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Camilo de Oliveira é Camilo Tondela, o Presidente da Junta de Freguesia de Fanecas de Cima.
A sua linhagem está, desde há muito, ligada à governação daquela recôndita aldeola. O seu bisavô era Presidente, tal como o seu avô, o seu pai e finalmente ele próprio.
Além dos destinos da Junta, Camilo dirige também os Bombeiros Voluntários, cujo aquartelamento alberga um estupendo batalhão de dois elementos; bem como o Fanecas Sport, clube desportivo local, destacado último classificado das distritais de futebol veterano; sendo ainda líder da Associação dos Aplicados da Sueca e ainda também do Grupo dos Amigos da Malha e ainda da Liga dos Industriais de Fanecas de Cima e ainda da Rádio Central de Fanecas de Cima e ainda do Movimento Aeroporto em Fanecas e finalmente da Frente Unida TGV em Fanecas.
Em todos estes organismos sociais, de maior ou menor interesse público, desempenha as funções de Presidente.
Eterna rival, a Freguesia de Fanecas de Baixo, através do seu Presidente, Rafael Manteigas, um jovem pimpão atirado a grandes voos políticos, despoletará grande parte dos problemas que agitarão a tranquila administração de Camilo. Por outro lado, serão muitas vezes elementos exteriores à trama central os causadores das complicações. No município, as directrizes são ditadas por uma voz à qual não se conhece o rosto, mantendo-se entre o autarca e os seus mais directos subalternos uma relação de absolutismo mafioso.
A acção desenrola-se maioritariamente nos espaços principais da Junta de Freguesia. Entre o gabinete de Camilo Tondela, a sala de secretariado e atendimento ao público e o corredor onde todos os caminhos se cruzam, terão lugar inúmeras peripécias, aventuras, intrigas e falcatruas. Em todas o Presidente será responsável ou responsabilizado, vendo-se amiúde em situações embaraçosas, sentindo o seu bom-nome ameaçado, mas saindo sempre por cima.
Perante as adversidades, Camilo, a quem tudo corre mal, tem ao seu lado os seus leais funcionários Gilberto Contradanças e Edite Sardinha.
Com o talento ímpar de Camilo de Oliveira a dar vida a um azarado Presidente de Junta e um conjunto de situações insólitas, ridículas, inesperadas e sempre cómicas, a série propõe-se, não só a contar as venturas e desventuras de Fanecas de Cima, mas também a troçar alguns aspectos das jogadas políticas muito habituais nos pequenos e grandes círculos do nosso país.
Boa tarde. Ontem o dia foi ganho pela Tvi. Mesmo com jogo da linha dos Campeões na Rtp1, a estação pública não fez grande concorrência a Queluz. Na Sic o programa mais visto foi Malucos do Riso com 9,2% de ratio e 22,5% de share. O Telejornal foi o noticiário mais visto de ontem , tendo superado os 40% de share. Na Rtp2, o último episódio de Anatomia de Grey bateu os 8% de share.
A apresentadora regressa ao trabalho na segunda-feira, dia 1 de Junho, para comandar o ‘Fátima’
Fátima Lopes regressa ao ecrã no próximo dia 1 de Junho, uma segunda-feira, data em que termina a licença de maternidade. A apresentadora, que foi mãe de Filipe no dia 26 de Fevereiro, está de volta ao seu programa das manhãs da SIC, ‘Fátima’.
O pequeno Filipe é o primeiro filho da apresentadora e do enfermeiro Luís Morais, com quem está casada há cinco anos. Fátima tem uma filha, Beatriz, de nove anos, fruto de um anterior casamento.
Durante a licença, Fátima Lopes foi substituída primeiramente pela dupla Merche Romero/Carlos Ribeiro e depois apenas pela modelo e apresentadora natural de Andorra.
No seu site, www.fatima.tv/, a apresentadora partilhou com os fãs a felicidade de ser mãe pela segunda vez: "É uma enorme alegria. Eu, o Luís, a Beatriz e o Filipe estamos muito felizes." Fátima Lopes contou ainda que "foi um parto maravilhoso", tal como tinha sido da primeira vez.
Além de apresentadora, Fátima Lopes destaca-se também como autora de romances. Lançou em 2006 ‘Amar Depois de Amar-te’, o livro mais vendido do ano. Em 2007, foi a vez de ‘Um Pequeno Grande Amor’ e já este ano ‘A Viagem de Luz e Quim’, publicados pela editora espanhola Esfera dos Livros que os traduziu para a língua de Cervantes.
OUTROS DADOS
'CONTACTO'
O programa vai deixar a grelha das tardes da SIC e ser substituído por um outro que percorrerá Portugal de lés a lés.
VERÃO NA SIC
O especial de Verão será apresentado por Maya, Merche Romero, Daniel Oliveira, Nuno Graciano, José Figueiras e Nuno Eiró.
DE HELICÓPTERO
No formato, Diana Chaves visita as localidades por onde passou Bárbara Guimarães com ‘A Minha Terra Quer’, mas agora no concurso ‘Exploradores’, semelhante a ‘Caça ao Tesouro’
Basta dizer que a houve uma estação que ontem fez 34% de share, para se compreender que foi a Tvi. E para isso apenas contribuiu um motivo. A partir das 18:30 os shares da estação de Queluz andaram sempre acima dos 30%, sendo que Feitiço de Amor da noite passou os 50%. É de destacar a Reportagem Tvi que obteve 16,1% de ratio, superando as Notas Soltas (9,1%) e Mário Crespo Entrevista (7,1%).
Os Malucos do Riso foram o programa mais visto da Sic - 10,1% de ratio e 24,4% de share. Quanto a Caminho das Índias verificou-se uma queda de cerca de 8% no share. Ontem obteve 20,4%. Simultaneamente Olhos nos Olhos fazia 35,4% e Prós e Contras 11,8%.
O Telejornal foi o programa mais visto da Rtp1, com menos 1% de ratio que o noticiário da Tvi - 10,1% e 29,7% de share. Duelo Final a fazer 18,4% de share.
Por fim, de referir que a transmissão da entrevista de Kate e Gerry McCain na Sic à 00:00 obteve 5,2% de ratio e 30% de share. Cerca de 492 mil espectadores seguiram este programa.
