
Já passam as promos a anunciar a estreia de mais uma produção da TV Globo na estação de Carnaxide.

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Bom dia! Seja bem-vindo à Revista de Imprensa desta quarta-feira!
Maria João Bastos é Ester em Sedução

Com as gravações a decorrerem a todo o vapor, a imprensa continua a revelar mais pormenores sobre a nova trama de Rui Vilhena. É mais do que sabido que esta será uma história de mulheres.
E uma delas será vivida por Maria João Bastos. Ester é o nome da sua personagem, cujos pormenores são revelados pela edição desta semana da revista ANA.
No inicio da trama, ela é uma mulher feliz, casada com Rui (Joaquim Horta), mãe de Martim e é uma escritora/jornalista bem sucedida. O seu último livro foi um sucesso e está em cima da mesa a possibilidade de dar origem a uma obra cinematográfica.
Tudo lhe corre bem até ao momento em que o seu primogénito é atropelado. Esta situação acaba por ser traumática para Ester, uma vez que Martin morre quando uma das suas melhores amigas, Flor (São José Correia), está a tomar conta dele. A jornalista tenta não a culpabilizar, mas não consegue deixar de o fazer e a relação de ambas não mais será igual.
À semelhança da relação entre as duas amigas, também o seu casamento atravessará uma grave crise. Rui acaba por se envolver com outra das suas melhores amigas, Carmo (Sofia Grilo). Ao tomar conhecimento desta situação, Ester acusa a amiga de lhe roubar o marido, mas na realidade, foram os seus ciúmes doentios que acabaram com a relação.
Todas estas tristezas acabam por torná-la numa mulher cada vez mais amargurada e sozinha. E é aqui que se dará uma reviravolta na história, tornando-se Ester numa nova mulher.
Cláudio Caires fora do top15 de Ídolos

Encantou o público feminino e chegou a ser dado como vencedor de Nasci Pra Cantar, no entanto, na gala final acabou por perder para Delfim Miranda.
Um ano depois, o jovem açoriano tentou a sua sorte no talent-show da SIC. A sua voz não passou despercebida e o grupo de jurados passou-o da fase de castings. Todavia, a concorrência é forte e Roberta Medina, Laurent Filipe, Manuel Moura dos Santos e Pedro Boucherie Mendes não lhe deram o passaporte para as galas.
Cláudio Caires ficou, assim, pelos 25 melhores desta quarta temporada de Ídolos, tal como revela a edição desta semana da revista TV 7 Dias. Algumas imagens do açoriano deverão passar já no próximo domingo.
A par de tudo isto, corre ainda o rumor de que Cláudio Caires também tentou a sua sorte em Operação Triunfo 2010.
CITAÇÃO DO DIA:
“A Conceição Lino é uma das minhas melhores amigas”
Júlia Pinheiro
Boa noite. O Fecho de hoje incluí uma crónica da autoria de Nuno Azinheira, retirada do Diário de Notícias.1. O regresso dos talk shows ao late night de fim-de-semana da RTP não correu bem no que toca a audiências. Aliás, sejamos claros, correu mesmo muito mal. Herman 2010 não foi além dos 14,1%, sendo que contou com a presença em estúdio de António Costa, presidente da Câmara de Lisboa. Já o Lado B, de Bruno Nogueira, caiu para uns impensáveis 8% de quota de mercado, pouco mais do que o programa que a RTP2 exibia à mesma hora. Uma audiência residual, portanto. O que é uma pena, porque ambos, sobretudo o de Herman José, foram bons programas de televisão: divertidos, inteligentes e com uma observação perspicaz da realidade. Os vídeos de Herman a brincar com a ministra da Educação são do melhor que o humorista tem feito nos últimos anos.
2. Não tenho a menor dúvida de que Projecto Moda era um programa cheio de boas intenções e que terá feito muito pela moda nacional e pelo empenhamento dos jovens criadores portugueses. Não duvido que seja serviço público e que a RTP tenha feito bem em emiti-lo. Mas a final do programa, em rigor a única emissão que vi com atenção, foi de uma pobreza inimaginável. Uma plateia cheia de cadeiras vazias, nenhum tipo de glamour e brilho num formato que tinha obrigação de brilhar, uma apresentadora (Nayma) que, apesar do esforço, não passa qualquer tipo de calor para o espectador. Enfim, tudo foi pobre. O que me espanta é que esta aposta da RTP que agora chegou ao fim foi assinada por uma produtora como a Fremantle, capaz de fazer do Ídolos e do Preço Certo o sucesso e a competência televisiva que se conhecem. Assim, fico intrigado: o que é que desta vez correu mal?

