informação da RTP1 tem. Credível, sóbria, melhor que a concorrência a todos os níveis. E é por estas coisas que sempre que há momentos especiais os portugueses sintonizam na informação da RTP1.
A RTP1 tem na sua informação o seu ponto mais forte. E isso foi bem visível ao longo desta semana. "Bom Dia Portugal" lidera confortavelmente os noticiários matinais sempre com uma média de share superior a 40%. O "Jornal da Tarde" liderou todos os dias da semana, bem longe da concorrência em número de espectadores e com um share acima dos 40%. O "Telejornal" também não deu hipótesse ao longo da semana com uma média de espectadores acima do 1 milhão e 100 mil e um share acima dos 30%. Já para não falar dos programas de reportagem e de debate que se baterem de frente com a concorrência. A informação do estado (apesar das críticas de falta de isenção) é a preferida do povo português.
É uma das mais promissoras pivôs da RTP e tem dado cartas na condução de vários noticiários da RTP N, bem como na apresentação do Bom dia Portugal de fim-de-semana.
Já recebeu rasgados elogios da crítica e parece que Estela Machado se prepara para um novo desafio profissional. Embora ainda não tenha sido revelado pela imprensa, na edição de hoje do noticiário matinal, Felisbela Lopes afirmou ter sido uma honra trabalhar com a jornalista e desejou-lhe as maiores felicidades para o seu novo projecto.
Qual será então o novo projecto? A apresentação do Jornal da Tarde, da RTP? Ou irá Estela Machado mudar-se para a concorrência?
Boa noite e bem-vindo ao Frente a Frente desta semana. Hoje vão estar frente a frente os dois principais espaços informativos das manhãs televisivas: Bom Dia Portugal e Diário da Manhã.
O Bom Dia Portugal é o informativo matinal que há mais tempo perdura no ar de entre as três generalistas. Desde a sua estreia, em 2002 com Alberta Marques Fernandes, até aos dias de hoje as modificações foram inevitáveis, desde a apresentação, ao conteúdo e até mesmo à duração.
Actualmente líder destacado nas audiências, o Bom Dia Portugal distingue-se dos concorrentes Edição da Manhã (SIC) e Diário da Manhã (TVI), acima de tudo, pelo seu singular dinamismo. Quem sintonizar a RTP1 entre aquela hora consegue em 10/15 minutos ficar a par do trânsito, do tempo, das principais notícias, enfim, ficar informado e acordar para o mundo nesse curto espaço de tempo. Ora, isto é fulcral num bloco informativo matinal, já que a grande maioria do público que liga a televisão aquela hora são pessoas que estão prestes a sair de casa para mais um dia de trabalho, na habitual correria matinal que implica pouquíssimo tempo para ver (ou pelo menos ouvir) televisão. E assim, entre umas rápidas dentadas à torrada do pequeno-almoço ou enquanto escolhem qual a melhor camisola para vestir naquele dia, vão ouvindo o essencial da actualidade na voz da Carla Trafaria ou do João Tomé de Carvalho, por muito pouco que seja o tempo em que estejam ligadas ao canal.
Mas há outros factores que justificam a liderança e ‘eficiência’ do Bom Dia Portugal. Um deles é o espaço dedicado à meteorologia, por exemplo. Exceptuando o Portugal em Directo também na RTP1, este jornal é o único que tem meteorologistas em estúdio que explicam detalhadamente aos portugueses como vai estar o tempo no dia que começa. E isso é bastante enriquecedor para o programa e também para quem o vê. Mais didáctico do que ouvir um pivô a apenas expressar oralmente o que está explícito no grafismo do ecrã, do género, “muitas nuvens em Portalegre” quando esta cidade tem uma imagem a indicar isso.
Mas apesar de actualmente o Bom Dia Portugal liderar nas audiências e ser, por todas as razões invocadas anteriormente, o melhor dos três concorrentes, é notória uma espécie de retrocesso no alinhamento e no dinamismo deste bloco informativo. É de lamentar que 8 anos depois o formato tenha evoluído para um registo demasiadamente discreto em comparação com o da era Alberta Marques Fernandes, onde aí o uso racional da panóplia de meios que a RTP tinha ao seu dispor, aliado a uma criatividade e a um dinamismo soberbo, proporcionavam um despertar inovador e completíssimo ao espectador.
Mas talvez estes sejam sinais dos tempos já que o Bom Dia Portugal actual continua a ser, de longe, o melhor produto dos três canais, simplesmente porque é dos poucos que informa com rigor num menor espaço de tempo: a fórmula de ouro para formatos deste cariz.