Audiências dos canais de informação
Sic Notícias - 4º lugar - Uma média de 4,4% de share e 26,700 espectadores Rtp N - 10º lugar - Uma média de 1,2% de share e 7,400 espectadores Tvi 24 - 13º lugar - Uma média de 1% de share e 5,800 espectadores
Está de volta o espaço de opinião no blog. Depois de perguntar qual o vosso ponto de vista acerca das audiências do Tvi24, hoje o tema será um pouco diferente. Tendo em conta as enquetes que se encontram disponíveis no blog, penso que este será um bom debate para os próximos dias.
Depois de 4 anos de Só Visto na Rtp1, consideram que o programa tem futuro?
Depois de na semana passado a personalidade em destaque neste espaço ter sido Herman José, hoje Manuel Luís Goucha sucede-lhe.
O apresentador que inventou e apresentou em tempos "Praça da Alegria", saiu da RTP sem aviso prévio. Na TVI, depois de fracassar em "Olá Portugal", revelou-se no "Você na TV!", talk show que apresenta actualmente com Cristina Ferreira.
Manuel Luís Goucha não tem papas na língua, quando diz que: "Quando tinha cinco anos já queria ser conhecido. Nunca quis ser médico, nem professor, queria ser conhecido, só isso. Na altura, não se usava levar as crianças ao psicólogo, mas hoje em dia isto seria encarado como uma chamada de atenção. Ficava em frente à televisão como se fosse uma câmara e fazia conversas de horas com amigos imaginários. Só muitos anos mais tarde, já a fazer a "Praça da Alegria" é que me lembrei dessa brincadeira. Acho que ainda ando a brincar, só que, agora, é com pessoas e com câmaras a sério. Por isso, sei que sou um belíssimo profissional", diz o apresentador, com modéstia à parte.
Tem consciência que em televisão, existe um certo prazo de validade do apresentador ou actor; de alguém que dê a cara em televisão por muito tempo. No entanto: "Acho que tenho sabido reciclar-me e acho, também, que o público gosta mais de mim agora do que quando comecei a fazer a "Praça da Alegria". O "Você na TV" permitiu-me mostrar uma faceta que desconheciam em mim... As pessoas descobriram que eu sou sensível, que sou um ser humano solidário e com emoções, como os outros! Confundiam a minha altivez com arrogância e eu não sou arrogante. Simplesmente, não pelo desculpa por ter nascido e não ando de cabeça baixa".
Quando se fala de Teresa Guilherme, o apresentador afirma imediatamente: "Essa não é uma amiga da televisão! A nossa amizade vem de antes e continuou pelo tempo fora." Quando se abre a opção de algum dia Manuel Luís Goucha dizer só, e apenas a verdade, ele confessa: "A Teresa sabe tudo ou quase tudo da minha vida, mas as pessoas que me vêem na televisão não precisam de saber mais do que já sabem. Se eu contasse tudo, perdia o meu lado misterioso e, logo depois, perdia o interesse", falando sobre a sua possível participação no novo programa de Teresa Guilherme, "O Momento da Verdade".
Utilizando uma máquina do tempo fictícia, voltamos com o tempo atrás, a 1991, altura em que Manuel Luís Goucha, de cozinheiro virou apresentador. Estreou-se nas manhãs da RTP, e foi aí que o descobriram. Porém, viu muitos virar-lhe as costas, tudo porque acusavam-no de nunca ter dado a Sónia Araújo a oportunidade que ela merecia. Sobre o assunto, Manuel Luís Goucha responde à letra: "A Sónia não era co-apresentadora do programa, era uma espécie de assistente... Como é que podia dividir com ela, um trabalho que era meu? Era eu que preparava o trabalho até à exaustão; por isso, não fazia sentido chegar ao pé dela e dizer: 'Olha, toma lá umas perguntas...' As entrevistas estavam todas contruídas por mim. Já no "Você na TV!" houve dois apresentadores desde o primeiro dia e, felizmente, desenvolveu-se uma relação de afecto entre mim e a Cristina. Podemos dizer que estamos em sintonia."
"O público não percebeu que eu não era - e não sou - funcionário de nenhuma estação televisiva", é o que afirma Manuel Luís Goucha, quando é falado da sua saída sem aviso da RTP. O apresentador salienta ainda que: "O povo só fez as pazes comigo passados dois anos, por isso é que o "Olá Portugal" foi um fracasso. Reconquistei o público com a ajuda do "Você na TV!", que era diferente do que estava a ser feito nas manhãs dos outros canais", explica.
Se falar do "Você na TV!", e não falar da Cristina Ferreira, é um espanto para Manuel Luís Goucha, que não poupa elogios à apresentadora. Confessa que foi um pouco dificil ao início dividir o protagonismo com Cristina Ferreira, no entanto, aprendeu a dividí-lo. Actualmente, o guião do programa é discutido pelos dois, a maioria das vezes por telefone. Se os dois concordarem, avançam, se não, conversam e acertam as ideias. Goucha também sente-se orgulhoso quando diz que: "Até hoje nunca houve a mínima beliscadura entre nós e isso seria normal entre duas pessoas que trabalham em televisão. Orgulho-me por conseguir dividir o meu protagonismo com ela há quatro anos."
Manuel Luís Goucha não poupa elogios, mas Cristina Ferreira também não: "A minha admiração pelo Manel já vem desde que comecei a vê-lo na televisão. Sempre foi uma referência para mim e, depois, foi meu professor, quando diz o curso.","Fiquei um bocado assustada quando soube que tinha de trabalhar com o Manel. Custava-me muito tratá-lo por tu, na primeira semana, mas hoje em dia posso dizer que ele é um dos poucos amigos que fiz na televisão e que será, certamente, um amigo para a vida, embora não passemos o tempo em casa um do outro."
Muitas são as mulheres 'do Manel', mas existe uma que se destaca na sua vida: D.ª Maria de Lurdes: "A mãe é muito importante. Mãe é matriz", afirma Manuel Luís.
Sobre a família, explica: "Sou filho de pais separados e, desde os três anos, vivi com a minha mãe, a minh avó e o meu irmão, que tem agora 51. por que é que eu nunca falo do meu irmão, de quem gosto? Porque tive irmão até aos 17 anos, depois vim à minha vida", salientando que a mudança de Coimbra para Lisboa foi importante para a sua vida: "Foi o grande acto da minha vida. A única coisa de que realmente me orgulho foi de ter chegado aos 17 anos e ter tido a coragem de vir de Coimbra para Lisboa, sozinho. Aos dez anos já dizia à minha mãe que um dia teria de me ir embora. Ela ficava horrorizada, porque eu era - e ainda sou! - um menino da mamã! Mas dizia isto porque sentia que Coimbra era demasiado pequena para mim. Já queria que a minha vida tivesse o tamanho do Mundo."
