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9 de fevereiro de 2011

O elenco de “A Família Mata”!

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Foi ontem apresentada à imprensa a nova série da estação de Carnaxide. Com a tarefa de alegrar o horário nobre do canal, A Família Mata chega a 7 de Março e vai ocupar o lugar que até agora era de Os Malucos do Riso. Apresentamos-lhe, em seguida, o elenco desta nova série.


Paulo (André Nunes) – é um rapaz simples, honesto, simpático e muito boa pessoa. Tem apenas 28 anos e namora com Susana. Todavia, o seu sogro, Artur, roubou-lhe o dinheiro que ia usar para comprar uma casa para viver com a namorada. Por este motivo, Paulo tem que viver com Susana em pleno sótão da Família Mata.


Susana (Maya Booth) – bonita e modera é completamente apaixonada por Paulo, mas continuar a dar-se muito bem com o ex-namorado, Jorge, apesar de odiar a sua arrogância. Habitualmente é a voz da razão dos casos disparatados que acontecem à sua família. Tem 26 anos.


Artur (José Pedro Gomes) – é o patriarca da família Mata e tem já 52 anos. Gere um armazém que é utilizado para os mais variados ramos de negócio, uma vez que correm sempre todos mal. Sempre que pode, rege-se pelo lema da sua família, que é como quem diz, enganar os outros. Acha ter sempre razão, por ser uma pessoa carismática e dominadora.


Glória (Rita Blanco) – tem 50 anos e vive um casamento feliz com Artur. Odeia Paulo, uma vez que sempre quis que a filha se unisse a Jorge. Católica, apenas praticante quando lhe convém, confia no marido e acredita que ele um dia levará a família a uma boa posição social.


Marco (Marco Horácio) – é visto pelos outros como ridículo em tudo o que faz e diz. Tem 34 anos e está em fase de divórcio, sendo pai de duas crianças, Raquel e Roberto, que não o respeitam. Apesar de tudo, gosta de rebaixar os outros sempre que tem oportunidade ou lhe é dado algum poder.


Raquel – tem apenas 13 anos, mas é já uma rapariga bastante esperta. Encontra em Paulo o seu mentor, mas o pai acabará por não desistir facilmente de a conquistar.

Roberto – ao contrário da irmã, é muito imaturo. Na escola sofre constantes humilhações por ser obeso e distraído.


Mónica (Maria João Abreu) – é a irmã mais nova de Glória e vive em profunda depressão, com apenas 42 anos. Solteira, continua à procura do homem da sua vida e usa o seu corpo na tentativa de encontrar o príncipe encantado. Ambiciona ser mãe.

Alfredo (Vítor Espanhia) – com 75 anos está já na idade da reforma e acredita que já fez tudo o que tinha que fazer na vida e por isso não quer saber dos problemas da família. É irreverente.


José (Miguel Costa) – tem 28 anos e é primo de Paulo. Trabalha no armazém de Artur e tem uma grande amizade com Rúben. É bastante inteligente e dá muitas ideias ao primo para resolver os seus problemas.

Rúben (Pedro Lacerda) – é amigo de José e tem a mesma idade. Ao contrário do colega, não é muito inteligente e anda sempre alheio do mundo. Gosta de comer e está sempre a encher a barriga.


Jorge (Jorge Henriques) – é o director do Centro Cívico e aspira a um cargo político na Câmara Municipal, embora ainda tenha apenas 30 anos. Foi trocado por Paulo e dá a entender que aceitou a rejeição de Susana, mas não perde uma oportunidade para a impressionar e humilha o rival constantemente.


Laura (Alda Gomes) – tem 33 anos e é uma mulher sem papas na língua, sabe o que quer da vida e gosta de a gozar. É divorciada e tem um filho de 13 anos. Trabalha ao lado de Jorge como professora, mas no decorrer da história, acabará por se tornar administrativa. É uma das melhores amigas de Susana e será um dos alvos de Marco, que a quererá conquistar.


Com um elenco de luxo, a nova sitcom da SIC promete animar as noites dos portugueses!


Quiosque: Diário de Notícias

15 de novembro de 2010

Revista de Imprensa 15/11/2010


 Segunda-feira, dia 15. Bem-vindo à Revista de Imprensa de hoje!


Conta-me Como Foi estreia no meio de descontentamento


Os episódios já estão gravados há mais de um ano, mas só ontem à noite é que arrancou a quarta temporada de Conta-me Como Foi.

Estreada em 2007, esta série já sofreu inúmeras mudanças de horário e a própria data de estreia desta quarta temporada foi adiada inúmeras vezes pela direcção de programas. Facto esse que irritou os protagonistas da novela.

Miguel Guilherme, por exemplo, chegou mesmo a acusar a RTP de não tratar bem esta produção, levando ao esgotamento do elenco e também do próprio produto. Já Rita Blanco, em forma de protesto, não assistiu à estreia desta quarta e última temporada da série de época, até porque, a actriz não se encontra em Portugal.



