
Será o antigo colega de Rita Ferro Rodrigues a nova aposta do canal da Media Capital para a grelha de Setembro? Ou melhor, será Nuno Graciano a cara de mais um formato de apanhados na TVI? Fica a pergunta no ar!






Boa noite. O Fecho de hoje incluí uma crónica da autoria de Joel Neto, retirada do Diário de Notícias.
Glória absoluta
Rui Sinel de Cordes- Especial de Natal, assim como a globalidade do trabalho do humorista da SIC Radical, deveria ser alvo, em primeiro lugar, de um julgamento de gosto por parte dos telespectadores. Caso um ou mais visados dos seus sketches se sentisse(m) ofendido(s) com estes, então, deveria ser ainda alvo do julgamento dos tribunais quanto a eventuais violações da liberdade de expressão (ou afins). Tudo o resto é descabido.
E, quando digo "tudo o mais", digo também o juízo moral que dele faz a ERC, incluindo o surpreendente argumento de que o Natal é um "momento associado a um [determinado] conjunto de valores sociais e religiosos". Até porque vem ancorado numa lei serôdia, com letra a mais e espírito a menos, cuja invocação exige o recurso a expressões como "referências discursivas à sexualidade" ou "referências a pessoas concretas (com particular enfoque em figuras públicas)", aliás aplicáveis a uma série de outros programas.
Não gosto de tudo o que Rui Sinel de Cordes faz. Às vezes sinto-me mesmo incomodado com o seu humor. Mas tenho de reconhecer-lhe vários méritos: a) vem trilhando um caminho solitário e determinado; b) tem efectivamente rasgo humorístico; c) foi capaz de romper com a ditadura do non sense, sob a qual vivemos há trinta anos, como se os Monty Python não tivessem deixado espaço para mais nada depois deles; d) não tem receio de afrontar os novos "monstros sagrados" do humor nacional, como recentemente aconteceu com Nuno Markl.
Cordes já fez mais pelo de-senvolvimento da TV em Portugal do que dois terços dos seus pares. Ser processado pelo regulador é apenas a chamada "cereja no topo do bolo".



Boa Tarde! Está em linha mais um Fala-se!
David Carreira
Os dias de boleia e passeios a pé terminaram para o protagonista de Morangos com Açúcar. Depois de atingida a maioridade, David Carreira já tirou a carta de condução e prepara-se agora para desfrutar do seu novo “brinquedo”.
Tal como se pode ver na edição desta semana da Nova Gente, o filho de Tony Carreira recebeu do pai um potente Aydu TT Roadster e já se passeia pelas ruas de Lisboa na sua viatura.
José Fidalgo
Numa altura em que está prestes a abraçar um novo projecto televisivo, o actor tem aproveitado os últimos tempos para se dedicar ao pequeno Lourenço. E esta situação agrada muito à sua esposa, a empresária Fernanda Marinho.
Em entrevista à Notícias TV, a mãe de Lourenço admite que o pequeno é “parecido com o pai” e que já chama de “papá, papá, deixando-o muito orgulhoso”.
Quiosque: Nova Gente, Notícias TV
Bom dia! Seja bem-vindo à Revista de Imprensa desta terça-feira!
O elenco e a história de Redenção
As gravações já arrancaram há mais de uma semana e decorrem a todo o vapor. Depois de se saber que Sónia Brazão, António Capelo e Melânia Gomes faziam parte do elenco, a Mariana desta semana conta mais pormenores sobre a terceira minissérie da TVI.
Redenção conta a história de Rogério (António Capelo), um homem sem escrúpluos, que ao descobrir que sofre de Alzeimer, tenta matar-se. Só que as sucessivas tentativas de suicídio saem goradas até que lhe aparece um Anjo (Miguel Guilherme), que lhe diz que ele nunca conseguirá pôr termo à vida enquanto não reconstruir a vida das pessoas a quem fez mal.
Dá-se, então, inicio à expiação de Rogério, que começa por ajudar Júlia (Carla Andrino), a mulher que deixou no altar. À medida que vai concretizando cada missão que o Anjo lhe dá, o homem vai mudando, de uma forma que não agrada nada ao seu sócio (Paulo Matos).
É então que surge Célia (Sónia Brazão), que, ao perceber que já não conseque ter o que quer do amante se alia ao sócio deste para lhe estragar a vida.