Do irmão, pouco se sabe, e pouco o Goucha fala. Porém, Manuel Luís remata: "Tenho uma boa relação com o meu irmão, mas tenho a minha vida. Eu segui viagem e ele construiu o seu caminho. Casou, teve filhos, mas eu nem sequer sou um bom tio... Posso também dizer que adoro a minha cunhada. Dou-lhe muito valor por ter tirado uma licenciatura depois dos 40 anos. Foi notável! O meu irmão já é mais acomodado...É um trabalhador fantástico, mas acomodado."
Mesmo assim, o apresentador do "Você na TV!", fala e só fala, da sua mãe: "Acho que a minha mãe ainda não tem esta história da separação do meu pai bem resolvida... Na altura, as coisas eram muito mais complicadas do que o são hoje. A minha mãe tinha de ter o que era certo para nos educar e não deixou muita margem ao sentimento. Imaginem uma mulher que era uma 'estampa' sozinha, com dois rapazes para criar e a ser assediada constantemente! Nos anos 60 a sociedade machista olhava para a minha mãe como uma presa fácil. Além disso, trabalhava muito, como manicura. Chegava a ganhar sete contos por mês numa altura em que os ordenados rondavam os 1500 escudos", conta, acrescentando de seguida: "Dela herdei a sensibilidade e, também, alguma rispidez. Penso que ela se tornou um bocado fria para se defender da vida", diz emocionado.
Tanto fala da mãe, mas do pai, a polémica faz-se sentir. Com o pai falecido à dois anos, Manuel Luís Goucha não compareceu ao funeral, e explica porquê: "Nunca tive uma relação com o meu pai. Ele separou-se da minha mãe quando eu tinha três anos e, depois, voltou a casar-se com uma segunda mulher, com quem esteve 40 e tal anos e, essa sim, foi a sua verdadeira relação. Não foi uma pessoa importante na minha vida, não me marcou. Não me deu alegrias, nem tristezas. Morreu e eu não senti nada, porque não se sente a perda de quem nunca se teve. Hoje, tenho pena de não ter feito nada para o conhecer melhor como pessoa, mas ele também não o fez." Mesmo assim, Manuel Luís tenta arranjar uma justificação para a ausência do pai na sua vida: "Ele deve ter-se desgastado no processo de separação e perdeu a vontade de tentar ser pai. Depois, eu também não fiz nada para o conhecer, mas acho que há um lado de mim que herdei dele. O lado de bon vivant, de gostar das coisas boas da vida e de viajar, esse lado irrequieto que me leva a arriscar."
Por agora, de férias em Itália numa viagem de 15 dias, por Veneza, Florença e Roma, Manuel Luís Goucha aguarda novos projectos de apresentação na TVI - tal como a Gala de Ficção Nacional - e em Outubro regressa a um novo estúdio no "Você na TV!".
Entrevista retirada da revista Tv7 Dias
Aqui fica um vídeo dos melhores momentos deste apresentador de televisão.
Boa tarde. Ontem o dia foi ganho pela Tvi. O concurso Uma Canção Para Ti demonstrou estar a altura de tudo. 18,3% de ratio e 49,7% de share. Uma grande subida depois de várias semanas a ir perdendo algum público. Se o horário muito contribuiu, o facto te ser uma semi final ajudou ainda mais. Quanto à estreia de Febre da Dança na Rtp1 não conseguiu mais que 5,9% de ratio e 15,4% de share. Já Atreve-te a Cantar ficou-se pelos 6,4% de ratio e 19,1% de share.
A tarde foi ganha pela estação de Queluz, com o filme O Código Da Vinci. Ultrapassou os 30% de share. Mesmo assim não deu a vitória ao Jornal Nacional, visto que o noticiário da Rtp1 foi o mais visto como podem ver no quadro em cima.
A Reportagem Sic foi o programa mais visto da estação de Carnaxide, sendo que o filme Click - que tinha obtido cerca de 40% de share quando estreou em horário nobre - desceu para os 21,1%.
A estreia de Os Contemporâneos também não foi auspiciosa: 5,1% de ratio e 13,9% de ratio.
O Melhor & Pior da semana de hoje refere-se à Sic. E como tal o sinal positivo vai para a novela Caminho das Índias. Ao longo dos tempos a sua audiência tem vindo a aumentar. Na Quinta feira obteve 7,0 de ratio e 28,2% de share. Relativamente ao pior, já se sabe que o Nós Por Cá anda mal, e por isso não vale a pena "bater mais no ceguinho". Neste sentido esta semana o sinal negativo vai para Não Há Crise, cujos shares andaram em alguns dias abaixo do 20%.
Quinta feira foi marcada pela vitória de Flor do Mar que fez nada mais nada menos que 20,1% de ratio. Feitiço de Amor não ficou muito atrás - 19,5% de ratio e 50,6% de share. Este dia ficou também marcado por o debate de Aqui e Agora, o programa mais visto da Sic. Atingiu os 22,5% de share. Nós por Cá com nota negativa - 4,5% de ratio e 17,8% de share. Ainda não percebi porque é que a estação de Carnaxide continua a apostar neste formato. Na Rtp1 o jogo de futebol da Taça Uefa entre o Hamburgo e WerderBremen foi o mais visto do dia. O Telejornal que o seguiu não fez melhor que 22% de share.
Na Sexta feira o cinema permitiu à Sic ter uma tarde equilibrada, coisa que acabou por acontecer novamente mais tarde na novela Caminho das Índias. Aos poucos a novela da estação de Carnaxide vai subindo, e no feriado chegou mesmo aos 6,3% de ratio e 28,2% de share. O Tá a Gravar ficou-se pelos 21,4%.
Na Tvi Feitiço de Amor foi o programa mais visto, tendo o Jornal Nacional (sem Manuela Moura Guedes) batido o Telejornal da Rtp1: 10,9 de ratio e 34,5% de share contra 9,3% de ratio e 30,1% de share. Na estação pública é díficil destacar algum programa para além do noticiários, visto que todos os programas à exepção deste e desde as 18 às 24 horas andaram na tasqui dos 20% de share. A série Pai à força registou uma descida. De 11% de ratio e 26,8% de share passou para 7,2% de ratio e 19,8% de share.
