
Depois do debate-opinião, aqui ficam os resultados da enquete colocada em linha sobre os resultados do Tvi 24. Apesar de algumas pessoas não estarem a par dos resultados, o facto é que metade dos inquiridos esperavam mais deste canal de informação.
O Primeiro-ministro, José Sócrates, foi à RTP1 depois de 4 anos à frente do Governo numa altura em que Portugal vive em recessão económica e num ano em que vão ocorrer 3 actos eleitorais (Europeias, Autárquicas e Legislativas). A entrevista foi conduzida por José Alberto Carvalho e Judite de Sousa. | |
A entrevista a José Sócrates foi transmitida no dia 22 de Abril, em directo, a seguir ao Telejornal (a partir das 20:50) e teve 64 minutos de duração. Foi o melhor programa da RTP1 nesse dia, com 13.2% de audiência média e 31.3% de share. Cada espectador viu, em média, cerca 30 minutos, ou seja, cerca de 48% da duração total da entrevista.
A RTP1 registou 25.3% de share nesse dia, dos quais 4.58 pontos provêm da entrevista, o que significa que o programa representou 19.5% da audiência do canal no dia.
Programa regressa aos serões da RTP1, aos domingos, a partir de 3 de Maio. DVD da segunda série será lançado nas primeiras semanas do mês.
Começam na terça-feira as filmagens do primeiro programa da nova série de Os Contemporâneos, que regressa à RTP1 no domingo, 3 de Maio, às 22.15.
"Evolução na continuidade" é o que se pode esperar desta nova série. Confuso? Nuno Markl troca por miúdos: "Se na primeira série andámos um bocado aos papéis, na segunda descobrimos a voz e o tom do programa". Por isso, nos próximos 13 episódios, vão regressar algumas figuras a que os telespectadores já se habituaram - como o popular "Chato" de Nuno Lopes, que manda toda a gente trabalhar -, mas a equipa de actores e autores está já a trabalhar em novas figuras. Sem especificar quais, Bruno Nogueira refere que "há algumas personagens que estão a ser trabalhadas, mas preferimos esperar pela reacção do público para decidir quais serão mais utilizadas". Nuno Markl avança ainda que irá explorar o universo dos instrutores de condução.
"Escrever sobre a actualidade com sentido de intemporalidade" é o grande desafio, explica Nuno Artur Silva, das Produções Fictícias. Máxima repetida por toda a equipa, juntando mais um ingrediente: manter o mesmo nível atingido pelo programa na segunda série.
Para além dos temas mais óbvios, como política e futebol, os elementos da equipa têm assuntos aos quais dão mais atenção. Se Bruno Nogueira prefere pegar numa pequena notícia de jornal e transformá-la num sketch, Nuno Lopes não resiste a chocar as pessoas recorrendo à crítica social, sobretudo utilizando casos concretos. Já Nuno Markl prefere os tipos sociais, em geral, e Eduardo Madeira confessa o seu gosto em parodiar o meio musical.
Ontem, na apresentação da terceira temporada da série, José Fragoso, director de programas da RTP1, classificou Os Contemporâneos como "uma mais-valia para a programação da RTP e uma marca no humor nacional". Defendendo a ideia que um canal generalista tem de dar espaço nobre a este género, prometeu novos projectos humorísticos para breve.
O DVD da segunda temporada do programa está já em produção e deverá chegar às lojas nas primeiras semanas de Maio.
'Ouvi ontem as suas palavras com surpresa e alguma estupefacção. Não pela atitude crítica em relação ao jornalismo da TVI, do qual assumidamente não gosta, mas pelo conteúdo, tom e termos impróprios, do meu ponto de vista, para uma pessoa que tem responsabilidade perante o País. Termos que são incompatíveis com o sentido de Estado que o deve acompanhar em todas as ocasiões e que, manifestamente pôs de lado, quando decidiu atacar a informação que esta Redacção oferece aos telespectadores'.
Na sua intervenção no ‘Jornal Nacional', o director-geral da TVI, adiantou: 'Não vou adoptar esse tom, nem essa maneira de actuar, pois estamos seguros do nosso rigor, dedicação e competência dos nossos jornalistas. É serenamente que aqui deixo claro que não sou cobarde, não me escondo atrás de qualquer moita ou arbusto a montar emboscadas para ir à 'caça ao homem' movido por 'ódio' pessoal, utilizando para o efeito 'um dito telejornal travestido'. Nem eu, nem ninguém nesta casa recorre a tais métodos que, talvez, sejam frequentes em políticas, mas são inadmissíveis em jornalismo.'