Entretanto, aparece Maria (Melânia Gomes), a versão feminina de Rogério, uma empresaria de sucesso que no passado se envolveu com ele, quando estagio na sua empresa, e que ele conseguiu levar para a cama à custa de drogas e álcool. O namorado dela, Bruno (João Didelet), toma conhecimento da situação e acaba o namoro. Depois disto, a jovem subiu a pulso e tornou-se numa mulher de negócios.
Por esta altura, Rogério vai ter com Maria e pede-lhe para se juntar a ele na compra dos terrenos que quer dar a Júlia. A mulher aceita, mas quer que o ex-patrão durma com ela. O homem não aceita, mas propõe-lhe um almoço, a que comparece com apenas Bruno, com quem a empresária acaba por fazer as pazes.
A série termina na aldeia onde Júlia mora, com todos felizes nos terrenos que Rogério deu à ex-noiva para que esta possa refazer a sua vida com dignidade.
Rodrigo Guedes de Carvalho dá as boas-vindas a Manuela Moura Guedes
Muito se falou que o director adjunto de informação da estação de Carnaxide era uma das vozes mais críticas com a contratação da antiga jornalista da TVI, todavia, em entrevista à Correio TV desta semana, Rodrigo Guedes de Carvalho desmentiu qualquer tipo de “guerras de bastidores”.
Questionado sobre a sua opinião a respeito desta contratação, o jornalista foi peremptório, respondendo: “Não vi, nem deixo de ver. Como é que vi a contratação da Júlia Pinheiro”, ripostou, acrescentando: “Soube da vinda da Manuela Moura Guedes quase ao mesmo tempo que o resto da redacção. Foi um processo, penso, liderado pelos Luís Marques, com o Alcides Vieira. Foi comunicado à redacção que tinha sido contratada para uma série de programas”.
Todavia, o pivô do Jornal da Noite negou estar envolvido na chegada da esposa de José Eduardo Moniz: “Não é uma questão de subscrever. É um facto que não passa por mim. Bem a minha opinião é tão importante que tenha de subscrever tudo o que é feito pela administração ou pelo director-geral.”
Ainda assim, Rodrigo Guedes de Carvalho espera que A Rede Social cause impacto: “A Manuela Moura Guedes, ela própria o admite, tornou-se polémica, o que às vezes é uma faca de dois gumes. Penso, e espero, que o programa dela terá impacto”.
CITAÇÃO DO DIA:
“A RTP Memória não é para velhos, é para os novos aprenderem. É preocupante pensar que não se sabe nada sobre o nosso passado”
Júlio Isidro
Número do dia:
26 Milhões
É quanto a RTP vai investir este ano na aquisição de equipamentos tecnológicos devido, sobretudo, à Televisão Digital Terrestre.
Quiosque: Correio TV, Mariana

Boa noite. O Fecho de hoje incluí uma crónica da autoria de Nuno Azinheira, retirada do Diário de Notícias.
Herman de volta
Herman José está em grande forma. O seu Herman 2011 está agora em velocidade de cruzeiro, onde o apresentador e o humorista parecem ter encontrado, cada um, o seu espaço certo. Sem atropelos, sem excessos, com respeito um pelo outro. Herman, topa-se à légua, recuperou na RTP o prazer de fazer televisão, naquele que, nesta fase da sua vida e da sua carreira, é o seu terreno mais confortável: o talk show divertido, leve, com humor.
Herman sabe conversar, tem mundo. É verdade que prefere falar do que ouvir, mas os cerca de 360 mil espectadores que, todos os sábados, esperam pelas onze da noite ou mesmo pela meia-noite para o ver é isso que querem. Querem vê-lo, querem rir com ele, querem adorá-lo. Este sábado, o programa foi para o ar mais cedo. Resultado: chegou a mais de meio milhão de portugueses, interessados em ver o mano-a- -mano entre Herman e Tony Carreira, o convidado especial.
Mas é nos quadros de humor que se percebe que, após o obscurantismo criativo que atravessou, Herman está vivo e de novo em grande forma. A rábula com Cristiano Ronaldo, a mãe Dolores e o "pixelizado" é notável. Pela graça do texto, mas também pela forma como Herman conseguiu olhar para a inevitabilidade de não expor a criança que tinha ao colo. Brincar com o "pixelizado" (aqueles quadradinhos desfocados que as crianças menores ostentam na cara, nas revistas cor-de-rosa, para que os seus rostos não sejam reconhecidos) foi a forma superior e actual encontrada pelo humorista para fazer de uma fraqueza força.