Sábado foi um dia estranho. O jogo do Benfica, o que é sempre um factor extra-audiência, ficou em segundo lugar, tendo sido batido pelo Feitiço de Amor da Tvi.
Por outro lado o quarto e quinto programa mais vistos - Olhos nos Olhos e Jornal Nacional respectivamente - estiveram abaixo da fasquia dos 10% de ratio. O programa mais visto da Sic foi o Tá a Gravar com setecentos mil espectadores - 4,4% de ratio. Guiness World Records passou para os 25,6% de share. A repetição do concurso Uma Canção Para Ti emitida antes do Jornal Nacional obteve 4,3% de ratio e 24,5% de share. O vencedor da tarde foi o filme Águas Passadas que a Sic transmitiu: 4,8% de ratio e 25,3% de share.
Ana Moura, concorrente de ‘Uma Canção Para Ti’ que foi expulsa na gala de dia 19, volta ao concurso da TVI a 10 de Maio, juntamente com mais uma dúzia de novos candidatos à final e ao prémio de 25 mil euros. O regresso deve-se ao facto de a foto da jovem, natural de Vila Nova de Gaia, ter aparecido duas vezes, em directo, no rodapé que indiciava à votação. Curiosamente, a imagem de Ana Moura surgiu em vez da de Ana Rita Prada, a mais votada no último domingo.
Agora, a opinião dos pais dos restantes concorrentes expulsos divide-se. Para Gabriel Mouzinho, pai de Fábio, só se faz justiça se "voltarem todos ao programa". Já Margarida Saraiva, mãe de Bruno Neves, considera "muito justa" a decisão da Endemol e da TVI.
A nova oportunidade dada à jovem, de 13 anos, deve-se a um engano e o erro só foi detectado no final da gala pela irmã de Ana, Juliana.
Gabriel Mouzinho diz que, independentemente da troca das fotografias "fica mal para o programa não voltarem todos os que foram expulsos nesse dia. Assim não é justo, porque estão a dar oportunidade a apenas um concorrente".
Margarida Saraiva considera justa a decisão: "O que aconteceu foi só com ela. Não se sabe até que ponto a Ana não foi prejudicada com a troca das fotografias".
Ana Natércia, a mãe que tanto se indignou com a expulsão da filha, diz agora que se fez justiça: "Claro que é justo. A Ana está muito satisfeita por voltar ao concurso. Não vou dizer mais nada porque já falei de mais".
No dia 19, após a gala, Ana Natércia acusou o júri do concurso: "A votação do público não tem nada a ver, é só para tapar os olhos ao Zé Povinho. Quem escolhe é o júri (...)".
Qual o critério para se fazer um programa especial? É que de tanto banalizar o conceito... ele deixa de ser especial
A nova (?) SIC gosta de especiais. E tem-nos feito com grande regularidade. O problema é que quando se banalizam os especiais, eles perdem a sua eficácia. Sem audiências à altura do que teve num passado não muito distante, a estação tem procurado tudo para revitalizar horários de manhã e da tarde. O problema não está em tentar. A questão está nos resultados que se obtêm.
Se é relativamente fácil perceber o critério que obedece à produção de um especial "Dia dos Heróis" na véspera do 25 de Abril, ninguém consegue perceber o que leva uma estação a fazer um especial, no dia 23 com o tema enigmático Dia das Surpresas. Os conteúdos foram surpreendentes? Eu diria que não, mas concedo que haja quem pense que sim. Mas, se foram surpreendentes, porque não catalisar esse esforço para a produção dos programas da tarde e da manhã? Para quê um especial? Para dar tempo de antena a Sofia Cerveira, a Daniel Oliveira e a Rita Ferro Rodrigues? Muito bem, dê-se-lhes um programa fixo, se se acha que eles fazem falta à antena.
Percebo que seja interessante dar cravos vermelhos a três bombeiros que salvaram um jovem de uma falésia? Percebo que seja tentador perguntar "qual a parte mais difícil de ser pescador?" a um homem chamado António Pila (!). Entendo que seja importante cortar na saia da Nucha ou da Ruth Marlene e pô-las a cantar. Mas, caramba, isso não chega para ser um especial. Basta ser televisão...
Ontem o dia foi ganho pela Tvi, que passou mais uma vez os 30% de share. E também mais uma a Sic andou na fasquia dos 20%. A Rtp1 com futebol afastou-se da estação de Carnaxide.
Destaque para Feitiço de Amor que ultrapassou os 18,5% de ratio e os 50% de share. A novela Flor do Mar não ficou muito atrás. O programa mais visto da Sic foi o Jornal da Noite que de 15,4% de share passou para 23,7%. Nada mau. Na Rtp1 o jogo entre o Barcelona e Chelsea foi o mais visto da estação pública. A primeira parte do Telejornal que o antecedeu obteve 8,2% de ratio e 36,2% de share. Quanto a Duelo Final a fazer 13,9% de share e o Resume da Liga dos Campeões 8,5%!
Na Tvi apenas de destacar a boa prestação de Olhos nos Olhos. A novela da Tvi obteve 10,6% de ratio e 41,7% de share. Ao mesmo tempo Caminho das Índias fazia 5,5% de ratio e 23,7% de share.
Sendo esta uma das maiores personalidade ao nível da comédia em Portugal decidimos começar esta rubrica com nada mais nada menos que Herman José! Neste momento Herman dedica-se aos seus espectáculos e o seu futuro em televisão não está definido. No entanto e segundo a imprensa, o ex-comediante Sic gostava de voltar a trabalhar na Rtp1, local aliás onde foi muito feliz.