Porque de vez em quando também é bom voltar ao passado, hoje falamos da mítica série “Eu, Ela e o Pai”, actualmente a ser repetida pela Sic Mulher.
Boa noite. Terça-feira. 20:00 horas. Sintonize-se no Falar Televisão de hoje!

Brilhou em Morangos com Açúcar, mas desde aí que tem estado afastado das luzes da ribalta. O seu nome chegou a ser dado como certo na nova trama de Rui Vilhena, mas, tal como lhe revelámos anteriormente, tudo não passou de um rumor.
Talvez por esse motivo, Bruno Veloso voltou a tentar a sua sorte num casting, algo que surgiu “no calor do momento”, tal como o próprio revelou à TV 7 Dias.
“Fui acompanhar uma amiga (ao casting de Operação Triunfo) e, quando cheguei ao Teatro Tivoli, pensei: ‘Porque não concorrer?’ Foi aí que me decidi e inscrevi-me. Depois, foi só esperar pela minha vez””, confessou.
Todavia, o jovem actor acabou por ser “atraiçoado” pelos nervos e não passou da terceira fase de castings.
Quiosque: TV 7 Dias
Muita tinta correu na imprensa sobre o nome do condutor do novo reality-show da estação de Queluz de Baixo. Desde Manuel Luís Goucha a Cristina Ferreira, não esquecendo ainda Fátima Lopes.
Todavia, Júlia Pinheiro e Teresa Guilherme foram as apresentadoras que mais “apoios” pareciam ter. Ainda assim, segundo a cara de As Tardes da Júlia, em declarações à TV 7 Dias, a eterna “senhora televisão” nunca foi opção.
“Andamos a pensar fazer este reality-show há três anos ou mais. E ficou logo decidido que tínhamos de marcar um novo ciclo, para que não fosse confundido com o BB. Portanto, nunca se pensou repetir a Teresa. Ir buscar o mesmo universo não fazia sentido, porque é uma história nova. (…) Tranquilamente, está definido que serei eu a apresentar o programa e achei muita graça que as pessoas introduzissem o público nisso, porque ajudaram-nos a vender o programa. Nunca disse que era a Teresa ou eu. Era mais um Segredo”, frisou a directora de Conteúdos da estação de Queluz de Baixo.
Quiosque: TV 7 Dias

