






Uma série brilhante, “Dois Homens e Meio” conta-nos a história de Charlie Harper (Charlie Sheen), um boémio solteirão que vive numa magnífica casa de praia. Escritor de jingles para televisão, ele tem uma grande facilidade em conquistar mulheres, mantendo desta forma constantes relações rápidas, baseadas principalmente em sexo. O seu estilo de vida casual e descontraído, longe de responsabilidades, é todavia um dia interrompido quando o seu irmão Alan (Jon Cryer), pede o seu auxilio. Acabado de divorciar, Alan precisa de um lugar para ficar, depois de a sua ex-mulher o deixar sem nada. A juntar-se à trama vem Jake, um jovem de 10 anos.
Alan é precisamente o oposto do irmão: inseguro, fracassado, forreta, tem grandes dificuldades nos relacionamentos, principalmente em mantê-los. Jake, por seu lado, é uma criança divertida mas pouco inteligente, de higiene muito questionável.
Apesar de manterem um relacionamento na maior parte das vezes conturbado, os dois irmãos acabam por se aproximar, principalmente por partilharem um grande amor e dedicação a Jake.
Uma série extremamente divertida, que sofreu recentemente um revés devido a todas as polémicas que Charlie Sheen tem gerado, tendo sido afastado do programa há poucos meses. O futuro da série está sem suspense, mas apesar de pouco a série manter-se-á. Se será capaz de se manter sem Sheen, pode ser discutível, mas a qualidade que a série atingiu nos últimos 8 anos é, certamente, inquestionável.
É já no próximo domingo que a apresentadora se vai estrear à frente do novo doc-reality-show da televisão de Queluz de Baixo e a confiança neste projecto é elevada. É em entrevista à TV 7 Dias desta semana que Leonor Poeiras “defende” o seu “menino” e fala sobre a concorrência.
“O público pensa que o programa será em grande parte o José Castelo Branco… Bom, em grande parte até será, pois ele já começou a dar show… Curiosamente, em relação às outras tribos, como não há grandes expectativas, as pessoas vão ficar surpreendidas, pois têm chegado imagens maravilhosas do relacionamento com os nativos”, começa por dizer.
E o que tem Perdidos na Tribo para cativar os portugueses? “Temos o que é necessário e um leque de participantes muito variados, que são uma mais-valia. Temos os mais novos, na casa dos 20, e os mais velhos, com maior experiência de vida, como a Io Apolloni, que está com outra personalidade. E o Sérgio está a adaptar-se lindamente – sente-se como um deles e eles sentem-no como se o fosse”, explica a comunicadora.
A terminar, Leonor Poeiras não teme a concorrência de Peso Pesado e deixa ainda algumas farpas: “Não tenho receio! Primeiro, eles têm diários e galas. Logo aí variamos e, depois, a TVI tem as noites ganhas com as novelas. Os diários são uma necessidade da SIC para rentabilizar o produto. No caso deles, esta é a sua grande novidade na grelha, mas têm um horário nobre um bocadinho mais fraco. É uma estratégia que não me assusta minimamente. A TVI tem este programa só ao domingo, longo e extenso, cheio de peripécias. E pronto, não temos de o vender durante a semana. Ele, só por si, é forte e não precisa dos diários para manter o público fiel”, concluiu.

Embora ainda não seja oficial, é já certo que o novo programa da RTP chega aos ecrãs no próximo fim-de-semana, tal como pode ser visto na página oficial no Facebook.
Como aos sábados a televisão do estado tem o horário nobre ocupado com Quem Tramou Peter Pan e Herman 2011, tudo leva a crer que Último a Sair será a aposta para o horário nobre de domingo, que perdeu recentemente Conta-me Como Foi.
Com poucos pormenores adiantados, ainda são escassas as informações que se sabem sobre este formato, mas, ao que tudo indica, será uma sátira aos reality-shows.
Foi há pouco mais de um mês que a apresentadora confessou que iria para o Brasil gravar a nova trama de Miguel Falabella, todavia, hoje, em entrevista ao Correio da Manhã, Teresa Guilherme revela que foi substituída por Marina Mota.
"O (Miguel) Falabella ligou a dar a má notícia de que a Globo não permitia o meu contrato", começa por dizer a comunicadora à referida publicação, que reconheceu ainda ter reconheceu ter "ficado triste" quando soube desta notícia.
Já Miguel Falabella adiantou que "Fui informado pela Globo que tinham sido contactados pelos seus parceiros e que lhes foi dito que havia impedimentos para a Teresa Guilherme integrar o projecto. E aí indicaram-me a Marina Mota".
Ainda de acordo com o CM este “volte-face” pode ter sido provocado pela direcção da SIC, que, como é do conhecimento público, não tem uma boa relação com a apresentadora. Contactado por esta publicação, Luís Marques adiantou "não ter qualquer informação a esse respeito" e que "Soube da contratação da Maria Vieira e do Paulo Rocha pela imprensa”.
A terminar, Marina Mota, a substituta de Teresa Guilherme mostrou-se bastante empolgada: “Confirmo o convite que muito me orgulha e me enche de expectativa”.
Quiosque: Correio da Manhã

Foi ontem à noite que a televisão de Carnaxide estreou, finalmente, a versão portuguesa de The Biggest Loser e, para primeiro episódio, não se saiu nada mal. Peso Pesado fez um resultado pouco habitual, nos últimos tempos, para a SIC e foi o programa mais visto do dia.
18.4% de audiência média, o que equivale a cerca de 1.800.000 telespectadores e 44.8% de share foram os resultados, contra 11.3% de rating e 27.4% de share de Anjo Meu. Na RTP Portugueses pelo Mundo fez apenas 7.2% de rating e 17.7% de share, enquanto que Mistérios de Lisboa se ficou pelos 3.7% de audiência média e 8.9% de share.
No compute geral, a SIC venceu o dia com 27.8 de quota de mercado média, contra 26.2% da TVI, 22.4% do universo Cabo e IPTV e 19.4% da RTP1.