Filho de pai alemão e mãe portuguesa. Com quatro anos e meio de idade protagoniza os filmes do seu pai, cinéfilo amador. Aos cinco anos vai para o Kindergarten, jardim infantil alemão, passando depois para o Colégio Alemão. Com um comportamento e resultados pouco lineares, tem aí os seus primeiros contactos com o teatro e a música. Estudava ainda quando comprou a sua primeira viola-baixo, com a vontade de tocar, compôr e cantar. Através da música conhecerá a vida artística. É por volta dos 18 anos que tem as primeiras aparições em televisão, no programa No Tempo Em Que Você Nasceu ao integrar o grupo In-Clave dirigido pelo maestro Pedro Osório, altura em que, a PIDE lhe faz um ultimato - ou se naturaliza português e cumpre o serviço militar ou terá que ir para a Alemanha, como alemão. Com a instauração da democracia Herman põe de parte a ideia de um curso superior em Munique. Em Outubro de 1974, levado pelo maestro do In-Clave estreia-se no teatro de revista, ao lado de Ivone Silva, José de Castro, Fernando Tordo, Nicolau Breyner e João Lagarto no ABC em Uma No Cravo, Outra Na Ditadura, da autoria de Ary dos Santos, César de Oliveira e Rogério Bracinha. É nas revistas do Parque Mayer que recebe a sua formação artística e depois de ter contacto com Nicolau Breyner, este transporta-o para a televisão. Em 1975 dá-se a sua estreia em televisão com a rábula Sr. Feliz e Sr. Contente, ao lado de Breyner. Tempos depois os críticos diziam que Herman «metera o veterano ao bolso». Paralalemante à televisão edita, em 1977, Saca o Saca-Rolhas que alcançou o Disco de Ouro. Durante cinco anos percorre o país em espectáculos de província onde debita anedotas, canta, inventa personagens e improvisa muito. Em 1980 A Canção do Beijinho é novamente Galardão de Ouro. Nesse mesmo ano a criação do personagem Toni Silva («artista da rádio, TV e disco» latino-romântico de brilhantina e lantejoulas que retratava a sociedade nas suas canções) atrai o grande público frente ao ecrã n' O Passeio dos Alegres, transmitido aos Domingos à tarde por Júlio Isidro. A crítica à volta do seu humor unanimiza-se. Em 1983, ano da sua participação no Festival da Canção com A Côr do Teu Baton, o programa O Tal Canal é considerado pela imprensa como a melhor produção de humor portuguesa de todos os tempos. A sua equipa regressa em Hermanias (1984). O sucesso reflete-se em níveis altos de audiências, na maioria de um público jovem, já que a irreverência do programa chocava, por vezes, certos públicos mais conservadores. Humor de Perdição (1987) - depois de uma passagem bem sucedida pelo 1,2,3 junto de Carlos Cruz - envolve o humorista numa polémica após a proibição - por parte do Conselho Administrativo da RTP - das entrevistas históricas, rubrica permanente do programa, sendo a série suspensa precisamente quando estava para ser transmitida a 'entrevista' à Raínha D. Isabel. Entretanto em 1987 Herman José estreia-se no cinema com O Querido Lilás, de Artur Semedo, filme que teve algum sucesso de bilheteira. Só nos primeiros meses de 1990 tem lugar o seu regresso à TV com Casino Royal - uma mistura de noite de teatro com programa de variedades, retratando o ambiente de guerra vivido em Lisboa nos anos 40. No princípio dos anos 90, depois de apresentar alguns concursos, como Com a Verdade Me Enganas e A Roda da Sorte, faz Parabéns (1993) em que mistura um concurso e sketches humorísticos num talk show, onde leva as mais variadas personalidades, de Roger Moore a Mário Soares, entre tantos outros. Em 1996 Herman deixa o Parabéns, após a censura da rubrica Última Ceia que juntou cem mil assinaturas num abaixo-assinado a reclamar a proibição daquela rábula. Regressa depois com a Herman Enciclopédia (1997), classificado como sendo de humor educado e mordaz, correcto e desbragado, inocente e venenoso, culto e vernacular. Este programa teve duas séries e bastante sucesso, criando figuras inesquecíveis como o provedor Diácono Remédios, 'Melga' e 'Mike' das televendas, etc. Para 1998, altura em que Lisboa recebeu a Exposição Universal, Herman saudou portugueses e estrangeiros com o seu Herman98, prolongado a Herman99. Aqui, a exposição hermaníaca divulgou figuras nacionais, trouxe música e humor. Primeiro em Lisboa, depois no Porto. No ano 2000, Herman José muda-se para a SIC onde apresenta aos domingos, o programa HermanSIC onde entrevista várias personalidades (nacionais e internacionais), mescladas com vários sketches humorísticos com participação da sua equipa de actores, que é constituída por Maria Rueff, Joaquim Monchique, Ana Bola, Maria Vieira, Manuel Marques, Vítor de Sousa e o próprio. Estes programas foram frequentemente transmitidos em directo. No ano de 2005, junta mais um CD à sua vasta discografia - És Tão Boa! reúne os maiores êxitos da sua carreira e foi durante semanas presença assegurada nos tops nacionais de vendas. Em Fevereiro de 2007 Herman esteia um novo programa. Hora H, à semelhança de outros programas do actor está dividido em sketchs humorísticos. Paralelamente à televisão Herman desenvolveu nos anos 80 intensa actividade de humorista radiofónico, primeiro na Rádio Comercial, passando pela TSF e por fim criando a Hermandifusão Portuguesa na Antena1/RDP, em duas edições diárias num simultâneo com a RDP Internacional, RDP África, Madeira e Açores. No dia 13 de Janeiro de 2007, no programa Os Grandes Portugueses, Herman Jose ficou em 70º lugar na lista dos 100 maiores portugueses de sempre. No dia 1 de Abril de 2007 é lhe atribuído o Globo de Ouro de Mérito e Excelencia.
Aqui ficam algumas das partes da entrevista de Herman José ao Você na Tv!
Ontem o dia foi ganho pela Tvi que mais uma vez esteve bem acima dos 30% de share. O menos do dia vai para a Sic e para a entrevista de Mário Crespo a Manuela Ferreira Leite que não passou de 7,9% de ratio e 18,9% de share. O programa mais visto da estação de Carnaxide foi mesmo o Jornal da Noite, que passou de uma herança do Nós Por Cá de 17,9% para 24,6%.
Na Tvi, obviamente o destaque vai para Flor do Mar, que destronou assim o seu principal concorrente. E perguntam vocês qual é o concorrente? É uma novela e do mesmo canal, ou seja Feitiço de Amor. Isto porque na concorrência acaba por não haver concorrência suficiente para parar o caminho da Tvi. A novela Flor do Mar obteve 18,0% de ratio e 45,0% de share, tendo sido acompanhada por mais de um milhão e setecentas mil pessoas.
Na Rtp1, o Preço Certo teve um bom resultado: 8,2% de ratio e 28,3% de share. Quanto a Notas Soltas, não conseguiu fazer muito mais que a entrevista de Mário Crespo: 8,6% de ratio e 20,6% de share. Nota negativa igualmente para Duelo Final que continua nas ruas da amargura, apesar de ser um concurso interessante. Ontem não passou dos 16,8% de share.
Boa tarde. Ontem o dia foi ganho pela Tvi. Nesta audimetria destaque apenas para dois programas dos 3 canais generalistas.
