26 de maio de 2010

Cine-Opinião


Quatro longos anos passaram desde que as salas de cinema nacionais vislumbraram pela primeira vez “Alice”, a obra do visionário realizador Marco Martins. Depois atingir público e crítica, que se uniram num acalorado aplauso, chega agora às salas de cinema “Como desenhar um círculo perfeito”. Este filme ” confronta o espectador com uma obsessão bem mais perturbadora e socialmente reprovável: a incontrolável paixão incestuosa que um rapaz desenvolve pela sua própria irmã.

Guilherme (Morais) e Sofia (de Verona) são irmãos gémeos que vivem no seio de uma família desestruturada. Como consequência deste ambiente hostil, os dois crescem apoiando-se um no outro, desenvolvendo personalidades distintas – se, por um lado, Guilherme é excessivamente introvertido, Sofia é exageradamente rebelde e amante da vida boémia. Guilherme vive apenas com um objectivo em mente: desflorar a virgindade da própria irmã.

Procurando mais uma vez uma temática claramente dramática e coberta de tabus, Rafael Morais no papel de Guilherme e Joana de Verona no papel de Sofia saltam do anonimato para o estrelato, desempenhando os seus papéis claramente exigentes com brilho.

Apesar de alguma lentidão em determinados momentos do filme, bem como alguns outros excessivos, “Como Desenhar um Círculo Perfeito” afirma-se como uma obra de visionamento obrigatório.




Parece que a sequela de Sexo e a Cidade está para chegar, e estreia nos cinemas portugueses no dia 3 de Junho!

Numa tentativa de reinventar os clássicos, depois de “Robin Wood” vem mesmo “Os três mosqueteiros”. Procurando reunir um elenco de excelência, ao que parece Orlando Bloom e James Corden já estão confirmados para fazer parte do elenco.

Russell Crowe recebeu uma homenagem dos correios australianos: o actor vai figurar nos selos desse país caracterizado de “Robin Hood”.

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