O melhor que pode acontecer a um autor de um programa é que, quando ele acaba, o espectador pergunte, triste: "Já? Já acabou?" Com o Herman 2011 isso tem acontecido com frequência.


Marta Cardoso, Vera Ferreira, José Castelo Branco e Sérgio Vicente são os quatro “veternaos” que viajarão até à tribo Himba, em pleno território africano, mais precisamente na Namíbia. Sinceramente, creio que este deverá ser o grupo que mais divertirá os portugueses. Talvez por serem aqueles que melhor conhecemos, por terem mais “experiência” e saberem o que é que um formato deste género pretende.
Quando chegarem até nós as primeiras imagens de Perdidos na Tribo, sem sombra de dúvidas que José Castelo Branco e Vera Ferreira deverão estar bastante cúmplices, bem como os restantes dois parceiros, até porque Marta Cardoso já “contracenou” com o “conde” no Circo das Celebridades e já o “conhece de ginjeira”. Se a tudo isto juntarmos o facto de serem quatro pessoas que se conhecem “perdidos” numa tribo onde não têm conhecimentos prévios sobre ninguém, é claro que haverá muito companheirismo e os possíveis atritos que são inevitáveis serão substituídos por momentos de camaradagem.
Resta-me dizer que acredito que a experiência destas quatro pessoas será inesquecível e que nós, telespectadores, teremos a oportunidade de os ver em situações que nunca imaginamos. Ainda assim, os momentos mais divertidos serão, inevitavelmente, com José Castelo Branco que terá na colega de Secret Story uma grande parceira de festa. E é mesmo isso que se pretende com este programa, ou não fosse este o seu grande propósito: entreter os portugueses.
Ainda assim, espero também ver momentos mais emotivos, com a pressão de estar longe da família e dos amigos a evidenciar-se, até porque isso também faz parte da vida real.
A equipa mais divertida, que deixa antever os melhores momentos de Perdidos na Tribo. Venham de lá essas aventuras e desventuras, Vera Ferreira, Marta Cardoso, Sérgio Vicente e José Castelo Branco!

A viagem está quase a começar por Queluz de Baixo, e as equipas começam agora a fomentar as suas próprias normas e valores. Joana Alvarenga, José Carlos Pereira, Luís Lourenço e Mafalda Teixeira, são o grupo de actores que irão prestar provas na selva. Habituados a serem acompanhados pelos telespectadores nacionais, nas mais variadas produções, desta vez o cenário muda de figura. Sem estarem em estúdio, com um guião para decorar ou determinados gestos por representar, a verdade é que os quatro participantes deste reality-show irão ter em si uma personagem. Calma, selvagem, precipitada, imatura ou corajosa, não tenho dúvidas que mesmo não tendo José Castelo Branco como colega de tribo, isso não será um factor em desvantagem para esta equipa.
Habituados a fazer rir, chorar ou criar suspense nos portugueses, os quatro actores vão ter em si os olhares curiosos dos seguidores de "Perdidos na Tribo".
Afinal, e tendo em conta os problemas de José Carlos Pereira com o álcool, ou o divórcio de Luis Lourenço há alguns meses, o afastamento de Joana Alvarenga dos ecrãs nacionais, e o "Espírito Indomável" de Mafalda Teixeira na TVI, muitas histórias poderão vir ao de cima com os quatros profissionais em questão. No caso da antiga estrela de "Rebelde Way", não tenho dúvidas de que procurará criar para a sua tribo uma imagem de garra e força. Já o namorado da "trinca-espinhas" de "Anjo Selvagem", tentará demonstrar aos portugueses que está totalmente recuperado e pronto para embarcar em novos desafios. Mafalda Teixeira, poderá muito bem relacionar-se com Jorge Kapinha, um grande amigo seu e, desta forma, criar uma ponte entre duas tribos. Finalmente, Luís Lourenço, com o seu portefólio em "Morangos com Açúcar", tentará provavelmente surpreender os telespectadores ao fazer de tudo para encontrar alimentos para a sua sobrevivência.