Na Tvi o destaque vai para o concurso Uma Canção Para Ti, que apesar de ter liderado volta a descer no ratio. Destaco isto, pois não percebo bem a razão de o programa estar a descer aos poucos. Não estou a dizer que o concurso está com maus resultados. Mas parece-me que este grupo não tem suscitado tanta curiosidade por parte do público. Por outro lado Equador, passa a segundo classificado de Domingo, depois de na semana passada ter ocupado o primeiro lugar. Alcançou 14,7% de ratio e 36,6% de share.
Quanto à Sic, o Jornal da Noite foi o seu programa mais visto com 24,7% de share. Por outro lado o filme exibido depois das 23 horas não fez melhor que 4,5% de ratio e 21,1% de share.
Mesmo com um jogo de futebol a estação pública não conseguiu liderar. Tal como podemos ver no quadro, a partida entre o Futebol Clube do Porto e Vitória de Setúbal alcançou quase 40%. O mesmo não obteve Conta-me Como Foi - 6,2% de ratio e 16,3% de share.
No total do dia a Tvi ficou com uma média de 29% de share, a Rtp1 com 25,1% e a Sic com 22,4%.
Quanto aos canais de informação, aqui ficam os resultados do dia de ontem:
4º lugar - Sic Notícias - 3,6% de share e uma média de 28,800 espectadores
11º lugar - Rtp N - 1,2% de share e uma média de 10,000 espectadores Fora dos 15 canais mais vistos - Tvi 24
‘Você na TV’: Figurante chega à fala com o Primeiro-ministro
Sócrates promete entrevista à TVI
Uma figurante de ‘Você na TV’ conseguiu o que nem Manuela Moura Guedes nem Manuel Luís Goucha conseguiram. A garantia de que José Sócrates dava uma entrevista à TVI, mas apenas ao apresentador do programa das manhãs da estação.
Para chegar à fala com o primeiro-ministro (PM), durante uma visita ao Palácio de São Bento, no dia 25 de Abril, Isabel usou o nome de Goucha e até levou um recado do governante para o apresentador: a promessa de uma entrevista. Apesar das relações entre Sócrates e a TVI não serem as melhores.
Depois do ‘Jornal Nacional de 6ª’ ter exibido um vídeo onde Charles Smith acusava Sócrates de ser "corrupto", o PM teceu duras críticas ao noticiário apresentado por Manuela Moura Guedes. José Eduardo Moniz, director-geral da TVI, vai levar o caso a tribunal. A subdirectora de Informação processou o PM por difamação.
Sobre o episódio de dia 25, Goucha, que em 2005 integrou a comissão de honra da candidatura do PM, conta ao CM: "Pedi, por duas vezes, entrevista a José Sócrates, através dos assessores. Mas não obtive resposta. Como é óbvio, não mando recados por uma figurante do meu programa. Vou falar com José Eduardo Moniz e ele decidirá se faço ou não a entrevista."
O apresentador considera "hilariante" o expediente da figurante. "Para meter conversa com o PM disse que eu mandava um abraço. Curiosamente, ele pediu para me dar o recado de que iria ao programa e me dava uma entrevista." A rir, Goucha diz ter sido avisado por uma produtora: "Identificámos a Isabel na televisão, pois ela vai ao ‘Você na TV’ há anos. Já falei com ela, e ficou preocupada, pois só queria meter conversa com o primeiro-ministro. Coitadinha. Até chorou."
Ao CM, o gabinete do PM diz que "não há nada a declarar. Foi uma conversa privada".
FRASES
"Sabe quem lhe manda um abraço? Manuel Luís Goucha. Gosta muito de si (...). Queria uma entrevista consigo." - Isabel, Figurante de ‘Você na TV’
"Mas eu vou fazê-la. Diga-lhe que me recordo muito dele, com muita saudade (...). Tenho problemas lá com a estação, mas tenho muita consideração por ele." - José Sócrates, Primeiro-ministro
MAIS DE 146 MIL VIRAM MANUELA
O ‘Jornal Nacional de 6ª’ de dia 24 de Abril cativou mais 146 500 telespectadores do que a entrevista de José Sócrates à RTP 1, no dia 21. Na sexta-feira, o noticiário apresentado por Manuela Moura Guedes registou uma audiência de 1 391 700 (a melhor de sempre), contra 1 245 500 da entrevista ao primeiro-ministro.
Esta semana a Sic é o canal analisado. O sinal verde vai para Aqui&Agora que começa a dar frutos. Esta quinta-feira foi o programa mais visto da Sic, ocupando o quinto lugar do top5 dos mais vistos do dia. Obteve 9,2% de ratio e 23,6% de share. De referir que no programa anterior a este tinha conseguido 10,3% de ratio e 24,4% de share.
Quanto a Atreve-te a Cantar, apesar de ter subido desde o último sábado (21,4% de share contra 19,1%), continua longe dos bons resultados anteriormente obtidos.
Alteração na frequência e saída do pacote mais barato baixaram audiência
A RTPN considera-se "altamente" prejudicada com as alterações que a Zon TV Cabo introduziu na programação e com a saída do canal do pacote básico da operadora. A Zon afirmou que defendeu o "interesse" dos clientes".
O director de programas da RTPN, José Alberto Lemos, não esconde a sua indignação e afirma tratar-se de uma "situação escandalosa" e que a Zon TV Cabo "está a destruir o canal".
Entre outras alterações, a operadora "retirou a RTPN do pacote "selecção", ou seja, o mais barato". "Não se consegue entender. Saímos nós e entrou a TVI24.
O problema é que nos 23 canais daquele pacote estão dois de testes, um de televendas, um de programação e a RTP Memória e RTP África, que têm shares inferiores ao nosso", destacou José Alberto Lemos.
O responsável da RTPN, que desconhece quantos lares têm o pacote "selecção", mostrou-se convicto de que "a crise económica levará muitos clientes a optar por aquela solução e não poderão ver a RTPN".
A Zon TV Cabo, por outro lado, alterou a frequência da RTPN e trocou a sua posição na grelha de canais. "Alegando razões técnicas, mudaram as frequências da RTPN. Não entendo porquê nós, mas acreditemos que se tratou de uma questão técnica.
Já entendo menos que tenhamos passado do sétimo lugar na grelha da programação para o 36.º , por troca com o TV5 Monde", afirmou, ao JN, José Alberto Lemos.