É já no próximo domingo que a apresentadora inicia uma “nova aventura” na sua carreira profissional: Secret Story. Por este motivo, e acima de tudo por ser uma das melhores comunicadoras da actualidade, Júlia Pinheiro dá uma grande entrevista à TV 7 Dias desta semana. Nela fala de tudo um pouco, desde o seu trabalho enquanto directora e apresentadora, da SIC e da família.
O primeiro tema em cima da mesa foi, claro está, o novo reality-show da estação de Queluz de Baixo. O que podem, então, os portugueses esperar dele? “Temos uma série de concorrentes dentro de uma casa, sem contacto com o exterior, que jogam e só um deles sairá vencedor. Só que a Casa dos Segredos tem um lado acrescido, que a torna mais estimulante. É um jogo muito mais intenso psicologicamente do que o BB, porque existe uma espécie de subdrama que eles suportam (…), alguns deles muito complicados, outros nem tantos. Cada um tem de esconder o seu e, se jogarem bem, talvez consigam guardá-lo e descobrir o do vizinho, ganhando mais dinheiro. É um jogo psicologicamente muito mais intenso e sofisticado do que o BB.”, começou por revelar a cara de As Tardes da Júlia, que adiantou ainda não ter contactado directamente com os escolhidos.
E o que dizer da escolha de Leonor Poeiras e Pedro Granger para a auxiliarem? Nas palavras de Júlia Pinheiro, tanto um como outro têm tudo para se sair bem e, a decisão de ter dois “ajudantes” prende-se com o facto de poder surgir algum contratempo e ter que ser substituída: “Se há coisa que este ano me ensinou é que se adoece, há perdas e preciso de estar segura que tenho gente que, se eu falhar, me pode substituir, até porque eu, no meu cargo de direcção, sou obrigada a deslocações que dantes não era”.
Secret Story à parte, a directora de formatação de conteúdos da TVI falou ainda sobre a sua relação com Gabriela Sobral: “tenho muitas saudades dela, aliás, temos todos. Tenho uma relação profissional e pessoal com ela, foram anos muito bons, é daquelas coisas de osmose e tive muita pena que não tivéssemos aqui, na TVI, os argumentos necessários para a prender”.
Como não podia deixar de ser, Júlia Pinheiro também foi questionada sobre uma possível saída para a SIC. “Nunca tem sido política minha divulgar qualquer convite que seja feito.”, explicou. Ainda sobre a estação de Carnaxide, revelou os motivos da sua saída: “fiz lá programas fantásticos, que na altura pensei que fossem a minha especialidade. Deu para perceber que tinha à minha frente quatro ou cinco figuras e que nunca chegaria aos grandes projectos – Carlos Cruz, Herman José, Bárbara Guimarães, Catarina Furtado… e depois é que vinha eu, eventualmente. Um dia pensei que tinha de ir à minha vida e fui… Desejo à SIC tudo de bom, fui lá muito feliz, cresci imenso, é a minha casa-mãe”, atirou.
A terminar, a entrevistada falou ainda sobre o reencontro com Fátima Lopes: “Ela veio para aqui e eu não ia dar-lhe o que pudesse? Ajudá-la, ampará-la e apoiá-la em tudo… ela fez logo a gala Somos Portugal que, para quem vem de fora, deve parecer que somos alucinados; logo, queríamos garantir-lhe que estávamos a tratar da imagem dela, para que não a sentisse beliscada, antes pelo contrário, que seria uma manifestação de senta-te aqui ao pé de nós. Quando nos vestimos de anjinhos, acho que ela percebeu: Ok, vou-me divertir”, frisou, explicando ainda que tudo isto não faz de si um Mourinho, mas que essa distinção deverá ser de André Cerqueira.
Quiosque: TV 7 Dias

Boa Tarde! Seja bem-vindo a mais um Fala-se!

Francisco Menezes
Depois de um ano ao comando das manhãs de Carnaxide, o apresentador confessou ao Correio da Manhã que esta viragem na sua vida fez com que deixasse cair algumas prioridades.
“Tenho menos tempo para a família”, explicou Francisco Menezes. É que, como tem que se levantar de segunda a sexta-feira às 7h00, o apresentador acaba por ter que se deitar mais cedo, logo, o acompanhamento permanente no lar fica prejudicado.

Ricardo Pereira
Foi no passado dia 17 de Julho que o actor se casou com Francisca Pinto Ribeiro. Ainda assim, o casal não pretende ter filhos para breve, tal como a rapariga confessou à Vidas:
“Dêem-me tempo para ser mãe”, afirmou Francisca. Recorde-se que ambos os jovens estão concentrados nas suas carreiras. Ricardo Pereira prepara-se para entrar numa nova telenovela da TV Globo, enquanto que a esposa continua com a sua profissão ligada ao mundo da arte.
Quiosque: Correio da Manhã



Bom dia! Seja bem-vindo a mais uma Revista de Imprensa!
Maria João Bastos a caminho de Carnaxide?

Embora esteja já em gravações para a nova trama de Rui Vilhena, a edição desta semana da revista TV Guia dá conta de que a conceituada actriz terá já recebido um convite por parte de Gabriela Sobral.
Ao que parece, a nova directora de produção da SIC abordou Maria João Bastos para uma possível mudança de estação, quando o seu actual vínculo de exclusividade findar.
Caso este rumor se concretize, seria um regresso da actriz a um canal onde já trabalhou como apresentadora e que “ajudou” a que trabalhasse na TV Globo. Resta esperar por alguma reacção, de uma ou outra parte.
Filipe Gonçalves critica regresso de Operação Triunfo