Independentemente das histórias criadas, não tenho dúvidas de que a estas se juntem muitas outras, sempre com o objectivo de tornar "Perdidos na Tribo" um concurso mais familiar. Sendo estas conhecidas caras dos telespectadores nacionais, continuarão a ter com estes uma grande empatia. Desde que com moderação, e sem cair em vícios, discussões ou figuras menos abonatórias, esta tribo tem as condições necessárias para ser equilibrada. Afinal, também desta característica se faz uma equipa e, quando ela não existe, então nada feito.
Boa sorte na selva!
Terminado mais um "Frente a Frente", resta dar por terminado o anterior. Assim, a sondagem que colocava em duelo "Conta-me como Foi" e "Maternidade" teve os seguintes resultados:
Os formatos dos programas divergem consoante a cultura e as formas de ver e experimentar televisão de cada país. Apesar de estarmos maioritariamente na bolha de influência norte-americana e inglesa, existem também claramente aspectos brasileiros que redefinem a nossa programação e os nossos conteúdos.
Decidi escrever sobre o tema das adaptações porque estamos numa altura particularmente propícia para isso. Sim, vão-me dizer, já se fazem há muito tempo adaptações em Portugal, nomeadamente com a compra de novelas hispânicas, que depois são transformadas em ‘produto nacional’. Mas mais recentemente, tem-se notado uma exigência diferente nas adaptações nacionais. Exemplos disso são o Portugal Tem Talento, Peso Pesado, Perdidos na Tribo, Secret Story, entre outros.
O que noto neste tipo de produções, para além da percepção das estações televisivas de que o público está mais maduro e mais receptivo a programas semi-adaptados (já lá vamos), é o facto de perceberem que estas exigem um investimento financeiro e técnico maior do que ao que estão habituadas.
Hoje em dia, para este tipo de programas (reality-shows, etc.), uma boa adaptação é uma semi-adaptação, ou seja, é manter as características fundamentais do programa importado. Esta situação explica-se pelo facto de o telespectador já não estar preso a canais nacionais. Hoje tem referências internacionais de qualidade, face a uma oferta diversificada. Consegue e está apto a criticar o original e a adaptação. Por exemplo, tendo assistido ao Britain’s Got Talent, posso dizer que a adaptação portuguesa está bem executada, tendo superado as minhas expectativas. O mesmo se pode dizer de Ídolos. Contudo, ainda na SIC, espero que a adaptação de The Biggest Loser seja bem-sucedida. As mudanças no formato português que vão sendo anunciados deixam-me de pé atrás. Para a SIC? Não estraguem uma fórmula vencedora.
É uma das mais antigas repórteres do Só Visto, mas o seu talento e dedicação voltam a ser compensados pela estação pública.
É que, a partir deste mês, Catarina Camacho passará a dar a cara por um novo programa na RTP Memória, tal como revela a Correio TV desta semana.
Agora Escolha 2011, um formato recuperado e que agora usa a Internet e as redes sociais com o objectivo de captar a atenção dos mais jovens. “Jogamos com os conteúdos da RTP Memória mas de maneira divertida”, anunciou Hugo Andrade, director da estação, à referida revista.
Quiosque: Correio TV
Quando se falou nos nomes que transitavam da equipa de Companhia das Manhãs para a do novo programa de Júlia Pinheiro muito se comentou sobre o facto de César Mourão não fazer parte da lista. Todavia, em entrevista à Notícias TV desta semana o actor esclarece toda esta situação:
“Não( fui dispensado de funções). Por ter acabado o Companhia das Manhãs não quer dizer que eu saia do ecrã. Por enquanto, não estou a fazer nada em televisão por opção minha. Já tinha dito, antes de ter conhecimento da chegada do programa da Júlia, que não passava pelos meus objectivos continuar na manhã. Queria uma paragem do programa da manhã e do day-time. A SIC, obviamente, compreendeu”, começa por dizer o humorista.
Os motivos para estas opções são simples, anuncia: “Como tudo na vida, as coisas vão mudando. Achei que era altura de fazer coisas novas, mas essas passam pela continuidade de actor televisivo”.
Ainda na mesma entrevista, César Mourão confessou que “gostava de ter um programa meu e espero vir a cumprir isso”, “um programa com dignidade, em que toda a equipa trabalhe para que o público português ria”.
A concluir, o actor explicou ainda que acredita que a SIC lhe vai continuar a dar oportunidades: “Desde que trabalho na SIC, há seis ou sete anos, ainda não trabalhei para outro canal… estamos a construir, desde que estou no canal, novas propostas. É uma constante. É na SIC que estou”.
Quiosque: Notícias TV