O director da RTPN reconhece que, para quem tem acesso digital ("power-box"), a alteração não trará grandes problemas. "Mas cerca de metade dos clientes terá de sintonizar manualmente os canais", referiu.
Para provar que a alteração prejudicou a RTPN, José Alberto Lemos apontou o share do canal no Grande Porto no dia em que a mudança de frequência ocorreu nas zonas da Boavista e Lapa (Porto), Gaia e Senhora da Hora (Matosinhos), na passada quarta-feira. "Tivemos o share mais baixo da nossa história, com 0,5%, quando no dia anterior tínhamos tido 4,9%", revelou José Alberto Lemos.
O director de programas da RTPN revelou que este factos "já foram comunicados à Administração da RTP e já foram pedidas explicações à Zon".
Jorge Graça, director de conteúdos da Zon, estranhou as acusações e garantiu que a RTPN "nunca pertenceu ao pacote selecção".
"A escolha dos canais incluídos no pacote selecção é uma decisão exclusivamente nossa e fruto da avaliação dos melhores interesses dos nossos clientes. Todos os canais que nele não estão incluídos podem usar argumentos semelhantes aos da RTPN", acrescentou, em declarações Lusa.
Jorge Graça referiu que o "selecção" precisava de "reforços com conteúdos como os da TVI 24. Não há qualquer segundo sentido na sua inclusão".
O responsável justificou as mudanças de lugar e de frequência devido à necessidade de "arrumar o espectro da grelha. É uma questão meramente técnica que visa apenas melhorar a qualidade do serviço prestado".
Jorge Graça lembrou que a posição da RTPN não mudou na TV Cabo digital, que "corresponde a mais de metade dos clientes da Zon".
Durante estes dois dias em análise a Tvi voltou a vencer, apesar de no Sábado o dia ter sido mais equilibrado entre os três canais generalistas.
Começando por sexta-feira, que ficou marcada por uma programação diferente na Sic com o dia dos Heróis e com um debate sobre a Europa e por um concerto de baixo de água na Tvi há muito que analisar. Quanto aos dois programas da estação de Carnaxide referidos, ambos fizeram maus resultados. Enquanto o Dia dos Heróis fez 3,1% de ratio e 20,7% de share, o Debate Europa não passou dos 6,5% de ratio e 15,9% de share. Obviamente que tendo em conta estes dois programas o restante dis da Sic foi desastroso.
Quanto à Rtp1, é de salientar o bom resultado de Pai à Força que foi o programa mais visto da estação pública na sexta-feira. Mais de um milhão de pessoa seguiram esta série.
Apesar desta boa audiência, a mesma não se pode dizer do filme as Ilhas Desconhecidas que não passou dos 8% de share.
Na Tvi era certo que o Jornal Nacional de 6ª feira fosse o mais visto. Com a polémica Tvi versus José Socrates, o noticiário conduzido por Manuela Moura Guedes começa a chegar cada vez a mais pessoas. Nesta sexta-feira atingiu os 14,7% de ratio e 40% de share. Obviamente que foi o jornal mais visto.
Quanto ao concerto Espelho de Água (duas músicas!!!) conseguiu 16,9% de ratio e 40,5% de share.
Quanto a Sábado a Tvi voltou a ganhar como já referi. No entanto a distância encurtou-se o que se deve em parte ao mau resultado do filme Escola para Totós que não passou dos 20% de share. À mesma hora a Sic transmitia 007 Casino Royale, tendo assim conseguido a liderança do fim de tarde com uns cofortáveis 30,4% de share. A Rtp1 passava a partir das 19 horas Vila Faia que obteve igualmente um bom resultado 8,5% de ratio e 29,3% de share.
No que toca aos noticiários o Telejornal foi o mais visto (10,5% de ratio e 31,9% de share), seguido o Jornal da Noite (9,4% de ratio e 28,2% de share) e por fim o Jornal Nacional (9,2% de ratio e 27,7% de share).
O programa Tá a Gravar coneguiu 25,7% de share, e a novela Feitiço de Amor - o programa mais visto do dia - chegou aos 16% de ratio e 46,6% de share.
Na Rtp1 o programa Vozes que Abril abriu não passou dos 17,2% de share.
Depois do debate-opinião, aqui ficam os resultados da enquete colocada em linha sobre os resultados do Tvi 24. Apesar de algumas pessoas não estarem a par dos resultados, o facto é que metade dos inquiridos esperavam mais deste canal de informação.
O Primeiro-ministro, José Sócrates, foi à RTP1 depois de 4 anos à frente do Governo numa altura em que Portugal vive em recessão económica e num ano em que vão ocorrer 3 actos eleitorais (Europeias, Autárquicas e Legislativas). A entrevista foi conduzida por José Alberto Carvalho e Judite de Sousa.
A entrevista a José Sócrates foi transmitida no dia 22 de Abril, em directo, a seguir ao Telejornal (a partir das 20:50) e teve 64 minutos de duração. Foi o melhor programa da RTP1 nesse dia, com 13.2% de audiência média e 31.3% de share. Cada espectador viu, em média, cerca 30 minutos, ou seja, cerca de 48% da duração total da entrevista.
A RTP1 registou 25.3% de share nesse dia, dos quais 4.58 pontos provêm da entrevista, o que significa que o programa representou 19.5% da audiência do canal no dia.
Programa regressa aos serões da RTP1, aos domingos, a partir de 3 de Maio. DVD da segunda série será lançado nas primeiras semanas do mês.
Começam na terça-feira as filmagens do primeiro programa da nova série de Os Contemporâneos, que regressa à RTP1 no domingo, 3 de Maio, às 22.15.
"Evolução na continuidade" é o que se pode esperar desta nova série. Confuso? Nuno Markl troca por miúdos: "Se na primeira série andámos um bocado aos papéis, na segunda descobrimos a voz e o tom do programa". Por isso, nos próximos 13 episódios, vão regressar algumas figuras a que os telespectadores já se habituaram - como o popular "Chato" de Nuno Lopes, que manda toda a gente trabalhar -, mas a equipa de actores e autores está já a trabalhar em novas figuras. Sem especificar quais, Bruno Nogueira refere que "há algumas personagens que estão a ser trabalhadas, mas preferimos esperar pela reacção do público para decidir quais serão mais utilizadas". Nuno Markl avança ainda que irá explorar o universo dos instrutores de condução.
"Escrever sobre a actualidade com sentido de intemporalidade" é o grande desafio, explica Nuno Artur Silva, das Produções Fictícias. Máxima repetida por toda a equipa, juntando mais um ingrediente: manter o mesmo nível atingido pelo programa na segunda série.