Na opinião de José Eduardo Moniz, as afirmações de José Sócrates causaram um ' enorme desconforto para o jornalismo de investigação', que os jornalistas da TVI têm desenvolvido a propósito do caso Freeport. E sublinhou: "Ontem, o primeiro ministro dispôs de uma excelente oportunidade para esclarecer o País do sobre o seu alegado envolvimento no caso, mas não conseguiu, não pôde, não soube ou não quis fazê-lo. É lá com ele. Preferiu antes atacar a TVI. O modo como o fez, ofendeu profissionais desta empresa e ofendeu-me a mim em particular, último responsável pela informação que aqui se propduz, quer na minha honra quer na minha dignididade."


SET estreia mais uma série para jovens
Uma jovem recém-licenciada é contratada como tutora de duas herdeiras ricas para as ajudar a preparar-se para a universidade, na soalheira cidade norte-americana de Palm Beach. Estas, rebeldes e mimadas, não ficam nada satisfeitas com a ideia e não vão facilitar a vida à primeira.
Assim começa a série "Afortunadas" que o Sony Entertainmet Television (SET) estreia esta noite. Um formato que se junta a "Gossip girl", também emitido pelo canal, e que reflecte a opção das estações norte-americanas de investir no público jovem.
Recorde-se que além da aposta em formatos originais outra das opções tem sido a recuperação de séries emblemáticas. As mais mediáticas são "Febre em Beverly Hills", cuja nova versão está a ser exibida pela Fox Life, e "Melrose Place", que está em pré-produção. Estes dois formatos alcançaram grande sucesso nos anos 90 do século XX.
Em relação ao novo programa, a história de "Afortunadas" é inspirada no livro "How to teach filthy rich girls" (como ensinar raparigas podres de ricas), de Zoey Dean. A adaptação à televisão foi feita por Rina Mino, responsável por séries como "Tal mãe, tal filha" e "Malmequer, bem-me-quer".
Quanto ao elenco, é integrado por JoAnna Garcia, no papel da tutora "Megan Smith", Lucy Kate Hale e Ashley Newbrough como as gémeas "Rose" e "Sage", e Anne Archer que faz de "Laurel Limoges", a magnata da indústria cosmética avó das jovens.
De salientar ainda que a primeis temporada é composta por 18 episódios com 60 minutos cada.





ÚLTIMA HORA
A estação pública conquistou nomeações em várias categorias no Festival de Televisão de Monte-Carlo, que se realiza de 7 a 11 de Junho. “Telerural” e “Os contemporâneos” estão no grupo das séries de comédia, e “Liberdade 21” na classe de drama.
Quanto aos actores, os apurados para a fase final são António Capelo, Ivo Canelas (“Liberdade 21”), Bruno Nogueira, Nuno Lopes (“Os contemporâneos”), João Paulo Rodrigues e Pedro Alves (“Telerural”). Para melhor actriz estão na lista Ana Nave, Rita Lello (“Liberdade 21”) e Maria Rueff (“Os contemporâneos”).

O dia de ontem foi ganho mais uma vez pela Tvi. Com o seu quarteto de força, o canal de Queluz lidera livremente a partir das 19:30. E podem rectificar isso no quadro fornecido pela Mediamonitor.João Cordeiro, Presidente da Associação Nacional de Farmácias, e Pedro Nunes, Bastonário da Ordem dos Médicos vão estar frente-a-frente, às 23 horas de terça-feira, na emissão especial da SIC Notícias dedicada ao negócio dos genéricos em Portugal.
A ameaça da ministra da saúde, Ana Jorge, em não comparticipar a troca de medicamentos decidida por farmacêuticos fez estalar uma guerra entre médicos e farmácias. A ANF acusa os médicos que acusa de se venderem por viagens. A Ordem diz que João Cordeiro é porta-voz da indústria farmacêutica.





Estações norte-americanas preparam nova temporada televisiva.Temas centrais obedecemà tríade habitual: dramas familiares, investigações policiais e azáfama hospitalar.
