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6 de fevereiro de 2011

“A Família Mata” estreia na segunda quinzena de Fevereiro!



É já na próxima terça-feira que a estação de Carnaxide apresentará à imprensa a sua nova aposta para o horário nobre semanal. Com um elenco de estrelas, A Família Mata promete fazer esquecer Os Malucos do Riso.


Segundo a edição deste domingo do Diário de Notícias, a nova série da SIC deverá estrear ainda neste segundo mês do ano, mais precisamente, na segunda quinzena, o que significa que dia 14 ou 21 são as datas mais prováveis para a chegada aos ecrãs.


Adaptada por Pedro Lopes, a primeira grande aposta de Carnaxide em 2011 na ficção tem um autêntico elenco de luxo, encabeçado por José Pedro Gomes, o protagonista Artur Mata, Rita Blanco, Marco Horácio, Maya Booth, André Nunes ou Maria João Abreu, entre muitos outros.

Mais pormenores serão adiantados terça-feira!


Quiosque: Diário de Notícias

5 de dezembro de 2010

O Melhor & Pior da Semana

Olá Boa Noite! Fique a conhecer as três últimas escolhas do "Melhor & Pior da Semana". Entre as 21h e as 23h no Televisão-Opinião.

Pior da Semana SIC

"Os Malucos do Riso" na minha opinião na passam de lixo televisivo em pleno horário nobre. É triste que este programa tenha voltado à antena da SIC. Os pseudo-actores que por lá circulam, a anedotas que toda a gente já conhece, os estereótipos da loira burra e do homossexual efeminado. Para além disso, "Os Malucos do Riso" conseguiram a "proeza" nesta semana de estar abaixo do que foi a média da estação de Carnaxide, o que por si só é bastante mau. Eu pergunto se a SIC não teria melhor "enche chouriços" para atrasar "Laços de Sangue". Que chegue 2011 e a nova aposta da SIC no humor com "A Família Mata", com verdadeiros actores.

19 de novembro de 2010

Revista de Imprensa 19/11/2010

 
Sexta-feira, dia 19. Bem-vindo à Revista de Imprensa!
 

Herman José: "Herman 2010 tem bons resultados"


Já na segunda temporada do late-night Herman 2010, o anfitrião, Herman José, faz um balanço bastante positivo destes primeiros meses de regresso à casa que o viu nascer, a RTP.

“Neste momento, faço televisão por puro prazer”, começa por confidenciar o humorista que, sobre os resultados de Herman 2010, faz um balanço optimista: “O programa tem bons resultados, mas a TVI, com as suas supernovelas, ultrapassa-nos. Mas há, sobretudo, muita gente jovem a ver-nos”, refere.

Herman José sente-se bastante realizado com este novo formato de trabalho em televisão, mostrando-se também exigente com o produto final: “Dá muito prazer fazer este trabalho, mas traz uma quantidade igual de dor, porque nem sempre conseguimos o resultado final que gostaríamos”, refere, confessando que só depois de cada programa ir para o ar é que “percebo se ficou mesmo bem, como eu queria”

Para o futuro, Herman quer continuar a ocupar as noites de sábado da RTP1, começando desde logo a adaptar o seu Herman 2010 para “Herman 2011, 2012, até 2025, até porque esta fórmula é acarinhada pelo público”


Seis anos de Eixo do Mal


Foi com bolo e champanhe que Luís Pedro Nunos, Pedro Marques Lopes, Daniel Oliveira, Clara Ferreira Alves e Nuno Artur Silva comemoraram o sexto aniversário do Eixo do Mal, o programa de debate político dos fins-de-semana da SIC Notícias.


No ar desde 2004, o Eixo do Mal é actualmente dos programas mais vistos do canal noticioso de Carnaxide. A junção entre a actualidade e a ironia é a chave do sucesso, nas palavras de Clara Ferreira Alves: “A ideia é falar sobre temas sérios, mas sem tornar isto um melodrama. Tem de haver um lado irónico, como há na televisão inglesa e americana. As pessoas já estão esmagadas pelo peso da política nacional”, explica a jornalista de 41 anos e também comentadora deste espaço.


Daniel Oliveira partilha da opinião de Clara e realça a ideia de que as acesas discussões que se dão na maioria das emissões são, no mínimo, ‘amigáveis’: “Temos uma óptima parceria. Ao contrário do que se possa pensar, somos amigos. Zangamo-nos apenas no programa. Berramos muito, mas somos uma família. Há respeito entre nós”, garante.


Este é um projecto vencedor e com sinais de continuar durante pelo menos durante mais seis anos, tal como exclama a equipa das noites de sábado da SIC Notícias: “Que venham mais seis!”


CITAÇÃO DO DIA
"Parece-me que a pobreza da ficção nacional de novelas é confrangedora"
Rodrigo Guedes de Carvalho


NÚMERO DO DIA
16,7
Este foi o resultado, em share, do episódio de Malucos do Riso emitido na última quarta-feira, enquanto que à mesma hora se jogava o Portugal-Espanha na RTP1.

Quiosque: TV Mais

14 de novembro de 2010

Fecho


Boa noite. O Fecho de hoje incluí uma crónica da autoria de Nuno Azinheira, retirada do Diário de Notícias.