Para além dos temas mais óbvios, como política e futebol, os elementos da equipa têm assuntos aos quais dão mais atenção. Se Bruno Nogueira prefere pegar numa pequena notícia de jornal e transformá-la num sketch, Nuno Lopes não resiste a chocar as pessoas recorrendo à crítica social, sobretudo utilizando casos concretos. Já Nuno Markl prefere os tipos sociais, em geral, e Eduardo Madeira confessa o seu gosto em parodiar o meio musical.
Ontem, na apresentação da terceira temporada da série, José Fragoso, director de programas da RTP1, classificou Os Contemporâneos como "uma mais-valia para a programação da RTP e uma marca no humor nacional". Defendendo a ideia que um canal generalista tem de dar espaço nobre a este género, prometeu novos projectos humorísticos para breve.
O DVD da segunda temporada do programa está já em produção e deverá chegar às lojas nas primeiras semanas de Maio.
A seguinte notícia foi retirada do Correio da Manhã
Na sequência das afirmações feitas ontem pelo Primeiro Ministro José Sócrates na entrevista à RTP, José Eduardo Moniz, director geral da TVI, anunciou, esta noite, no ‘Jornal Nacional', que vai "avançar para os tribunais com uma queixa" contra o primeiro Ministro José Sócrates.
'Ouvi ontem as suas palavras com surpresa e alguma estupefacção. Não pela atitude crítica em relação ao jornalismo da TVI, do qual assumidamente não gosta, mas pelo conteúdo, tom e termos impróprios, do meu ponto de vista, para uma pessoa que tem responsabilidade perante o País. Termos que são incompatíveis com o sentido de Estado que o deve acompanhar em todas as ocasiões e que, manifestamente pôs de lado, quando decidiu atacar a informação que esta Redacção oferece aos telespectadores'.
Na sua intervenção no ‘Jornal Nacional', o director-geral da TVI, adiantou: 'Não vou adoptar esse tom, nem essa maneira de actuar, pois estamos seguros do nosso rigor, dedicação e competência dos nossos jornalistas. É serenamente que aqui deixo claro que não sou cobarde, não me escondo atrás de qualquer moita ou arbusto a montar emboscadas para ir à 'caça ao homem' movido por 'ódio' pessoal, utilizando para o efeito 'um dito telejornal travestido'. Nem eu, nem ninguém nesta casa recorre a tais métodos que, talvez, sejam frequentes em políticas, mas são inadmissíveis em jornalismo.'
Na opinião de José Eduardo Moniz, as afirmações de José Sócrates causaram um ' enorme desconforto para o jornalismo de investigação', que os jornalistas da TVI têm desenvolvido a propósito do caso Freeport. E sublinhou: "Ontem, o primeiro ministro dispôs de uma excelente oportunidade para esclarecer o País do sobre o seu alegado envolvimento no caso, mas não conseguiu, não pôde, não soube ou não quis fazê-lo. É lá com ele. Preferiu antes atacar a TVI. O modo como o fez, ofendeu profissionais desta empresa e ofendeu-me a mim em particular, último responsável pela informação que aqui se propduz, quer na minha honra quer na minha dignididade."
Ontem o dia foi ganho pela Tvi que teve exactamente 30% de share. Seguiu-se a Sic com 24,4% e a Rtp1 com 22,1%. Com o jogo entre o Paços de Ferreira e o Nacional, o Nós Por Cá subiu de cerca de 20% de share para 25,6%. O Preço Certo acabou por liderar, atravessando a meta dos 30% de share. O jogo transmitido pela Tvi ficou-se pelos 25,7. Mesmo assim e tal como podemos ver na tabela o Jornal Nacional acabou por ser o mais visto dos noticiários.
É de referir que se olharmos mais pormenorizadamente para as audiências da estação de Carnaxide durante o dia de ontem, concluímos que foi este foi bom. A Sic esteve com shares bastante equilibrados. Nunca desceu dos 20%: a novela Três Irmãs chegou quase aos 29%, Rebelde Way ficou-se pelos 27% e Não Há Crise conseguiu 25%. Na Tvi mais uma vez é de destacar o fenómeno Feitiço de Amor. A chegar ao fim, a novela da Tvi esteve perto de alcançar os 50% de share. Mas mesmo não o fazendo agarrou cerca de um milhão e setecentas mil pessoas ao ecrã. A Rtp1 continua com baixos resultados depois das 21 horas. A série A Guerra ficou-se por 5,5% de ratio e 13,8% de share e Duelo Final alcançou 5,1% de ratio e 16,5% de share.
Quanto às audiências dos canais de informação, são os seguintes: Sic Notícias - 4º lugar - 3,9 / 24,400 Rtp N - 11º lugar - 1,4 / 8,700 Tvi 24 - 15º lugar - 1,1 / 7,000
Boa tarde. Ontem a Tvi ultrapassou mais uma vez os 30% de share. A concorrência não toma medidas e os resultados estão à vista. Feitiço de Amor a fazer 19% de ratio e 48,9% de share é muito bom. A Tvi liderou desde as 18:00 até à 00:00 com shares entre os 27% e os 50%. Na Sic o destaque vai para Três Irmãs, visto que atingiu os valores que há muito não conseguia - 26,7%. Quanto à Rtp1 o Telejornal ocupou o quinto lugar dos cinco programas mais vistos do dia.
Mais pormonorizadamente verificamos que o duelo Notas Soltas e Mário Crespo Entrevista continua a ser ganho pela estação pública: 9,6% de ratio e 24,1% de share contra 7,3% de ratio e 18,1% de share. Apesar disto, o programa de Carnaxide subiu visto que na semana passada não tinha passado dos 13,6% de share. Na Tvi o Feitiço de Amor das 19 horas a roubar mais uma vez o primeiro lugar que o Preço Certo ocupava: 11,5% de ratio e 40,9% de share contra 6,3% de ratio e 27,2% de share. O programa mais visto da Sic foi mesmo os Malucos do Riso que nem sequer chegaram aos oitecentos mil espectadores. De destacar apenas o debate Prós e Contra que fez 17,7% de share.
Quanto às audiências dos canais de informação, foram as seguintes: Sic Notícias - 3,8% de share e uma média de 23,000 espectadores Tvi 24 - 1,0 de share e uma média de 6,200 espectadores Rtp N - Fora dos 15 canais mais vistos