Foi um dos finalistas da primeira edição do talent-show da RTP e, desde aí, tem marcado presença em vários projectos musicais. Numa altura em que a Operação Triunfo está prestes a regressar à estação pública, a edição desta semana da Nova Gente entrevistou Filipe Gonçalves.
Entre muitos dos temas abordados, o jovem músico revelou alguns pormenores sobre o seu novo disco De Volta ao Tempo do Vinil e falou ainda sobre a nova temporada do programa que o lançou para as luzes da ribalta.
“Não tenho muita curiosidade (em acompanhar a Operação Triunfo 2010). Surge numa altura má, em relação à concorrência. A OT é um programa didáctico que vai ser banalizado e diluído no meio do conceito de reality-show, com o Ídolos, na SIC, e a Casa dos Segredos, na TVI”, criticou.
CITAÇÃO DO DIA:
“Tenho saudades de televisão, do ritmo, de todo o processo de filmagens”
Marta Faial

Número do dia:
20%
Foi o share alcançado pelo último episódio de Projecto Moda. Um resultado que não ficou longe dos alcançados anteriormente e que pode complicar uma possível segunda temporada da versão portuguesa de Project Runway.

Quiosque: Vidas, TV Guia, Nova Gente
Boa noite. O Fecho de hoje incluí uma crónica da autoria de Joel Neto, retirada do Diário de Notícias.1. José Fragoso concedeu ao Correio da Manhã uma das entrevistas mais equilibradas dadas nos últimos anos por um director de programas da RTP. Se por estes meses se tem discutido com tanta avidez a privatização da estação, não é apenas porque Passos Coelho decidiu reintroduzir o liberalismo na agenda política: é também porque o clima na empresa o permite. Administração, direcções e trabalhadores - está tudo em paz. Ainda por cima, os números são bons. Se não fossem os desmandos do obsoleto Conselho de Opinião, era uma pasmaceira.
2. Ao DN, Júlia Pinheiro explica assim o facto de ter escondido durante tanto tempo a sua própria escolha para apresentadora de Casa dos Segredos: "Porque me apeteceu. Porque é giro." Depois, e quando questionada sobre o que poderão os telespectadores esperar do novo programa da TVI, herdeiro de Big Brother, dispara: "Confusão." Mais à frente, e prevendo a sua própria prestação, adianta: "Estarei como sempre, divertida, irónica, bem-disposta. Quando for preciso dar colo, dou colo. Quando for preciso meter na ordem, meto na ordem." Preparemo-nos: vêm aí tempos muito sombrios.
3. Uma das notícias mais importantes da semana quase nem mereceu destaque nos jornais portugueses. O YouTube ganhou um processo judicial contra a cadeia de televisão espanhola Telecinco, que contestava a republicação de registos audiovisuais seus. Considerou um tribunal madrileno que é "materialmente impossível controlar a totalidade das vídeos que são postos à disposição dos utentes [YouTube], porque existem mais de 500 milhões". Ou seja: é impossível fiscalizar o YouTube, pelo que o melhor é nem tentá-lo. Uma revolução.
partir desta série. Francisco Garcia, que hoje trabalha em Espanha, Sara Norte, que está prestes a integrar um novo projecto televisivo, Rodrigo Saraiva, que tem marcado presença em várias novelas da SIC e TVI, são alguns desses exemplos. Médico de Família foi uma autêntica escola para eles, e também para os portugueses, que se deliciaram com as peripécias das personagens da história da estação de Carnaxide.
E é isto que falta à televisão portuguesa actual. Falta união. Faltam famílias em frente ao ecrã para ver um programa. Actualmente, um lar é composto por várias televisores, através dos quais as várias pessoas de um agregado famíliar acompanham diferentes programas. Por outras palavras, a "caixinha mágica", que deveria ser um bem que proporcionasse um momento descontraído entre os membros de um lar, deixou de ter essa função. Faltam produtos de ficção que consigam unir os portugueses, que os consigam juntar aos ecrãs, que consigam apagar as televisões dos quartos e da cozinha, de modo a concentrarem-se todos na sala. Falta união, repito.
Ainda hoje falo em Super Pai quando me pedem uma série de eleição. Era eu um autêntico “puto” quando comecei a ver as aventuras da família Figueiredo. Muito eu falava na Camila, Carmo ou na Clarinha desta história.
Tudo começou no ano de 2000 e em 2002 ainda esta produção estava nos ecrãs da TVI. A meu ver, Super Pai, não sendo um original português, foi uma das primeiras grandes produções nacionais na ficção do canal de Queluz de Baixo.
Para além de muita diversão e aventura esta série apelava também muito aos sentimentos de quem a via. Não só pelo facto de as três filhas de Vasco serem órfãs de mãe, como também pela história de amor do patriarca dos Figueiredo com a empregada Isabel. Quem não se lembra das peripécias causadas pela mais pequenina das irmãs? Ou dos complicados amores da do meio? São estas recordações, estas lembranças que ainda hoje muita gente tem, que provam o sucesso que a produção fez junto do público português.
Há ainda que ter em mente que Super Pai foi um marco e lançou para a ribalta actores que ainda hoje ajudam a embelezar a nossa televisão, como Sofia Arruda, por exemplo. Por outro lado, ajudou “veteranos” a conquistar o coração dos portugueses, casos de Luís Esparteiro ou Sandra Faleiro.
Para a época em que foi produzida e realizada, a história estava fantástica. Tinha bons cenários, uma história que, não sendo muito diferente, tinha a sua piada e, acima de tudo, possuía um fio condutor.
Por tudo isto, acredito que seria possível, nos tempos que correm, voltar a ser feita uma nova versão da série. É claro que nunca seria a mesma coisa, mas, com algumas modificações, o sucesso seria quase certo. E novos talentos poderiam ser lançados.
Super Pai? Tenho saudades e não são poucas!