Malucos somos nós

1. Se me perguntarem se eu gosto de Malucos do Riso, a resposta sai indignada: "Eu, credo, claro que não!" Mas se me questionarem se compreendo a insistência da SIC no programa, aí o caso muda de figura. Malucos do Riso tem 15 anos. Não são 15 meses, são 15 anos. A ideia de Jorge Marecos comprada por Emídio Rangel assente num conceito simples: dar vida a anedotas populares e levá--las para a TV. Há 15 anos foi um sucesso, uma pedrada no charco na televisão portuguesa, ainda cinzenta e sem graça. O êxito durou dez anos e foi a jóia da coroa da SP (antes Filmes, hoje Televisão). Nos últimos cinco, seis anos, sempre que há dificuldades no prime time, o director de programas (tenha sido ele Manuel Fonseca, Francisco Penim ou agora Nuno Santos) tira os Malucos da gaveta. Já não surpreende, já não encanta ninguém, já não reúne multidões, mas segura ali 22 ou 23% de quota de mercado. Não é brilhante, mas pelo preço que custa à SIC, é o melhor que se consegue arranjar, à falta de produto mais novo e competitivo.

2. Escrever uma novela para as 21.00 não é o mesmo do que escrever uma ficção para ser exibida à meia-noite. Qualquer guionista sabe isso, mas toda a gente se conforma com as vontades dos programadores, que mudam os horários consoante as necessidades, porque o País é pequenito e todos precisamos de trabalhar. Uma novela das nove pressupõe a abordagem de temas leves, com um forte núcleo humorístico e a presença de crianças e animais. Uma novela de late night pede assuntos polémicos, de risco, mais erotismo, mais realidade. E é por isso que ver Paulo Lobo Antunes a falar com um golfinho (Mar de Paixão) à meia-noite... não faz qualquer sentido.


10 de novembro de 2010

Revista de Imprensa 10/11/2010


Bom dia! Seja bem-vindo à Revista de Imprensa desta quarta-feira!


Joana Santos contente com Laços de Sangue




É já por muitos considerada a revelação da nova trama da SIC, mas, mesmo assim, continua a manter uma postura humilde e dedicada ao seu trabalho.


É em entrevista à edição desta semana da TV 7 Dias que a actriz falou sobre a experiência de dar vida a Diana em Laços de Sangue: “É duro gravar 12 horas por dia, mas é muito gratificante!”, começa por dizer, acrescentando que não liga aos resultados audiométricos: “não ligo muito a isso. Tento fazer um trabalho bom e o melhor que sei e posso. Prefiro não ter muito a noção”, frisou.


E o que dizer das cenas que grava com a “irmã” Diana Chaves, em que a sua personagem demonstra toda a sua maldade? “Faz-me muita confusão e choro: depois, a Diana Chaves tem aquele ar tão querido… Então, acabamos as duas a chorar. A mim, faz-me muita confusão estar a fazer e a dizer coisas daquelas, tenho de me concentrar para não chorar em cena!”, frisou. Já sobre a contracena com Diogo Morgado, Joana é mais directa: “Já o tinha feito em Rebelde Way e é muito fácil trabalhar com ele. Não é complicado fazer as cenas românticas com ele, damo-nos bem.”, explicou.


A terminar ainda houve tempo para falar sobre a reacção das pessoas na rua: “As pessoas não falam comigo. Acho que têm medo de mim, mas depois sorrio e dizem-me que tenho um sorriso lindo. Mas comentam: ‘Ai coitadinha daquela mãe”, confessou.


Carlos Vieira é “um actor freelancer



Actualmente a brilhar em Laços de Sangue, o actor tem dado nas vistas, até porque dá vida a uma das personagens centrais da trama da SIC.


É precisamente quando questionado sobre a mudança da TVI para Carnaxide que Carlos Vieira responde: “Sou um actor, gosto de aceitar projectos e de me envolver em trabalhos que acredito. Acima de tudo tenho essa opção de escolha e gosto de sentir que posso escolher. É por aí… Sou um actor freelancer”, explicou.


Ainda assim, nesta entrevista à TV 7 Dias, o Ricardo de Laços de Sangue faz um balanço “muito positivo” sobre este trabalho: “Está a ser um projecto interessante para toda a gente. Tivemos um inicio de trabalho muito interessante com a Laís Correia, directora de actores, que veio do Brasil, juntamente com a equipa da Globo. Foram três semanas de preparação, através de exercícios em que se faz imenso, no sentido de nos aproximarmos do que seriam as personagens, com o objectivo de chegarmos ao plateau e já termos criado cumplicidades”, começa por dizer, acrescentando em seguida: “Acaba por ser uma mais-valia com a experiência já adquirida, contando com o know-how que eles já têm. São 50 anos de produção de novelas. Acaba sempre por ser interessante e ganhamos com isso. Isto é notório…”


A terminar, Carlos Vieira explicou quais as diferenças em relação a projectos anteriores: “A experiência adquirida é muito positiva, isso é vísivel. A produção nacional está de boa saúde há muitos anos. O público vê e gosta. Temos novelas e autores muito interessantes. Neste caso em particular, o que acontece é que em parceria acabam por potenciar um texto e o resultado é um guião aliciante com personagens muito bem arquitectadas, núcleos bem definidos e histórias muito interessantes. À medida que os episódios avançam, vão criando expectativas para o espectador não perder. Criou-se uma novela com uma história forte”, frisou.


CITAÇÃO DO DIA:


“A Fátima não foi um roubo, foi uma necessidade da TVI.”


André Cerqueira



Número do dia:


22.3%


Foi o share alcançado pelo regresso de Malucos do Riso à SIC, na passada segunda-feira.





Quiosque: TV 7 Dias, Correio TV

5 de novembro de 2010

"Malucos do Riso" de regresso!


A série de humor da estação de Carnaxide, vai regressar aos ecrãs já na próxima segunda-feira, após o Jornal da Noite. Mais uma vez, o terceiro canal volta a apostar em Malucos do Riso, como tentativa de obter melhores resultados no seu horário nobre. Um passo atrás?