Jorge Gabriel satisfeito com liderança da Praça da Alegria


Onze anos depois, o talk-show das manhãs da RTP volta a disputar, taco a taco com a TVI, a liderança entre as 10:00 e as 13:00 horas.

Jorge Gabriel, co-apresentador da Praça da Alegria desde 2002, mostra-se satisfeito com este regresso ao primeiro lugar nas audiências mas garante que a prioridade é continuar a fazer um bom programa: “O nosso fito é fazer um bom programa. Se for acompanhado com o público, nós sentimo-nos valorizados. Se for com a maioria do público, tanto melhor”

Acima de tudo, Jorge Gabriel mostra-se realizado depois de oito anos à frente das manhãs da RTP: “Para quem veio para o Porto com a perspectiva de marcha fúnebre e para ser apenas o coveiro de um formato, deixa-me bastante satisfeito. Saber que o programa já é feito por mim e pela Sónia [Araújo] há mais tempo nesta dupla do que era feito até então”, afirmou.




CITAÇÃO DO DIA
"Confesso que nos últimos dois anos só via a informação da SIC"
Gabriela Sobral



NÚMERO DO DIA
16,8
Este foi o resultado, em share, do programa A Voz do Cidadão emitido no último Sábado. No ar há já 4 anos, o programa de autoria do ainda provedor, Paquete de Oliveira, continua a não obter receptividade por parte do público do canal 1.


Quiosque: Notícias TV, TV Guia, Correio TV


8 de abril de 2010

Para lá das 24...

Olá Boite Noite seja bem vindo ao "Para lá das 24"

Esta semana no Televisão-Opinião, na rubrica "Frente a Frente" deu-se um "duelo" com duas das melhores humoristas portuguesas: Maria Rueff e Ana Bola. E são poucos humoristas, do sexo feminino. Quero destacar o nome de mais uma grande senhora do humor que é Rita Blanco.

Rita Blanco demonstrou o seu humor (que se gosta ou se detesta) em vários programas da televisão nacional. Relembro o saudoso "Caça ao Tesouro" na SIC e mais recentemente pertencendo ao júri do "Dança Comigo" na RTP1, Rita era a festa e para mim a grande atracção do programa (como eram deliciosos os seus comentários).
Como Maria Rueff e Ana Bola, Rita Blanco também trabalhou com o rei do humor nacional, Herman José, em "Casino Royal" e "Crime da Pensão Estrelinha" como exemplos. Foi também protagonista de várias séries de humor, dando a cara como protagonista.

Mas, para além do humor Rita é uma actriz completa, premiada no cinema e musa de alguns realizadores portugueses. É das actrizes com vasto currículo no cinema e sempre como protagonista das películas, quer em papéis dramáticos ou de humor. E a provar como Rita Blanco é das melhores na sua área em Portugal está a sua magnífica interpretação na série da RTP1 "Conta-me Como Foi".

2 de janeiro de 2010

Fecho


Boa noite. O Fecho de hoje leva até si uma crónica de Joel Neto, retirada do Diário de Notícias:


A melhor de todas


Há algo em Rita Blanco, e seja qual for o género em causa, que simplesmente ilumina o ecrã


Assiste-se a O Destino do Senhor Sousa (RTP2, sábado à noite), de resto apenas mais um filme português feito veículo para o overacting de Luís Miguel Cintra, e torna-se a constatar como Rita Blanco é uma das nossas melhores actrizes de audiovisual, se não mesmo a melhor. A concorrência, já se sabe, é limitadíssima. Mas há algo em Rita (como o há, entre os homens, em Nicolau Breyner) que simplesmente ilumina o ecrã.
E eu, correndo o risco de voltar a ser acusado de ignorância - é sempre acusado de ignorância quem denuncie os actores como a classe mais persistentemente medíocre do nosso panorama artístico, o que de alguma maneira eu torno a fazer aqui -, não consigo dissociar esse brilho da própria atitude diária de Rita Blanco enquanto persona televisiva. Encontramo-la numa entrevista, no júri de um concurso ou numa participação especial, e ela é sempre "uma de nós": uma mulher do mundo, com as idiossincrasias e as obsessões e mesmo as ignorâncias que todos os dias nos rodeiam.
Resultado: uma delicada combinação entre a absoluta naturalidade com que qualquer papel lhe assenta (no teatro, no cinema ou na TV, telenovelas incluídas) e o magnetismo que qualquer das suas personagens exerce sobre nós (e trate-se de drama ou de comédia, de entretenimento ou de manifestos pejados de compromisso sociológico). Tudo isso, de resto, está em O Destino do Senhor Sousa - e é filme de apenas alguns minutos, quase todos centrados em Luís Miguel Cintra.