Dramas familiares, investigações policiais e azáfama hospitalar dominam as séries americanas da próxima época. E os capítulos experimentais para as testar não fogem à regra; as estações preferem não arriscar em tempo de crise.
Várias cadeias de televisão sediadas nos Estados Unidos apresentam propostas frescas para renovar as suas grelhas no que às intrigas diz respeito. Aliás, o mercado por lá é prolífero e com exportação quase garantida. Logo, depreender-se-ia uma oferta múltipla e ecléctica. Porém, os canais parece não quererem assumir grandes riscos. Nada de muito arrojado se avizinha para a nova temporada, andando todos a reboque de temas similares, depois sujeitos à apreciação do público. Um piloto só tem prossecução assegurada de acordo com a receptividade.
As receitas de intrigas conotadas com a Lei, associadas a conflitos geracionais no seio de clãs familiares, e aquelas que se prendem com a peritagem médica há muito que deram provas de êxito junto do público. Ainda que com abordagens distintas, ABC, CBS, NBC, HBO, FOX, CW, SCI FI, Showtime e TNT, embora umas mais do que outras, estão apostadas em recorrer a esse porto seguro, talvez por efeito colateral e de contágio, sintomático da crise. À frente do ranking, no que toca ao número de pilotos de séries aduzidos, está a ABC, com 25. Um deles trata-se de "The law", cujo fio condutor se alicerça num grupo de polícias que apenas exercem a sua profissão ao fim-de-semana por estarem na reserva, corroborando uma das tendências. Dado curioso é o facto de Jerry Bruckheimer, responsável por "CSI" e derivados, "Sem rasto" e "Casos arquivados", todos eles da CBS, carimbar duas hipotéticas séries para a ABC.
Se uma, ainda sem título, se entronca na linha dos conteúdos que o popularizaram, versando uma equipa de detectives amadores que tenta deslindar casos de vítimas não identificadas, a outra, denominada "Empire state", escapa a esse registo, constituindo-se uma espécie de "Romeu e Julieta" dos tempos modernos.
Por sua vez, na CBS, é de assinalar "Three Rivers" - não fosse protagonizada por Joaquim de Almeida" (ver caixa) - e o "spin-off" de "NCIS", que em Portugal se chama "Investigação Criminal", uma vez que Daniela Ruah integra o elenco. Ora, adivinha-se visibilidade sem precedentes para dois actores portugueses no pequeno ecrã por terras do tio Sam.
Saliente-se o "remake" de "Melrose Place", da chancela do canal CW, "Maggie Hill", da FOX, sobre uma genial cirurgiã que luta contra a sua condição de esquizofrénica, e, na HBO "Bordwalk Empire", que conta com a realização de Martin Scorsese.


Desde a participação especial de Deborah Secco, no papel da prostituta Betina, em Paraíso Tropical, exibida na Globo em 2007, que os dois autores pretendem voltar a trabalhar com a actriz. Este novo contrato veio permitir realizar esse desejo. Citado pelo site da TV Globo, Ricardo Linhares adiantou que já está a trabalhar com Gilberto Braga "para dar os primeiros passos da história, que ainda está incipiente", para depois apresentarem o projecto à televisão.

"Gato Fedorento", "Os Contemporâneos", "Telerural" são dos formatos mais recentes de humor que a estação pública colocou no ar. Longe vão os tempos do "Senhor Feliz e do Senhor Contente" (de 1977) ou dos "sketches" de "Zip-Zip" (1969), que conseguiam iludir a censura.
Estes e muitos outros programas são evocados na série de quatro documentários, intitulada "As Divinas Comédias" sobre a história do humor que a RTP1 deve estrear ainda no final de Abril ou início de Maio.
A produção está a cargo das Produções Fictícias, nome que também já não pode ser dissociado desta arte, e da Até ao Fim do Mundo, que assina projectos como "Os Contemporâneos". Um dos autores do guião é Nuno Markl, que acumula a função de narrador, e para apresentar os programas foram convidadas duas gerações de comediantes: Raul Solnado e Bruno Nogueira.
"Isso é o que tem piada", disse o veterano ao JN, revelando que a interacção com o colega mais jovem se traduzirá num diálogo travado em locais tão inusitados como um ginásio ou um parque de campismo.