Foi com Júlia Pinheiro e Henrique Garcia que a TVI estreou Diário da Manhã. Um formato informativo, mas com uma componente diferente da que a concorrência na altura apresentava, uma vez que rubricas sobre diversas áreas de interesse, como a saúde, também tinham destaque.
Na actualidade, este espaço está diferente, sendo que com algumas mudanças, os temas de outrora continuam lá.
À semelhança de muitos outros portugueses, tenho o hábito de ligar sempre a televisão quando estou em casa. E, logo pela manhã, enquanto me preparo para a escola ou trabalho, não é excepção. A minha companhia matinal é este Diário. Não sei porquê, sempre simpatizei com a estrutura do formato e com o facto de estar sempre em cima do acontecimento, algo que a concorrência também faz, mas não sei porquê, a minha escolha recai sempre na TVI.
Por lá já passaram alguns dos mais conhecidos jornalistas da TVI, na actualidade. Desde a dupla de estreia a Rita Rodrigues, não esquecendo José Carlos Araújo, Leonor Poeiras ou Susana Bento Ramos, todos tiveram sucesso.
Devo confessar que, para mim, e talvez por ser nessa altura que prestava ainda mais atenção, muito apreciava a empatia entre a dupla Rui Pedro Batista e Susana Bento Ramos. No meu entender, são uma das melhores que por lá passou. Apreciava o olhar cúmplice que apresentavam e o facto de, quando um parava de falar, o outro entrar logo no ar. Tenho pena de que tenham deixado de trabalhar juntos, pois eram um excelente exemplo de uma dupla coesa.
Outro momento que muito me reporta a este programa está, evidentemente, relacionado com Rute Cruz. Apresentadora durante muito tempo, ao lado do agora pivô do Diário da Tarde, no TVI 24, esta jovem acabou por deixar, precocemente, o seu lugar no formato. A culpada foi uma doença e muita emoção se notou no dia seguinte à notícia da sua morte, principalmente no rosto do seu colega. A meu ver, foi esse um dos factores preponderantes para que o programa deixasse de ter uma dupla na apresentação.
Apesar de ser a minha escolha para este horário, o Diário da Manhã não é líder. Na concorrência tem o mais do que implantado Bom Dia, Portugal que vence desde o seu inicio. Percebe-se a opção dos portugueses pelo formato da RTP, no entanto, para mim, o da TVI é o mais completo e aquele que tem maior dinâmica. Pelo menos na maioria das vezes, até porque dispõe de algo que a concorrência não tem, nomeadamente o helicóptero comandado por Paulo Ferreira de Melo, que mostra sempre as melhores imagens do trânsito, e não está tão ligado ao formato bloco noticioso tradicional.
Face a estes resultados, é de louvar o facto de a estação de Queluz de Baixo nunca ter acabado com o Diário da Manhã, até porque, o programa já mostrou ser um bom “estágio” para as novas caras da estação, casos de Ana Guedes Rodrigues ou de José Carlos Araújo. Num futuro próximo, gostaria de voltar a ver uma dupla na condução do programa, até porque, penso que cria uma melhor dinâmica e poderá ser por aí que os pontos venham a ser conquistados.
Enquanto isso não acontece, há que seguir o conselho tantas vezes dado pela agora pivô do Jornal da Uma: “sorrir e ter um bom dia”, na companhia do Diário da Manhã, claro!
Iniciado um novo Frente a Frente, damos por encerrado o anterior. Neste sentido, aqui fica o resultado da sondagem que opunha as opiniões entre José Alberto de Carvalho e José Rodrigues dos Santos:
Vânia Fernandes, por Tiago Henriques - 61% Ricardo Soler, por Diogo Santos - 39%
Boa noite. Seja bem-vindo a mais um Fecho. O de hoje incluí uma crónica da autoria de Joel Neto, retirada do Diário de Notícias.
Às 21:00, saiba quem é o Protagonista da semana, e a partir das 22:00 fique com o resto da rubrica O Melhor & Pior da Semana. De referir ainda neste Fecho que, durante esta semana, às 19:00, serão colocados algumas histórias que acabaram por não acontecer em Viver a Vida. Saiba tudo amanhã, às sete da tarde.
No teatro é boa sorte
Não foi um "palavrão", como a generalidade da imprensa noticiou, o que Carla Trafaria disse em directo no Bom Dia Portugal (RTP) de quinta-feira. "Merda" não é uma palavra bonita (é mesmo bastante feia, pela simplicidade e crueza), mas está aí por todo o lado, na linguagem das figuras públicas e na literatura, na televisão e mesmo em crónicas de jornal. Foi um erro? Certo. Carla Trafaria devia ter o cuidado, quando decide fazer apartes internos, de certificar-se de que a via está fechada - e, sobretudo, a régie do Bom Dia Portugal não devia nunca deixar uma via aberta para além da leitura de um pivot.