Projectar Talento
E pronto, Projecto Moda chegou ao fim. Oito semanas volvidas desde o seu início, o programa da RTP despediu-se dos portugueses.
O sucesso em termos audiométricos não foi muito, mas, acima de tudo, a versão portuguesa de Project Runway ajudou a estação pública a chegar a um outro tipo de públicos.
Já aqui o confessei por diversas vezes, mas não me canso de o fazer: Projecto Moda é um dos meus formatos televisivos de eleição. Talvez por possuir o factor extra de ser um talent-show sobre criadores de moda, área que me fascina bastante.
Independentemente de a vitória de Carina Duarte ser discutível, penso até que a de Pedro Reis também o seria, cada um dos dez concorrentes ganhou qualquer coisinha com Projecto Moda. Mas não só os designers ganharam. Também a Freemantle provou ser uma das melhores produtoras do momento.
O programa da RTP teve uma produção e realização fantásticas que só ajudaram a torná-lo ainda melhor.
Resta esperar que o director de programas da estação pública pense numa nova temporada da adaptação portuguesa de Project Runway. Porque em Portugal, há muito, muito talento no desing de moda! É preciso é que a RTP não tenha “medo” de voltar a arriscar! Tenho quase a certeza que os mais de 9000 fãs do programa no Facebook partilham da minha opinião!



Lamento, como qualquer outra pessoa com um mínimo de sensibilidade, a súbita morte do filho de Paulo Sousa e Costa. Sei muito bem que não posso sequer imaginar o que será a dor de perder um filho. E estou, aliás, mais do que alerta para o facto de o exorcismo da perda assumir, com toda a legitimidade, as mais variadas formas.
Continuo, porém, a sentir--me incomodado perante o "comunicado" (assim lhe chamaram alguns jornais e revistas) do jornalista, conhecido nomeadamente por ser namorado de Carla Matadinho. Tanto quanto posso perceber pela redacção (incluindo um pedido de especial cuidado, sem sensacionalismos, no tratamento da notícia da morte), o dito "comunicado" não passava de um e-mail pessoal para os responsáveis das publicações que o receberam.
Pois foi publicado na mesma. Na íntegra e precedido de parangonas. Ora eu não vou discutir o tom do dito, embora haja nele aspectos que me inquietam. Penso, sobretudo, que o texto não deveria nunca ter sido tornado público. Mesmo que Paulo Sousa e Costa assumidamente o tivesse (ou tenha) permitido.
As publicações especializadas em televisão e "sociedade" não podem estar isentas dos deveres do decoro e da protecção da intimidade das suas fontes e dos seus protagonistas. Embora algumas delas se alimentem precisamente da violação desses preceitos (uma violação, de resto, muitas vezes permitida pelos ditos protagonistas), em algum sítio haverá que traçar um risco-limite. E a morte de uma criança de sete anos está para além de qualquer risco.
Se, agora ou daqui a uns tempos, Paulo Sousa e Costa se aborrecer com a publicação do seu e-mail, será mau. Se não, será pior ainda. Onde vamos nós parar?