António Feio e José Pedro Gomes como "Toni" e "Zézé" explicam a "Conversa da treta". Herman José foi outro dos humoristas ouvidos para este trabalho.
A montagem do primeiro episódio foi descrito por Nuno Markl como um "gigantesco puzzle".
"Eterno amor" é o título provisório da nova novela de Carnaxide. Ricardo Pereira é dado como certo para a protagonizar. Oceana Basílio, que ainda pode ser vista em "Olhos nos olhos", da TVI, é outro dos nomes confirmados.
Na derradeira fase das gravações da antecessora "Podia acabar o mundo", Virgílio Castelo, consultor para a ficção de Carnaxide, havia adiantado que grande parte do elenco para a novela que se segue estava fechado. Sabia-se também que a feitura do guião é da responsabilidade de Pedro Lopes, quem gizou a ideia original e coordenador da equipa de argumentistas da SP Televisão, que tem a cargo a produção da trama.
Ora, aos poucos, vão sendo desvelados pormenores. Por exemplo, o país frio de que se falava para servir de palco à acção da narrativa tratar-se-á da Finlândia, mais precisamente da sua capital Helsínquia. Quem o adiantou foi Alexandre Gonçalves que agencia alguns dos actores que a vão integrar , nomeadamente, Oceana Basílio, cuja personagem terá um percurso no estrangeiro.
A actriz que, embora não tenha exclusividade com nenhum canal, tem pontificado mais nas produções de Queluz, vestirá Bárbara, "uma artista plástica em ascensão que será a melhor amiga da protagonista Leonor" (interpretação que poderá caber a Diana Chaves), pelo que terá um papel de relevo. Alexandre contou também que estão a ser encetadas diligências por forma a conseguir-se uma parceria com aquele país nórdico. "O hotel do gelo seria um dos cenários ideais, mas caso não seja viável, a Croácia é alternativa".
Tal representa um ingrediente novo a somar à receita convencionada para as ficções nacionais, uma vez que, por norma, as filmagens no estrangeiro decorrem em territórios quentes. Mas a tentativa de diversificação não se esgotará por aqui. Temas fracturantes serão abordados em "Eterno amor". Aliás, a questão do abuso sexual parece ser transversal.
Alda Gomes estará envolvida nesse drama ao dar corpo a Madalena, uma mãe solteira, funcionária do banco "Bettencourt", detido pelo núcleo principal da novela, que ao sofrer esses abusos é instigada a reagir indo trabalhar para o café pertencente à família Viegas, "um ponto de encontro das personagens" de roupagem vanguardista. Já Luís Lucas será, Humberto, um dedicado mordomo, o qual esconde o segredo de uma morte. Porém, é o amor desencontrado por um coma de cinco anos o fio condutor da intriga.
Outro dado curioso é o facto de Inês Castel-Branco participar, não como actriz, mas enquanto membro do grupo de guionistas. As gravações arrancam em Maio.


Cabo tem melhor resultado de sempre!
Jogos do Sporting e do Benfica na SportTV, no domingo, ajudaram ao sucesso da televisão por cabo, que tem subido desde Janeiro.
A televisão por cabo teve o seu melhor resultado de sempre no domingo, com 22,3% de audiência, tendo ultrapassado as generalistas RTP1 (20,2%) e SIC (22,2%), além da RTP2 (4,7%), mas, neste caso, não há novidade. Assim sendo, o conjunto dos canais do cabo ficou em segundo lugar, apenas atrás da TVI, que teve 30,7% de audiência. Isto de acordo com os dados fornecidos pela Marktest.
A explicação para este fenómeno parece ser simples: os jogos Leixões-Sporting, às 18.00, e Estrela da Amadora-Benfica, às 20.15, ambos transmitidos pela SportTV1. Ainda assim, não deixa de ser um facto relevante, já que o canal de desporto é Premium e, por isso, pago à parte. Os outros programas que contribuíram para o resultado do cabo foi o Jornal de Domingo, da SIC Notícias e Mermaid Melody, do Canal Panda. Aliás, estes três canais foram os mais vistos no cabo no domingo (ver quadro do Top 10 da audiência média de telespectadores).