Mas o facto é que o lapso veio trazer ao mesmo tempo tempero ao Bom Dia Portugal, que tem dificuldade em evitar o cinzentismo numa manhã tão cheia de boas intenções como a da RTP, e uma certa dimensão humana ao jornalismo televisivo. Há vários anos que os pivots da estação pública o perceberam: a apresentação dos telejornais está demasiado automatizada - e, às vezes, é preciso humanizar o apresentador. José Rodrigues dos Santos pisca o olho para as câmaras. Alberta Marques Fernandes faz trejeitos com a esferográfica. Só que em ambos os casos a coisa resulta artificial.
O deslize de Carla Trafaria, pelo contrário, mostrou a milhares de espectadores que há um mundo a acontecer por detrás do Bom Dia Portugal - e que as pessoas desse mundo são iguaizinhas a nós. Nos dias que correm, e em que a actualidade (e a crise e os impostos e o tráfico de influências) parece cada vez mais distante, acaba por ser um momento especialmente terno ouvir um jornalista dizer "merda". Mesmo se não é bonito.
E pela última vez nesta semana, a opinião Para Lá das 24!
A profissão de jornalista é, por si só, uma profissão que requer bastante responsabilidade. Quando a essa profissão se acresce a função de, por exemplo, pivô de telejornal a responsabilidade atinge um ainda maior grau. Mas apesar de toda esta responsabilidade (ou talvez por causa dela) por vezes há coisas que escapam aos próprios pivôs. São deslizes, erros, gralhas, enfim, os conhecidos bloopers.
Esta semana, no Bom Dia Portugal, a pivô Carla Trafaria originou mais um desses momentos. Ao dizer as cotações da bolsa teve alguns engasgos e acabou mesmo por deturpar a informação que estava explícita no ecrã, por isso, quando notou que (supostamente) a reportagem já estaria no ar fez um desabafo aparentemente privado mas que por erro do áudio automaticamente se tornou público e tornou-se assim também numa oficial gafe.
Na internet há já vários vídeos a relatar o momento e vários comentários contra a jornalista, defendendo que as suas palavras foram demasiado fortes para ela continuar na sua função. Felizmente, tudo aquilo são meros comentários e opiniões sem nexo nem peso. Qualquer um que pense um pouco vê aquilo como apenas e só um desabafo não da jornalista mas sim da própria Carla, que descontente com a sua prestação sentiu-se frustrada o suficiente para o exprimir por palavras. A culpa do erro, a atribuír, seria aos reponsáveis do áudio do programa por este pequeno deslize ter ido para o ar inconvenientemente.
As gafes acontecem e não descredibilizam em nada todo o trabalho da jornalísta, Carla Trafaria, nem da equipa do Bom Dia Portugal, que curiosamente foi e continua a ser o melhor produto de entre os três concorrentes. No entanto, assim nascem as gafes e o YouTube, entre outros sítios, prontamente as recebe e guarda para a posteridade, não para descredibilizar jornalístas, mas sim (e acima de tudo) para provocar o riso e alguma maledicência em quem o vê.
A liderança do bloco informativo matinal da estação pública é incontestável. E nesta semana foi possível observar esse domínio. Nos dois dias em que conseguiu entrar no TOP 10 da RTP 1, Bom Dia Portugal apresentou shares bem altos, acima dos 35%. Não há margem para dúvidas!
Bom dia! Seja bem-vindo à primeira Revista de Imprensa desta semana!
Cláudia Semedo de regresso à televisão
Actualmente a estudar na Escola Superior de Comunicação Social, a jovem prepara-se para regressar à apresentação de um formato televisivo. O nome ainda não está definido e o programa será composto por 13 episódios iniciais que poderão ser alargados. Cláudia Semedo andará pelo país a descobrir novos sabores da gastronomia portuguesa e também dará sugestões. A data de estreia ainda não é conhecida, mas as gravações arrancam já no inicio do mês de Abril.
"My New Best Friend Forever" de regresso à MTV
Depois do sucesso da primeira temporada, My New Best Friend Forever está de volta à MTV. Nesta segunda temporada, 13 raparigas e 1 rapaz serão submetidos a vários testes e a uma apertada vigilância por parte de Paris Hilton, para que, no fim, só um deles seja considerado o novo/a melhor amigo/a da conhecida socialite norte-americana. A estreia é já na próxima quarta-feira, pelas 22 horas.
CITAÇÃO DO DIA:
"Nunca iria trocar o meu trabalho em antena, que é o sustenta profissionalmente a existência de uma pessoa, por um trabalho de gabinete"
Judite Sousa
Curiosidade:
O "Bom dia Portugal" juntou um casal de pivôs. Embora pouca gente saiba, a verdade é que João Tomé de Carvalho e Carla Trafaria são casados na vida real.
Melhor - "Bom Dia Portugal" foi o debutante dos blocos noticiosos no período compreendido entre as 6h30 e as 10h, sendo seguido depois por "Diário da Manhã" na TVI (quando estreou era apresentado pelos "pesos pesados" Henrique Garcia e Júlia Pinheiro) e mais tarde a SIC a entrar neste jogo. E a verdade é que este programa é um projecto vencedor desde o início, sem a concorrência chegar aos "calcanhares", como comprovam os números. "Bom Dia Portugal" tem uma quota de espectadores de 44% de share enquanto a concorrência fica abaixo dos 20%. O bloco de informação é um dos grandes contributos da RTP1 para a sua média diária, se levarmos em conta que o horário nobre tem sido uma desgraça (abaixo dos 20% de share).
Pior - "Família Família" tem estado longe dos resultados aceitáveis que conseguiu na primeira série. Desde que regressou em 2010, o concurso apresentado por Sónia Araújo (aposta ganha na apresentação), tem ficado muito longe da concorrência e com valores em espectadores bem abaixo dos 500 mil. A duração do programa não ajuda, mas também não é desculpa e a concorrência está forte no horário.
Se há um programa que se destaca todos os dias, então esse programa é sem dúvida o "Bom dia Portugal", ou tal como explicou o Tiago, "Bom dia, Portugal".
O espaço informativo da RTP1 é, constantemente, para não dizer sempre, o líder das manhãs dos três generalistas. Perto dos 50% de share, "Bom dia Portugal", coloca "Diário da Manhã" e "Edição da Manhã" a um canto.
Esta liderança é de tal forma grande, que faz com que a "Praça da Alegria" comece com uma grande vantagem sobre a concorrência. É essa alavanca que falta a Rita Ferro Rodrigues e Francisco Menezes. Se "Edição da Manhã" tivesse perto de 50% de share, eu acredito que "Companhia das Manhãs" chegasse mais longe.
Isto tendo em conta artigos que leio. Ou seja, o programa das manhãs da SIC, começa com uma herança por vezes inferior a 15%. Tendo em conta que "Companhia das Manhãs" começa sempre depois de "Praça da Alegria" e "Você na TV!", percebo o porquê de já ter lido que Rita Ferro Rodrigues e Francisco Menezes terem de fazer uma maratona para chegar perto dos 20 pontos.
Agora se percebe a importância que um "Bom dia Portugal" tem, não é? Muita mesmo.
Foi na passada segunda-feira, no Para lá das 24 que lhe falei de um erro frequente de português. Hoje falo-lhe de um outro que é feito diariamente na nossa televisão.
Todos nós tivemos, temos ou teremos que estudar a nossa língua durante o ensino básico, secundário ou até mesmo superior (como é o meu caso). Durante esse estudo falamos de algo de que muitas pessoas não gostam, ou não dão muita importância: análise sintáctica. Quem sabe o que é um vocativo? Para muitos trata-se de algo pouco importante, uma vez que se insiste maioritariamente no estudo do sujeito, do predicado, entre outros. Pois bem, e seu eu lhes disser que o vocativo está presente em variadíssimas frases que usamos no nosso dia-a-dia?
Como é que se dá os parabéns a alguém? Como é que se inicia um e-mail? Por incrivel que pareça, ao usarmos frases como "Parabéns, Diogo" ou "Olá, Diogo" estamos a usar um vocativo. Poucos sabem disso, mas em ambas as frases se está a usar um vocativo. Digo isto porque são poucas as pessoas que colocam a vírgula antes de "Diogo".
Até agora ainda não percebeu o porquê de vir para aqui falar sobre isto, certo? Então passo a explicar-lhe o motivo. Já alguma vez viu o programa que dá as primeiras notícias do dia, no canal do estado? Sim, o "Bom Dia Portugal". Pois bem, aqui está um erro de português. Nesta frase há um vocativo, apesar de não parecer. E porque é que não parece? Porque a frase está mal escrita. A frase certa seria "Bom dia, Portugal". Esta foi apenas uma curiosidade que achei por bem partilhar com os nossos leitores, uma vez que eu próprio nunca tinha pensado nisto. Tal como este programa, muitos outros deverão existir em que se comete um erro desta natureza.