E o cabo ter ultrapassado dois dos canais generalistas? "Não é a primeira vez nem será a última", começou por dizer ao DN Nuno Azinheira, editor-executivo da Notícias TV e crítico de televisão. "Há três razões para que isso aconteça. Duas são razões conjunturais: por um lado, os jogos do Sporting e do Benfica, que passaram na SportTV no mesmo dia, e por outro, as férias da Páscoa, com as crianças e os jovens em casa, provocando uma maior segmentação no consumo da televisão. Depois há uma razão estrutural: cada vez mais o consumidor encontra no cabo e na IPTV alternativas de programas que se coadunam mais com os seus gostos", explicou o crítico.
Opinião semelhante tem Francisco Rui Cádima, professor do curso de Ciências da Comunicação da Universidade Nova de Lisboa. "Sim, há uma tendência estrutural. A progressão do cabo em Portugal tem sido contínua. Isso já aconteceu nos Estados Unidos. Aí, no final dos anos 70 o cabo começou a canibalizar as audiências, até que nos anos 90 ultrapassou os canais generalistas", disse o professor universitário ao DN.
Isso vai acontecer em Portugal? "O problema da nossa realidade é a penetração do cabo, que cresceu muito nos primeiros dez anos (desde 1994) e que já tem dificuldades em captar os estratos sociais com menor poder de compra. Assim, há uma tendência, mas não é muito acentuada", referiu Francisco Rui Cádima, que afirmou ainda: "O grande público está mais fidelizado aos canais generalistas do que a sociologia da comunicação imaginava. As estimativas dos anos 90 davam conta de um declínio maior dos canais generalistas. Umberto Eco disse em 1995 que a televisão generalista acabaria em dez anos... e ainda hoje andamos a ver telenovelas. O grande público que consome TV é um magma que tem um comportamento estável de longa duração", concluiu o professor.
A verdade é que o cabo tem vindo a subir a sua quota de audiência desde o início do ano: Em Janeiro teve 13,3%, em Fevereiro subiu para os 14,7%, em Março para os 15,6% e nos cinco primeiros dias de Abril já conquistou 16,9% da audiência.

Diana Chaves participa no debate "Aqui e Agora"
O que é o domínio público? Qual é a fronteira que o separa do privado? Questões como estas dão o mote ao programa "Aqui e Agora, que vai para o ar esta quinta-feira na SIC.Diana Chaves é uma das convidadas.
O debate conduzido por Rodrigo Guedes de Carvalho tenciona mostrar os vários lados sobre a crescente invasão da vida privada de que se queixam as vedetas.
Em estúdio, estarão, além dos actores Virgílio Castelo, Sílvia Rizzo e Inês Castel-Branco, a directora da revista TV Guia e Flash, Luísa Jeremias, e Anselmo Freitas, advogado.
Boa tarde. Ontem o dia é marcado pelos seguintes programas: Telejornal - Rtp1, que ganhou ao Jornal Nacional da Tvi com 13% de ratio -, Três Irmãs - Sic, continua entre os 27/28% de share - No lado oposto estão os seguintes programas: Portugal em Directo (21,9% de share), Telerural (grande descida com 21% de share), Tá a Gravar (continua abaixo dos resultados muito bons anteriormente obtidos), Caminho das Índias (19,7% de share) e o jogo de futebol sub-21 na Tvi (23,9% de share). Telerural obteve máximo do ano? | |
| | ... Anatomia de Grey registou máximo da temporada? |
| ... Jornal da Noite obteve máximo de audiência? | |
O psicólogo Eduardo Sá considera que a sexualidade é uma questão de saúde pública e lamenta que as televisões tratem os telespectadores como "atrasados mentais".
"Os adolescentes separam muito bem as questões do sexo. Adorava que vissem a sexualidade como uma relação amorosa. Mas as coisas não se passam a esse nível. Às sextas-feiras e sábados à noite há uma patologia muito atípica de dores de cabeça", salienta o psicólogo.
Paulo Soares, director de conteúdos programáticos da TVI, defendeu a série, que já vai no sexto ano. "Os ‘Morangos’ são o produto mais estudado do ponto de vista qualitativo e fazê-mo-lo três vezes por ano. Temos telespectadores que se queixam por haver uma grande distância entre a realidade e a ficção e contam-nos que nas escolas que frequentam vão mais longe", refere.